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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

No meu tempo... Música de academia



Você sente que está ficando velho quando começa a contar uma história dizendo: "No meu tempo..."Crise da meia idade a parte, no meu tempo, existia um estilo musical conhecido como música de academia, normalmente uma faixa com batidas fortes e ritmo frenético para dar aquele gás na hora de malhar. Ai você me pergunta: mas hoje em dia, continua existindo, ué? As academias ainda tem sua música ambiente. Então, ai que está a diferença.



Antes da era dos musicplayers portáteis, todo os marombeiros (vixe, é o novo...) faziam suas repetições num só ritmo. Hoje em dia, você malha ouvindo sua própria playlist, que pode ser desde o Bolero de Ravel até o Quadradinho de oito com seus fones de ouvido no volume máximo. A música na academia passou a ser apenas ambiente.



O que eu acho engraçado nessa era de integração social pela internet é na mesma proporção que queremos compartilhar quando estamos atrás das telas brilhantes de nossos computadores e dispositivos móveis, preferimos nos isolar no nosso pequeno mundinho quando estamos em grupo. Para mim, um total contrassenso...

Se algum dia eu voltar à academia (velhinha que sou, tenho que fazer exercícios de baixo impacto, estou na onda do pilates), provavalmente devo aderir aos players portáteis, mas com certeza, vou fazer minhas abdominais cantando " What is love? Baby don't hurt me, don't hurt me no more" e na hora que a mulherzinha começar o solo vocal, eu vou fazer caras e bocas e dublar feito uma louca.
Bons tempos que não voltam jamais!

domingo, 16 de setembro de 2012

Por onde anda KrolVale?

Sabe quando você reclama da vida e da mesmice e torce por uma mudança repentina e que tudo vire de pernas para o ar?

Bom foi justamente o que aconteceu comigo.

Vinha em uma vida sofrida de concurseira, desde o fim da faculdade. Ou melhor, devo dizer que emendei tudo.

Ai os primeiros resultados começaram a chegar: passei em boas colocações em diversos concursos.

Mal sabia eu que a parte mais difícil ainda estava por vir: a nomeação. Porque afinal em concurso, não basta ser aprovado, tem que nomear.

A aflição da espera estava corroendo meus nervos e meu bolso, porque não fiquei deitada em berço esplêndido esperando a nomeação cair do céu.

Nessa toada, viajei boa parte do Brasil fazendo provas e estudando sempre.

Mas toda essa aventura cansa e eu tinha me dado um ultimato: se até o meio do ano de 2012, não houvesse nomeação, eu iria causar a mudança, precipitar os eventos. Estava cansada de esperar ver os frutos do meu sofrido esforço de estudante.

Bom, não posso reclamar, porque em março, um furacão se instalou na minha vida. Foi ai que desencantou a magia concursal e tudo começou a acontecer.

Fui chamada para cursar a formação de oficiais na Marinha no 1º Distrito Naval no Rio de Janeiro. De perfeitamente paisana a marcialmente militar de uma hora para outra.

Foi duro, sim, foi sofrido, sim, mas foi uma senhora experiência de vida. Conheci pessoas incríveis e passei por eventos que uma vida civil não poderia me dar. Surpreendi-me porque me adaptei muito melhor do que imaginava.

Na Marinha, aprendi a marchar, cantar todos os hinos possíveis e inimagináveis (os quais já esqueci =P), comandar um pelotão, manejar e desmontar uma arma, combater incêndios, viver em grupo e principalmente a ter espírito de corpo.

Além disso, fiz o estágio para aprender a morar sozinha. E quando falo sozinha, quero dizer longe da minha família, porque sozinha eu nunca estava. Durante a semana, ficava no alojamento e tinha a companhia das minhas excelentíssimas campanhas militares. O 3 Bravo era sem sombra de dúvidas o melhor alojamento. No final de semana, estava na casa dos meus tios.

E quando eu achava que a vida militar tinha me conquistado, tudo muda de novo.

Aprovada no concurso do TRE-CE (Tribunal Regional Eleitoral do Ceará), joguei minha farda para o alto e corri de volta para o Ceará. Vim fazer os exames para a nomeação, e enquanto isso rolava o desligamento lá na Marinha.

Quando finalmente acabaram os procedimentos, fui liberada. Bem me lembro, era dia 12 de julho. E no dia 13, fui nomeada em Cuiabá-MT em razão do concurso para o Tribunal Regional do Trabalho. E no mesmo dia 13 marcaram a minha posse em Fortaleza para o dia 16 de julho.

Ãh? O que? Oi?

Bem, diz a lenda concurseira que, quando chamam em um chamam em todos.

Esse foi um dos finais de semana mais dramáticos da minha vida. Eu tinha dois dias para decidir meu futuro.

No Ceará eu iria para o interior do interior do interior em Novo Oriente, que nunca na vida, tinha sequer ouvido falar e para trabalhar com direito eleitoral às vésperas de uma eleição municipal. Em Mato Grosso, havia bem mais opções, eu ia para um local mais desenvolvido, com melhor estrutura de vida, etc e direito do trabalho tinha sido minha sina desde o exame da Ordem. Convenci todo mundo que era melhor ir para Cuiabá.

Mas o coração ainda estava apertado. Alguma coisa não estava certa. Na segunda-feira, quando entrei em contato com o Tribunal descobri que existia uma chance grande de eu não conseguir ir para a capital. Pensei, interior por interior, fico no Ceará.

No dia 16 de julho, então, tomei posse como Analista Judiciária lotada no cartório da 99ª Zona Eleitoral formada por Novo Oriente e Quiterianópolis. 400km de Fortaleza.

Dia 17 arrumei as malas e dia 18 amanheci na minha nova cidade. E estou aqui desde então. Fui muito bem recebida. Meus colegas de trabalho são ótimos.

O que pega é a Eleição. Logo eu que nunca fui mesária, sequer sabia meu título de eleitor decorado, agora tenho que organizar uma.

No começo deu um desespero, tanta coisa em pouco tempo. Mas não faltaram pessoas dispostas a ajudar. É incrível como todos estão juntos para que tudo dê certo no final.

Enquanto isso, tive que aprender a morar sozinha. E dessa vez, sozinha só, largada às traças.

Aluguei um quarto em uma pousada. Eu, uma cama, uma tv, um ventilador e as minhas malas. Uma desolação só.

O clima me pegou de jeito. Eu que dormia toda empacotada no friozinho da cidade maravilhosa fui jogada na antessala do inferno. O tempo aqui é muito quente e muito seco. Nos primeiros dias, a garganta amanhecia seca e arranhando muito, como se estivesse com uma baita crise.

Ia para o trabalho a pé, uns bons 15 minutos pelo acostamento da estrada, de sombrinha, com o suor pingando pelo cotovelo e os pés fervendo.

As coisas começaram a melhorar quando minha mudança chegou. Correspondente Anônimo veio em meu socorro, trazendo meu carro e mil coisas enviadas pela minha amada mãe, que com seu toque mágico, transformou meu trágico quarto de pousada no meu cantinho, meu lar.

Se não bastasse toda essa confusão na minha vida, para piorar, Correspondente Anônimo ainda estava se preparando para ir para o exterior do exterior dos Estados Unidos. Essa viagem foi nossa despedida. =(

Um ano separados. Isso é triste, muito triste.

Pelo menos a eleição me distrai! =P

Bom, as coisas melhoram a partir dai. Já tinha algo que podia chamar de casa. Estava fazendo todas as refeições fora. Aqui em N.O não há muitas opções.

Cansada de tomar água, suco de caixinha e toddynhos quentes, tomei coragem e comprei meu primeiro eletrodoméstico de vergonha: uma geladeira. Um salto na minha qualidade de vida.

Agora eu podia viver feito gente. Ou quase. Quando saiu o primeiro salário, depois de pagas as contas foi a hora de mobiliar o meu lar. Comprei um micro-ondas, um jogo de jantar e agora eu podia até receber visitas na minha humilde residência.

Morar sozinha não é tão ruim. Cuidar da minha pequena casa não tem se mostrado muito difícil. Estou até conseguindo gerenciar minhas finanças. Mas chegar em casa e não ter ninguém te esperando é meio depressivo, por isso o telefone me socorre.

Voltando ao trabalho. Meus clientes, os eleitores, são, em regra, muito bons de se lidar. Muitos deles são bem humildes. E isso me colocou em situações bem inusitadas.

Certa vez chegou uma senhora me dizendo que precisava colocar o nome do marido no título eleitoral. Perguntei de novo e ela disse a mesma coisa. No final das contas, ela na verdade, queria mudar o estado civil de solteira para casado no cadastro. Ufa!

Perdi a conta de quantas vezes ouvi o pessoal me pedindo para ver se o título ainda funciona/presta, visto que passaram muito tempo sem votar.

Deve ser parecido com o que um médico recém-formado sente quanto vai consultar no interior.

Meus outros clientes são os membros das mesas receptoras de votos, comumente chamados de mesários, ah esses sim me dão trabalho. Foram 512 inicialmente convocados, 91 substituições realizadas e contando. Sete turmas de treinamento e mais uma para os faltosos.

Além disso, tratar de toda a logística das eleições, desde o que vai para seção até como vai ser feita a apuração.

A vida no interior tem muitas restrições, a principal delas é a internet. Aqui tem, mas quase faltando. Nem a do trabalho escapa. Mil anos para baixar o menor dos arquivos.

A distância também não perdoa. Para chegar os materiais também é uma eternidade. E para ir para casa são 6h30 de viagem de ônibus por estradas esburacadas.

Mas por outro lado, é bem mais fácil e barato ir à Fortaleza do que se estivesse em Cuiabá.

Outro problema é que todo mundo sabe que você é forasteira, onde você trabalha e logo também onde mora. Mas às vezes, penso se isso é de todo ruim.

As aventuras continuam por aqui. O furacão 2012 deu uma acalmada, mas estou profetizando que ainda vai sair mais uma nomeação: depois que eu passar pelo batismo de fogo das eleições, no apagar das luzes da validade do concurso, o TRT do Ceará vai mandar me buscar.

Mas por enquanto, só posso sonhar e dar cargas nas urnas!

Todo mundo votando nessas eleições, façam valer o esforço de todos os servidores que preparando tudo para a festa da democracia acontecer!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Eu fui (e voltei!): Fortaleza-Rio de Janeiro de ônibus


Uma experiência inesquecível, tanto que nunca mais espero ter que repeti-la na vida. Não vou revelar, por enquanto, os motivos que me levaram a fazer tal viagem dessa forma. Mas posso contar os detalhes sórdidos!



Tudo começou em uma terça feira (saída 14h -chegada no RJ quinta feira quase12h). E posso dizer que já começou mal porque o ônibus já chegou atrasado. Depois, foi embarcada tanta bagagem que parecia que todo mundo ia se mudar daqui. Eu estava levando duas malas, um delas só com o material para usar no ônibus, visto que são cerca de 2 dias de viagem daqui até o Rio de Janeiro. Para minha sorte, a cadeira do meu lado foi vazia o tempo inteiro e tinha bastante espaço entre uma poutrona e outra. (estimo entre 50cm a 70 cm) Se houve aquele espaço nos aviões iria ser perfeito. Espaço para pôr os pés. Um ponto a favor do ônibus. A cada mais ou menos 3h era feita uma parada e a cada mais ou menos 7h, o motorista era trocado. Isso é extramente importante para a nossa segurança. Um motorista disposto é um motorista alerta.

Como sabia que ia enfrentar longas e intediantes horas, solicitei a senhora LadyReaper do http://paponosense.blogspot.com, que me indicasse um livro que foi tão envolvente que eu não conseguisse largar. Resultado: levei "Jogos Vorazes" que devorei em um dia e meio e só porque estava me divertindo com outro livro de leitura obrigatória. Fantástico! Depois falo dele para vocês. E o segundo livro foi "Não conte a ninguém", muito bom também. Esse fui economizando para durar a viagem de volta.
Além dos livros, levei passatempo. Adoro resolver palavras cruzadas. Recheiei o mp4 de músicas e aulas para ir ouvindo no caminho e continuar os estudos (nerd é osso).

Banheiros e banho

Banheiro de ônibus, assim como de avião, é só para casos de vida ou morte. Então, minha política foi de, a cada parada, descer, esticar os músculos e resolver tudo o que precisava no banheiro dos postos/ponto de apoio rodoviário/restaurante/rodoviária. Muitos locais em parávamos exigiam pagamento para o uso do banheiro. Até ai tudo bem, mas o problema é que tinha lugares imundos, destruídos. Fala sério! Se vai cobrar, pelo menos preste um serviço de qualidade. E o papel higiênico era milimetricamente distribuído. Pelo menos, ninguém pode reclamar de desperdício.
O banho era um problema a parte. O medo de perder o ônibus e o incômodo de levar quase meio mundo de coisas para dentro de um espaço mínimo em que não havia lugar para pendurar nada deixava a situação supertensa. Meu primeiro banho na viagem foi de água quente, mas quente mesmo, na verdade, pelando! Socorro! Na volta já estava por dentro dos macetes e fui mais bem preparada e arrumei um banho frio e refrescante nas terras baianas.

Comida

Como falei em um post anterior, estou de dieta. Imaginei a dificuldade de seguir à risca as recomendações da nutricionista, mas não achava que ia gastar boa parte dos recursos da minha viagem com comida e que não era lá essas coisas não viu... nessa brincadeira, acabei emagrecendo 1kg. E assim nasceu a dieta do ônibus. Desculpem-me os baianos, mas foi por ai que os valores eram mais exorbitantes. Já em Minas, não posso deixar de falar do pão de queijo delicioso e no preço que eu comprei e comi com gosto de quero mais. "Bão demás"!
Na volta, não pensei duas vezes, passei no supermercado, comprei tudo que queria e precisaria para os dois dias da volta (inclusive papel higiênico=P). Economia total. Em proporção, gastei apenas 30% do valor para alimentação da ida com comida na volta. E comi bem, frutas, inclusive. (Por frutas, entenda-se bananas).

Trilha sonora

O pessoal tanto que fez que conseguiu convencer um dos motoristas a ligar o DVD. Começamos a ver o show do Alexandre Pires, que travou irreversivelmente e foi desligado. Alguém, maleficamente, andava com os DVDs de Paula Fernandes (exibido 3 vezes), Aviões do forró (exibido 2 vezes) e Eduardo Costa (exibido 1 vez) e tivemos de ouvir em som altíssimo durante toda a viagem. Meu gosto musical foi afetado irreversivelmente. "Se ele não te ama, se ele não te quer, vê se me esquece/Se me odeia, deita na BR, se me odeia, deita na BR! Vai, daquele jeito!" =D

Companhias

Passando quase 2 dias com um grupo de pessoas não tem como alguma coisa não dar errado. Havia uma pobre velhinha que não detinha mais o controle de sua bexiga. Então, precisava ir ao banheiro do ônibus de 20 em 20 minutos. Até ai tudo bem. Tudo bem, nada! Ela só ia quando o ônibus estava em movimento, vinha trombando e caindo, o que mobilizava todos os passageiros para ampará-la e ainda deixava um banheiro com uma aroma que nada parecia com o de rosas...

Atrás minha poltrona, vinham dois rapazes, funkeiros, que cantavam insistentemente as mesmas músicas, normalmente nas horas impróprias e nas horas que eu estava para dormir. Posso dizer que, pelo menos, tinham uma boa voz para cantar.

Mas comparada com a volta, isso foi fichinha.

Já no começo do meu retorno, um cidadão embargou no ônibus com uma garrafa de rum, que entornou sozinho. Depois veio conversar com outros rapazes que estava nas poltronas atrás das minhas (novamente a cadeira do meu lado veio vazia). Quando cidadão, que a essa altura estava totalmente bêbado, perguntou se podia sentar do lado de um dos homens com quem conversava. Diante da recusa do outro e com os brios feridos, voltou para sua poltrona. Estava vendo a hora de ele ser arremessado pelo vidro frontal do ônibus, tal era a maneira como ele cambaleava. 

Foi acudido por dois senhores que tentaram fazê-lo sentar, mas sem sucesso. 

Ele foi nocauteado depois de bater a cabeça no maleiro do ônibus e dormir (para não dizer que ficou inconsciente) boa parte do 1º dia de retorno. Depois acordou bem, sóbrio e provavelmente com uma dor de cabeça tão inesquecível quando a minha viagem.

Justamente quando eu pensava que tudo ia melhorar, outra leva de rapazes começou a beber. Na segunda exibição do DVD do Aviões, havia dois deles sem camisas dançando forró no meio do ônibus em movimento.

No final da viagem, eu já não conseguia nem sentar direito. Usei todas as posições possíveis e imagináveis.

Condição das estradas

Infelizmente em diversos trechos, a BR 116 está uma cratera só. Buracos que tomam faixas inteiras da pista e que não oferecem outra alternativa a não ser passar por dentro deles. Acho um verdadeiro milagre a viagem ter corrido sem qualquer problema mecânico no ônibus. De qualquer modo, a cada parada mais longa, o ônibus era verificado e tal.
Veja: http://baixioceara.net/trechos-da-br-116-entre-ico-e-jaguaribe-e-o-3%C2%BA-pior-do-pais

Você já deve estar se perguntando: "Afinal, teve alguma coisa boa nessa bendita viagem? Teve sim. O Brasil é simplesmente incrível. Passagens belíssimas. Visual fantástico. Isso fez o esforço valer a pena. Claro que seria melhor parar mais tempo para apreciar os locais e tal, mas não se pode ter tudo.

Como disse no início foi, sem dúvida, uma experiência inesquecível. Esse tipo de coisa serve para gente valorizar o que tem, principalmente no que diz respeito a conforto e paciência. Acho que nunca mais vou me queixar de atrasos aéreos, por exemplo. Troco sem nem pestanejar 45h de ônibus por 3h de vôo com escala, conexão e o escambal. Dá para sentir falta até da barrinha de cereal da companhia aérea. Mas se perguntar se eu encaro de novo uma viagem longa assim, mas de carro, aproveitando para conhecer tudo, pode ter certeza que sim. Eu quero desbravar o Brasil e conhecer tudo que tem de bom por aqui.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Calça de veludo ou bunda de fora

fashion fail - Down The Ghetto Rabbit Hole
see more Poorly Dressed 

Alguns dias atrás estava filosofando com meus queridos amigos e meu digníssimo e falávamos sobre como as roupas que usamos influenciam a percepção que as outras pessoas têm de nós.
Um deles nos contava que, depois de faltar quase um semestre na faculdade, chegou na sala de terno e gravata, passou a aula fingindo anotar coisas importantes no Ipad. Depois foi conversar com o professor sobre a frequência de sua ausência e o professor entendeu que se tratava de um homem ocupado e responsável e perdoou as faltas. 
Meu magnânimo ex-chefe da 4V contou-me certa a vez a seguinte história:
O dono de uma grande loja em um grande shopping foi visitá-la. Usava um traje, como direi, meio despojado (ou todo debochado, como meu pai fala). Entrou na loja, ficou um bom tempo, olhou e manejou algumas das mercadorias, mas foi totalmente ignorado pelos vendedores. Foi embora da loja e convocou uma reunião com os funcionários e o gerente da loja na primeira hora do dia seguinte. Fez questão de aparecer com a mesma roupa do dia anterior. Imagina a cara do pessoal quando descobriram que tinha confundido o chefão com um pé-rapado. Como sempre, eu faço o favor de esquecer o final da história, mas para ficar bem dramático, vamos continuar assim: o cara deu uma lição de moral na galera, disse que a loja era para atender a todos que ali aparecessem, demitiu todo mundo, com exceção do gerente, a quem incumbiu a missão de contratar uma nova equipe e treiná-la melhor.
E então, qual(is) é(são) a(s) lição(ões) de moral?
Ah, são várias! 
1. Se for engabelar o professor, siga o exemplo acima.
Sério, agora.
1. As aparecências enganam. Da mesma forma que o maltrapilho pode ser estribado (cheio de dinheiro), aquele que pinga ouro pode estar vendendo o almoço para descolar o jantar.
2. É importante se vestir adequadamente para cada situação dentro de suas possibilidades.
3.A primeira impressão não é a única que fica, pode ser mudada, mas demanda um esforço homérico.
4. Trata todos com educação e urbanidade e procure ver além de seus próprios preconceitos e da grife da roupa.
O significado da expressão que dá título ao posto é o mesmo de que 'Ou é oito ou oitenta', ou do melhor jeito ou de jeito nenhum!
Eu particularmente não mudo meu guarda-roupa a cada coleção que sai. É nessas horas que eu vejo como sou nostálgica. Cada roupa tem sua história, guarda memória dos dias em que a pessoa a usou. Vez ou outra consigo me desapegar e faço uma seleção de algumas para doação. Sim, mas voltando ao que interessa. 
Acredito que a roupa reflete a personalidade da pessoa, além de seu estado de espírito. Aprenda a usar isso a seu favor. Procure saber que tipo de roupa a ocasião pede e faça bonito. Falando nisso, sabe aquela dúvida cruel que temos quando a gente recebe um convite e tem aqueles termos enigmáticos: traje esporte, esporte fino, etc? Uma alma boa fez o favor de esclarecer e eu coloco aqui para acabar com nosso sofrimento.
  1. Esporte
    Esse é o traje mais simples e mais informal, o traje que nós usamos no nosso dia-a-dia. É muito usado para eventos diurnos e ao ar livre.
    Atenção: Simples e informal não significa que seja qualquer roupa. É sempre essencial vestir-se bem. 
    • Homens
      Calças jeans ou de brim com uma camisa de tecido ou camisa polo de malha. Dispensa gravatas e paletó, mas recomenda-se o uso de um blazer em dias frios. Para os pés, um “sapatênis” cai muito bem.
    • Mulheres
      Calças lisas ou estampadas, vestidos leves e floridos (inclusive os de alças), terninhos, bermudas, blusas. As bolsas devem ser de tamanho médio a grande e de material menos social possível. Use o mínimo de brilhos, jóias, bijouterias e afins. Pouca ou nenhuma maquiagem.
  2. Esporte fino / Passeio
    É o estilo mais intermediário, geralmente usado para ocasiões de certa importância, porém com um ar um pouco descontraído. Deve-se tomar mais cuidado pois existe uma certa formalidade presente. 
    • Homens
      Aqui, recomenda-se o uso de calças sociais ou de brim em conjunto com uma camisa de tecido e um blazer. Se estiver frio, uma camisa de malha com gola rolê cai muito bem. Para os pés, um sapato com bico mais arredondado.
    • Mulheres
      Se o evento vai até as 18h, túnicas, pantalonas, tailleur com calça ou saia. Para a noite, o recomendável é o tão famoso “pretinho básico”. Os vestidos só vão até os joelhos (longuete), com tecidos mais nobres. Brilhos devem ser usados com moderação. Bolsas e sapatos devem ser médios.
  3. Passeio completo / Social
    É um estilo mais sério, usado em ocasiões de importância tal como reuniões, encontros de negócios, jantares, apresentações, etc. 
    • Homens
      Para os homens é muito fácil. Terno e gravata. Nos ternos, é comum usar-se os lisos ou de dois padrões. Gravatas e sapatos escuros.
    • Mulheres
      Aqui, reinam os vestidos (longos a noite e longuetes de dia) e tailleurs. Decotes, fendas e transparencias (todos devidamente moderados) começam a aparecer mais. Os tecidos são nobres, as jóias ganham mais espaço. Os cabelos e a maquiagem tem que estar mais trabalhados.
  4. Gala / Black Tie / Traje a rigor
    São os trajes utilizados em bailes e eventos com muito glamour
    • Homens
      Sem muita conversa, aqui usa-se o Smoking. O ideal é se usar a cor preta. Dê uma atenção especial ao seu caimento pois aqui, cada detalhe é muito importante. A gravata é borboleta. Os sapatos devem ser pretos e podem ou não ser de verniz.
    • Mulheres
      Vestidos longos, normalmente com bainha abaixo do tornozelo (talvez até uma discreta cauda). Decotes, aberturas, transparências e brilhos podem ser usados. Saltos altos, meias finas (de seda), carteira pequenas ou de metal. Jóias, estolas e echarpes aqui tem seu lugar. A minissaia está proibida. Os cabelos podem estar soltos, mas o ideal é prender. A maquiagem é fundamental e deve estar perfeita.



quinta-feira, 21 de abril de 2011

Dos males, o menor!

 Acho que todo mundo concorda que problemas no computador são sinônimo de dor de cabeça, com maior ou menor intensidade. Todos têm o que reclamar do Windows, mas ainda não consigo trocá-lo. Correspondente Anônimo tenta incessante e insistentemente me convencer a mudar para o Linux, mas mesmos com todas as decepções  e problemas, continuo com o Windows. Ainda não tive o (des)prazer (?) de usar o Mac OS, então sem comentários.


O problema do Linux é que ele ainda é apenas para os iniciados da sociedades secretas dos entendidos em computador. Veja aí o primeiro passo para consertar o PC com Linux. Normalmente, consigo domar o Windows (hoje uso o 7) com o bom e velho reiniciar. Linux, porém, é um desafio! 
Sim, quando eu comecei a usar o Windows era difícil (a 15 anos atrás), para aprender a usar o Linux e ficar feliz com ele preciso de um aprendizado longo e árduo. Ou não. Continuo com o Windows mesmo e quietly weep algumas vezes quando esqueço de fazer backups.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Olhando por dentro: Renew Reversalist

Calma, eu não vou fazer propaganda. Vou satisfazer a curiosidade de muitas pessoas (C.A., inclusive). Esse produto tem uma embalagem, no mínimo, intrigante. Hoje, minha mãe abriu o troço e o mistério foi solucionado. E eu compartilho com vocês.
O mecanismo de ejeção do Renew Reversalist revelado! Espero que a Avon não me processe por engenharia reversa!(list! Hahaha)




Recomendo que quando você perceber que o produto não está mais saíndo, que você abra a embalagem, porque ainda tem uma quantidade razoável de creme dentro. Não pague caro (mas justo) e desperdice. Vou sugerir a Avon que lance o refil, além de ser mais ecológico e economizar material, diminui o preço e as vendas aumentam!

Seja curioso!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Pequeno manual do concurseiro viajante liso

Pessoas,
Até novembro de 2009, eu nunca tinha saído do Nordeste. Quando entrei nessa vida de concurseira, as primeiras provas que fiz foram aqui na cidade. Depois da aprovação no TRT7, senti que podia arriscar mais. E fui parar em Belo Horizonte. Desde então, minha mala está praticamente pronta todo o tempo. Virei uma viajante profissional, pelo menos pelo Brasil (Natal-RN, Teresina-PI, Belém e Marabá-PA, Belo Horizonte-MG, Curutiba-PR, Florianópolis-SC e em breve Campo Grande-MS e Porto Alegre-RS) . Aqui vai umas diquinhas para quem deseja alçar vôos mais altos e passar da soleira da porta de casa e aproveitar oportunidade de concurso em outros lugares.



1.Seja realista: Viajar para qualquer lugar para fazer concurso é sempre um investimento, e se você é um concurseiro liso, significa que dinheiro é dinheiro e não pode ser desperdiçado! Você deve ter condições de competitividade para enfrentar um concurso fora. É claro que não há como garantir aprovação, mas deve haver pelo menos uma chance real disso acontecer. Lá fora não é lugar de treinar.

2.Decida rápido: Quanto maior a antecedência, mais economia. Quando o edital sair, você precisa já ter decidido fazer a prova. Cada dia (em alguns casos, cada hora), os preços sobem.

3.Ônibus, carro ou avião? O meio de transporte a ser utilizado irá depender da distância do local do concurso e de seus recursos. Levem em consideração o cansaço da viagem, agravado ainda mais se você tem problemas para dormir (como eu). Fazer prova cansado é um tiro no pé. O carro é uma boa opção para um grupo de pessoas para uma distância razoável. Nos restante das hipóteses, a solução é o avião. 

4. Bagagem: leve o mínimo necessário. Afinal, ficar para lá e para cá com malas pesando toneladas, não é legal. Leve suas anotações e, se quiser, o Vade Mecum ou algum livro. Enquanto espera, por que não dar uma revisada? Se não conseguir olhar nada, serve pelo menos de conforto psicológico.
5.Acomodações: concurseiro liso não tem como escolher muito. Dividir quarto é uma boa porque faz cair bastante os custos. Essa opção está disponível principalmente em Albergues . Lembrando da dica nº2, os albergues são as acomodações mais baratas, então são as primeiras a lotar, assim, hurry up!  Dê preferência aos hotéis/pousadas mais centrais. O acesso é mais fácil e a chance de o local de prova ser próximo é grande.

6.Madrugue: se vai de avião, as passagens aéreas mais baratas normalmente são as da madrugada. A não ser que seja absolutamente necessário e próximo, não viaje no mesmo dia da prova. Atrasos e cancelamentos são muito comuns, melhor não arriscar.

7.Conheça o terreno: para mim, é quase um ritual. Normalmente chego um dia antes da prova. Depois de me acomodar no hotel/albergue/pousada e comer, é hora de visitar o local de prova. Isso serve para analisar os acessos e quantificar o tempo para chegar lá. 

8.A hora do turista: Depois da prova é hora de turistar. Ninguém é de ferro, né? Além do mais ir para uma cidade nova e não olhar nem de lado é covardia. Pesquise antes de ir, planeje-se. Ao chegar lá, procure obter mapas, informações com os moradores.

9.Com que roupa eu vou?(Contribuição do Correspondente Anônimo): É importante pesquisar as condições climáticas que você vai enfrentar na época da viagem e levar vestimentas de acordo.Lembre-se de ir fazer a prova usando roupas confortáveis, folgadas, para que você se sinta bem à vontade. Leve um agasalho, às vezes, o ar condicionado não perdoa.
Ufa!

No final das contas, essas dicas também servem para o viajante turista liso. Apesar de estar cumprindo uma obrigação, viajar é sempre bom, conhecer novos lugares, pessoas, culturas diferentes. Hoje em dia, a maioria dos cartões de créditos tem parcerias com programas de milha, informe-se com sua operadora e acumule já. Amplie seus limites (olha que slogan bom, patrocinadores... eu tenho futuro! Contatos pelo comentários!)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Desculpa, foi engano!


Acabei de levar o nome de mau-educada porque não quis dizer meu nome para uma atendente de telemarketing que ligou para a minha casa para falar com um fulano de tal que sequer mora aqui.

Telefone, sem dúvida, trouxe um mundo de vantagens e junto um monte de problemas. Acho que o ápice deles é o telemarketing. Você é acordado/interrompido para receber uma proposta de produto que você não solicitou e nem tem interesse. Quando você precisa usar esse serviço é obrigado a ouvir gravações interminável, gerundismos terríveis, e quando está próximo de resolver o seu problema, a ligação cai. Já ouviu essa história antes, né?

Pergunto-me se ainda pode piorar e piora.Murph não perdoa. Então, além do povo do telemarketing ligar nas horas mais esdrúxulas (é tinha que ser uma palavra feia assim para demonstrar a minha indignação), ainda liga atrás do povo errado. Certa época, cogitamos mudar de número de telefone, porque, às vezes, em muitas ocasiões do dia, recebíamos ligações atrás de pessoas que nem conhecemos. Desistimos não sei por que cargas d'água.

Agora temos um novo personagem: um tal de José Roberto. O povo liga para cá diversas vezes, atrás desse cidadão (?). Sabe é o que é mais irritante? A gente diz que não tem ninguém com esse nome morando aqui, ai eles querem um telefone de contato, enderenço... Comooooooooo? Se não conhecemos o indivíduo? A de hoje queria saber meu nome. Para quê? Acha bem que eu estou escondendo o fulano dentro do meu bolso. 
Ira a parte, eu sei, pessoal do telemarketing, que vocês estão fazendo seu trabalho, mas é fato que vocês, junto, provavelmente com os proctologistas, são os profissionais que causam às pessoas mais desconforto.

Por mais leis, portarias, instruções normativas que sejam lançadas, não há um efetivo controle sobre o que fazem com nosso número de telefone. Acho que deveria haver a opção, assim como existe nos e-mails de descadastrar e cancelar o recebimento. No final da ligação, do mesmo jeito que o povo gosta de fazer pesquisa, deveria disponibilizar a opção no menu: "excluir cadastro". Assim, não precisaria receber tantas propostas de cartão de crédito, plano de saúde, tv por assinatura, internet, plano ortodôntico etc.  Ah, falando em cartão de crédito, eles estão agora com uma mania de querer oferecer dinheiro para a pessoa ficar internada... Imagina o diálogo:
Médico: O procedimento cirúrgico é simples, você já sai no mesmo dia...
Paciente: Ô doutor, será que eu não podia ficar internado assim... um mês... é que 'tô com as conta do crediário para pagar e ganho 50 conto por dia internado... dá até pa' sair algum ai po' senhor...
Um pouco mais de bom senso, né?

domingo, 7 de março de 2010

Trânsito em Fortaleza está uma loucura!

 
Fortaleza está um verdadeiro labirinto! Você passa por uma rua e na volta ela está interditada. Em alguns lugares não tem nenhuma placa de sinalização e você tem que dar voltas e voltas para descobrir como voltar para casa. 

Não tem como manter o bom humor em horas como essa. Tudo mundo estressado, com pressa... Imagine na hora do almoço, é uma verdadeira guerra! E ai acontecem acidentes, e o que mais? 

ENGARRAFAMENTOS!

Moro acerca de 10 km do curso que freqüento e levo quase 45 minutos para chegar lá. É algo impensável. Muitos carros, vias desorganizadas, o transporte público também não ajuda em nada...

Dia de chuva então, é um inferno! Todo mundo resolve sair de carro. Ruas alagadas, bueiro abertos, correnteza, acidentes. É uma verdadeira aventura!
Ajudando minha mãe em uma pesquisa, encontrei o seguinte vídeo, que mostra um projeto de um arquiteto brasileiro chamado Guto Índio da Costa, que traz uma sugestão para combater os problemas de engarrafamento e deficiência do transporte público.

Enquanto isso, o jeito é encontrar uma forma de aproveitar o tempo preso no trânsito. Estou resolvendo questões de concurso, ouvindo aulas, aprendendo italiano, está sendo bem produtivo... (definitivamente não).

O pior de tudo é escutar o cara da engenharia de trânsito na tevê dizendo que se trata de uma ciência e deve ser tratada como tal. Sei, eles mudam os sentidos das ruas aqui como se muda os horários da programação do SBT.

Deve ser mais ou menos assim: o cara acorda de manhã, pega um mapa de Fortaleza e atira vários dardos, nas ruas/avenidas em que cairem os dardos ímpares, muda-se o sentindo, se cair par, fecha a rua. E a gente que se vire para achar o caminho de casa.

Vou voltar a ter um livro dentro do carro.




quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Peripércias - Parte I



Dezembro é praticamente sinônimo de Natal, que o digam os comerciantes, que hoje em dia já começam os preparativos em pleno novembro, quando não, mais cedo ainda. Espírito natalino a parte, estávamos eu, mamãe e Lady Reaper saindo de um shopping, felizes e cheias de sacolas, quando de repente, um motoqueiro maluco passava 'vuado' e eu, claro, não querendo inaugurar minha ficha criminal, dei uma freadinha básica. Para o meu azar, o cara da Hilux atrás de mim não percebeu e lá se foi o meu parachoque e o porta-mala ficou amassadinho, coisa pouca, mas não era possível abrir. O cara gesticulava bastante e eu fiquei supernervosa. Ele e a esposa desceram, e civilizadamente tratamos do ocorrido. Novamente não chamei o corretor do seguro, o nervosismo apagou as 'lamparinas do meu juízo' e pensei que dessa vez tinha abusado da sorte. Peguei os dados, chequei telefone.

Quando a adrenalina saiu do meu sistema, liguei para o corretor e expliquei a situação. Supertranquilo, me explicou que eu deveria ter procedido de uma maneira totalmente diversa, mas a despeito disso, procurou me oferecer outra solução.

Ofereceu-se para ir à oficina comigo fazer o orçamento do prejuízo. Ufa!

O dano foi tão sério, apesar de pouco aparente, que, para fazer o orçamento, foi preciso desmontar toda a parte traseira do carro. Apenas no final da tarde, obtive os valores.

Agora chegava a parte mais difícil: a facada. Liguei para o primeiro telefone e não obtive resposta. Já estava suando frio pensando que iria arcar sozinha com aquele prejuízo, em razão de meu nervosivo e pela segunda vez. Consegui falar com a esposa do cidadão (deixe-me confessar uma coisa: coloquei o nome do cidadão no Google, só para ver o que é que dava, pois diz aí que o cara e a esposa são pessoas importantes em Varjota) que prontamente se ofereceu a fazer uma transferência do valor para minha conta, enquanto isso, o marido dela tentava entrar em contato comigo. No final das contas, recebi o cheque na mesma tarde. Varjota (município) pode se orgulhar de ter cidadãos tão honestos (sorte a minha).

A via crucis foi realmente o conserto do carro. Isso ocorreu uma semana antes do Natal, eu iria viajar junto com o Correspondente Anônimo e seu irmão para a 'Terrinha quente' na terça-feira seguinte e a oficina só iria funcionar até terça.

Solução: troquei apenas a fechadura do porta-malas. O conserto maior seria feito apenas em 2010. O que era para ser um conserto rápido me consumiu a paciência durante o sábado e a segunda-feira inteira. Cheguei na oficina faltando meia hora para acabar o expediente decidida a levar o carro, consertado ou não, para casa. Para minha sorte e a do cara que eu iria esganar ao chegar lá (Poxa, se não era possível fazer o serviço no tempo previsto, que dissesse logo. O que me deixa doente é prometer e não conseguir cumprir e o pior: me enrolar) ligou para mim. Atendi o telefone de frente para ele e disse: Me dê uma boa notícia. "O carro está pronto".


Pronto, chega de batidas de carro pelo resto da vida! Já gastei minha sorte toda. Próxima vez que alguém encostar no meu carro, chamo juizado móvel, AMC, Barra Pesada, 190, as Forças Armadas, mas só saio de lá com acordo assinado, seguro acionado ou dinheiro no bolso. Nesse Brasil ainda existem pessoas honestas e, como diz um querido amigo meu, Fernando (4V), a gente tem sempre que olhar o lado bom das coisas, por piores que elas sejam! Assim, o lado bom dessa história toda foi que constatei que a palavra de honra ainda vale alguma coisa (em Varjotas, temos bons exemplo) e a segunda coisa é que, no almoço que infelizmente não pude ir, haveria um "Amigo Secreto". Comprei 'Histórias Extraordinárias" de Edgar A. Poe, que simplesmente adoro, mas que nunca adquiri, apesar de já ter dado de presente. Essa seria a segunda vez que eu presentearia alguém com esse livro que tanto desejava. No final das contas, em razão do imprevisto, fiquei com o livro.:)


Ai ai, o pobre do meu carrinho! Tá novo, novo! Pinturinha supimpa! Que os futuros compradores não saibam a longa história de aventuras ele já percorreu:

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

De volta!

Galera! Que saudade!Vou dar uma espanadinha aqui para tirar a poeira desse blog abandonado por quase um mês! Voltei finalmente das minhas férias do mundo! Uma parte no interior, descansando minha beleza da cidade grande e a segunda parte, em grande estilo, no Rio de Janeiro. Aproveito para deixar meus desejos de um ano fantástico e cheio de realizações para nós todos. Estou reunindo minhas trocentas fotos e preparando um post de respeito sobre as minhas aventuras no Rio, vou aproveitar também para contar minhas peripércias em Belo Horizonte em novembro passado, e ainda Avatar e no final de semana, Sherlock Holmes!

domingo, 18 de outubro de 2009

Aprendendo com os erros

foto: Blog Antes de Paris
Grande parte de nosso aprendizado é feito através da, muitas vezes, dolorosa técnica da tentativa e erro. Por isso sábio foi quem percebeu pela primeira vez que era mais fácil aprender com os erros dos outros, surgindo então a técnica da observação, bem mais eficaz e indolor.
Bom, a história que vou contar hoje aconteceu ontem a noite e foi então que começou a saga das baterias!
Urucubaca geral! Temos dois carros em casa e os dois deixam de funcionar no sábado a noite! Alguém merece? A maior parte dos mecânicos curtindo o final de semana e eu, meu pai e o Correspondente Anônimo quebrando cabeça para dar um jeito naquela situação. Nós como mecânicos somos bons (respectivamente) advogada, vendedor e cientista da computação. Diagnosticamos em uníssino que se tratava de problema na bateria. Conferimos o manual, de posse dos da amperagem, fomos ao Extra (no carro de amigo do meu pai), compramos as benditas baterias, conseguimos ferramentas e voltamos para casa.
Então a surpresa, ninguém se preocupou em olhar o jeitão da bateria... compramos uma gordinha demais para o carro do meu pai e a do meu carro estava presa à alma do carro, era preciso de uma milagrosa chave em L para conseguir arrancá-la. Fomos vencidos pelo cansaço, desânimo, frustração. Agimos no impulso e saimos no prejuízo.
Em casa, tive a curiosidade de entrar no site da marca da bateria automotiva que nós compramos e não é que tinha um link assim: descubra a bateria de seu carro! Fácil, fácil. Peguei a referência. Para se ter uma idéia de quão equivocados nós estavamos, a bateria que compramos para o carro do meu pai, servia para o meu...
Conseguimos fazer meu carro funcionar com a boa e velha "chupeta".
Dormimos o problema, e hoje pela manhã conseguimos devolver as baterias. Fizeram um estorno manual do valor que eu paguei, espero do fundo do coração que daí não surja mais um problema, mas isso fica para outro história.
Agora de posse da referência correta da bateria, dirigimo-nos a uma loja especializada e compramos a bateria correta para o carro do meu pai. Ele a instalou e o carro voltou a vida. It's alive! Que maravilha!
Sal grosso e olho grego para tudo quanto é lado agora! Uhuu!
Da próxima vez, nada de desespero, o Sr. Google responde e a gente resolve.

terça-feira, 30 de junho de 2009

O cliente tem sempre razão ou o vendedor que insistia demais

Eu sou filha de comerciante e tenho a venda no sangue. Apesar de ter me formado (ai é tão emocionante dizer isso) em Direito, acredito que no final das contas, o advogado vende uma versão da história e se o juiz comprar o cliente é vencedor. Pois bem. Como cliente eu sou um ser inconstante. Depende do meu humor e da competência do vendedor ou vendedora que me atende. A atendente de uma loja de perfumes não levou a melhor comigo hoje. Uso o mesmo perfume a quase oito anos (é o meu cheiro já), mas fora isso não consumo nenhum outro produto dessa marca (maquiagem, creminhos, etc). Cheguei no balcão como quem pede um almoço: quero um perfume tal tal e outro tal e qual.
_ A senhora não gostaria de levar o produto x, está com o desconto de R$ 10,00.
_Não. Respondi secamente, sem justificativas desnecessárias. Há tempos, já sai dessa nóia de achar que qualquer desconto é lucro.
_E que tal o produto Y?
_Não.
_ E o Produto Z?
_Não. Não vou comprar nada que eu não uso.
Pensei que tinha encerrado o assunto. Entreguei o cartão de crédito já dizendo "Crédito, uma vez por favor". Junto entreguei o cartão fidelidade da minha mãe. Ai a ladainha começou de novo.
_Você tem R$ 7,00 no seu fidelidade, assim o produto x sai por R$ 5,00
_Não.
_ Mas então leve pelo menos o produto Y, sai de graça.
_Não.
_Eu não acredito que voce não vai querer levar de graça esse produto.
_Não.
Ai a maldita teve a audácia de olhar para mim e dizer:
_Então eu posso ficar para mim?
É nessas horas que digo: "Ainda bem que eu não tenho porte de arma..."
_ Claro que não. Por favor encerre logo que eu tenho mais o que fazer da minha vida!
Resultado: Ela está na minha lista negra. Nunca mais compro nada com uma vendedora assim.
O segredo do bom vendedor é ler o cliente e saber antecipar o que ele precisa ou ainda criar a necessidade da compra de um produto mas fazendo com que ele ache que foi idéia dele. Sim, eu sei, é pura manipulação. Não adianta insistir querendo desencalhar um produto da loja, ou se desmanchar em insinceridades. Cliente detesta vendedor falso. Ainda mais se ele estiver sozinho. Quando leva seu próprio comitê julgador, nem dá bola para sua opinião, agora sozinho, ele precisa da opinião sincera do vendedor. Se o cliente consegue, o vendedor obtem duas vitórias: a venda e a confiança do cliente que ocasiona sua volta ao estabelecimento e a propaganda boca-a-boca.
Amigos vendedores, lembrem-se da máxima comercial: o cliente tem sempre razão e tem mesmo.

terça-feira, 31 de março de 2009

Erro de português no Yahoo! Mail


Ninguém escapa de erros de português! Ainda mais com essa maldita reforma ortográfica, mas esse do Yahoo foi horrível. Parei de escrever o e-mail e printscreenei (que horror de neologismo! - é o sujo falando do mal lavado!) e posto para vocês agora!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Wanderson, você consegue!

Eu me considero uma pessoa de sorte, porque encontrei o amor da minha vida há quase oito anos atrás. Mas isso não é fácil! Assim, indicada na lista, faço a minha parte para ajudar esse rapaz a deixar de ser solteiro.

Em tempos tão difíceis não podemos fechar os olhos para o próximo. Precisamos ajudar a quem menos tem e mais necessita de doações!

Uni-vos em uma grande corrente para que pessoas como Wanderson, brasileiro, honesto, trabalhador, parem de sofrer tantas provações!

Nosso amigo tá precisando de uma pessoa linda, especial e essa pessoa pode ser... você leitor(a) deste blog. Tá solteiro? Tá fazendo NADA? Então dá mole pro Wanderson, coitado!

Se não for você a pessoa pra vida do moço fassavor de passar isso pra frente, até ele desencalhar.
Blogueiro amigo, publique este post (control cê control vê) e indique esta corrente pra cinco blogs de gente com coração mole e que se comoverá com nossa causa!

Prestenção no sex appeal




Quem se condoeu com nossa causa o link do moçoilo é:


http://www.desencalhawanderson.com.br/


And the nominees are: (continuem a corrente, senão vocês vão ter uma crise crônica de remorso!)

Hard Nerd: http://hardnerd.blogspot.com/
O cara da locadora: http://ocaradalocadora.com.br/
DiáriaMente: http://diariamenteeu.blogspot.com/
Vida em um giga: http://vidaemumgb.blogspot.com/
Uptown Girl: http://staredwithfire.blogspot.com/

Vamos ajudar o Wanderson, que explica: "No meu nome, a letra 'W' (dáblio) tem o mesmo som que a letra 'u'."
Estamos aqui na torcida!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Problema resolvido!


Pessoal,
primeiramente obrigada pela torcida! Ai, hoje de manhã soube do desfecho da minha história e agora vou contar para vocês com detalhes.
Estávamos eu e minha irmã LadyReaper voltando para casa, conversando sobre a vida, quando de repente, sentimos uma batida no nosso carro. O sangue subiu imediatamente à minha cabeça e dei graças a Deus por não ter porte de arma e não ter nenhum objeto pontiagudo ao meu alcance. Antes de sair do carro, respirei fundo e fui. As meninas do outro carro saíram de mãos para cima quase gritando "Calma, calma, nós temos seguro!" Eu estava estranhamente calma (LadyReaper disse que eu estava em choque), não liguei para meu pai, nem para o corretor do seguro. Elas sugeriram que eu levasse o carro na oficina e fizesse um orçamento que era melhor do que acionar o seguro. Eu concordei e fomos embora, sem perícia sem nada. Trocamos telefones e demais dados.
Fui com meu pai na Ceará Autos (onde a gente costuma fazer os nossos consertos - não esse post infelizmente não é patrocinado...) para fazer o orçamento:
Com a troca do parachoque o valor era 800 reais mais ou menos e se fosse só para reparar (que foi que nós escolhemos) seria apenas a metade do valor. Detalhe: o valor do parachoque novo sem pintura era 416 reais....0. O! Entrei em contato com o pessoal e informei o valor. Eles acharam muito caro e acho que foi ai que a ficha começou a cair. No final da ligação, depois ter falado com meu pai (um vendedor de primeira, modéstia à parte) eles concordaram em pagar.
Na segunda-feira à noite, eu estava mal, supercansada, e tive um sono muito atribulado, como contei no post anterior. Na terça, acordei doente. E começou o desespero: Meu Deus e se eles não pagarem? Revoltei-me contra mim mesma por ter vacilado tanto. Caracas, de que me serviram cinco anos de Direito e quando eu preciso usar em meu favor, faço tudo errado! Passei o dia me torturando e quando não recebi nenhuma ligação me dizendo que estava tudo certo, me desesperei mais ainda. Quando fui à academia, me distraí um pouco e até melhorei fisicamente. Na hora de dormir, já estava pensando como faria a petição inicial! Já estava me amaldiçoando! Hoje de manhã, era a hora da verdade! Liguei para a oficina e perguntei. Sofri uma descarga de adrenalina, fiquei com as pernas bambas até. Falei com o funcionário que nos atendeu e perguntei: Gustavo, o pessoal apareceu ai para pagar? Fechei os olhos e esperei pelo pior... Ai ele falou: Sim, está tudo ok, eles vieram ontem e acertaram tudo. Perguntei de novo! Ele me deu a mesma resposta. Ufa! Meu carro fica pronto no sábado.
Moral da história:
1. Siga sempre os procedimentos do seguro e ande com um telefone atualizado do seu corretor.
2. Se tiver dúvidas pergunte! Fale com alguém de confiança (no meu caso, devia ter ligado para meu pai!)
3. Ainda existem pessoas honestas nesse mundo! E essa foi a lição mais importante. Tudo foi resolvido em dois dias, porque as meninas que bateram no meu carro agiram com boa-fé e probidade. Esse país ainda tem jeito!

terça-feira, 24 de março de 2009

Dúvida e preocupação

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Ai, pessoas, me desculpem, mas eu vou usar o blog hoje como ferramenta de desabafo... Estou passando por uma situaçãoem que não vou entrar em detalhes ainda (quando eu souber o desfecho, conto para vocês, não é nada grave, eu juro) e estou preocupadíssima se ela vai se resolver ou não. O que acho interessante é a forma como essa dúvida e preocupação se manifestaram em mim. Sabe, acordei como se tivesse levado uma surra, depois de um sono atribuladíssimo que não me rendeu nenhum descanso. O que é pior é que posso estar fazendo uma grande tempestade em um copo d'água... I can' help it! Acho que no fundo eu gosto de me torturar.A grande questão é que eu tivesse seguido o procedimento correto, talvez não estivesse aqui roendo as unhas para saber como essa história vai terminar (e eu espero que termine bem, para o bem da minha saúde...) Eu aprendi a lição, pelo menos, se acontecer isso de novo, eu farei o procedimento seguindo todos os trâmites, me assegurando por todos os lados. Chega de sofrer por causa da dúvida! AAAAAAAhhhh! Socorro! Calma, calma! Vamos ver que bicho dá....
Apesar de vocês não terem a menor idéia do que se trata, por favor, torçam por mim!

quinta-feira, 5 de março de 2009

O que define quem eu sou - meu comentário

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Bem, primeiro quero consignar minha indignação por ter pedido tudo que eu escrevi no comentário ao texto do Aluízio, porque minha net caiu. Como é muita coisa, vou colocar no post.
O que define quem eu sou é uma pergunta filosófica daquelas que faz a mente da gente entrar em parafuso.

Vamos ao nível celular. O que faz a célula se dividir? O que motiva o espermatozóide a seguir uma corrida alucinada em busca do óvulo e este fecundado dividir-se e formar um novo ser? Como uma célula sabe que nasceu para ser parte do olho e não da unha do pé? Uma combinação refinada de substâncias químicas desencadeia esse processo. Ok, mas quem decidiu essa combinação ou você acredita que um ser humano pode ter sido fruto do acaso? (ou pode?)
Somos bebês agora e compartilhamos o sangue de nossa mãe, somos um parasita (usando a expressão do Dr. House) para quem as mães escolhem lindas roupinhas. Os sentimentos da mãe nos são comunicados através das substâncias químicas que os traduzem. É o começo da influência externa. Então experimentamos emoções, mas sem que possamos associa-las a uma situação especifica. Nós já somos pré-programados (idéias e informações já determinadas)? Ou não, somos uma ''página em branco". Se somos me pergunto uma coisa: como o bebê sabe que precisa sugar o seio para conseguir leite? Imagine a situação: você não fala a língua das pessoas ao seu redor e elas te oferecem um aparelho que você nunca viu na vida. Como você explica como sabe usá-lo? De onde você conseguiu essa informação? Instinto? Será que já vem impresso no dna dos mamíferos? E se isso vem impresso e por isso pode ser transmitido, o que mais vem nessa receita? Sabemos que caracteristicas fisicas e algumas doenças são transmitidas pelos genes. Mas o que mais nos passa? Lembranças? Medos? Fobias? Acho que não. Estamos falando do que há de mais abstrato em nosso ser. Aquilo que nós só provamos que existe porque todos nós temos. O máximo que já consegui-se demonstrar de pensamentos foi a ativação de certas áreas do cérebro. Ai passo a para reencarnação: se levamos conosco todas as nossas experiências de vidas passadas - ainda que não lembremos - o corpo passa a ser um mero envólucro que em breve vamos abandonar. Isso implica dizer que há dentro dele, o que realmente podemos chamar de "eu" composto por uma consciência, uma inconsciência e um grande acervo de memórias? Me pergunto como a gente não se perde no caminho? O que mantém essas coisas unidas (se é que podemos falar assim)?
É metafísica demais para um post só.
Acho que nós temos algumas idéias pre-determinadas (vou chamá-las de instintos) e muito espaço em branco para acrescentar outras ao longo da nossa existência. O que nos define fisicamente é um conjunto de caracteristicas únicas (ainda no caso de gêmeos) influenciada pelo meio. O que nos define (não sei nem que palavra usar) em um aspecto não corporal é o conjunto de nossos pensamentos, lembranças, medos, fobias, consciente e inconsciente, igualmente influenciados pelo meio, pelas pessoas ao nosso redor, por nossas experiências sensorias, emocional e físicas. Essa é minha humilde opinião.
Obrigada Aluízio por me permitir essa reflexão e desenferrujar o lado filósofa.
Quanto ao primeiro ser... bem estou no escuro junto com você.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Milagre de Natal ou O homem que não sabia morrer

Francês tenta se suicidar quatro vezes durante a noite de Natal

Sex, 26 Dez, 04h04

ANGERS, França (AFP) - Um homem de 65 anos tentou, sem êxito, suicidar-se em quatro ocasiões, cada uma delas com um método distinto, durante a noite de Natal e, finalmente, foi hospitalizado com ferimentos leves.

O suicida, que reside na localidade de Martigné-Briand (centro-oeste da França), estava separado de sua esposa há algumas semanas e não suportou passar a noite de Natal sozinho.

Segundo os bombeiros, primeiro, ele tentou se enforcar, mas a corda arrebentou. Depois, tentou se degolar com uma faca, mas foi em vão.

Após os dois fracassos, abriu quatro botijões de gás que tinha em casa, mas não conseguiu se asfixiar. Por fim, jogou gasolina e ateou fogo à própria casa.

Cerca de 30 bombeiros conseguiram controlar o fogo, que destruiu parte do lugar e quase se estendeu para casas vizinhas.

O suicida foi resgatado com ferimentos leves e, agora, está sob observação em um hospital de Angers.


Eu, hein... Sustento a teoria de que se não for sua hora você não morre, é assim que eu me explico a existência de sobreviventes de acidentes sinistros. Esse pobre francês ai... Meu Deus! Não era a hora dele mesmo! Depois de todo esse trabalho, só conseguiu umas feridinhas e uma casa destruída.

domingo, 28 de dezembro de 2008

I'm back!

Desculpem minha ausência. Estou de férias de verdade, numa cidadezinha do interior (quente que só o inferno) maravilhosa, com o Correspondente Anônimo, os dois de papo para ar. E uma das coisas a se fazer nas férias é desconectar-se! Curtir a vida real, economizar energia életrica e as mãos.
Estou aproveitando as pequenas coisas como almoçar com todo mundo à mesa, sentar na área, ler junto e conversar. É bom demais! Andar a pé na rua (apesar de que isso nem sempre é recomedável, a depender do horário, você pode morrer desidratado, já adivinhou onde eu estou?) e ver como as coisas pouco mudaram aqui. Estava falando ontem, o que eu gosto das cidades do interior é a estabilidade: as casas, as pessoas são as mesmas e estão nos mesmos lugares.
Assim, os posts até o próximo ano vão ficar mais escassos, espero que o restante da equipe me supra nessa falha e até lá bom fim de ano!

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