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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Como destruir uma ótima série....

Acabei de ver a season finale de Dexter e estou decepcionada. Ou melhor, decepcionada eu estive a última temporada toda. Eu estou revoltada como os responsáveis conseguiram destruir e fechar um série tão boa quanto essa de uma forma tão tosca.
Para mim, Dexter trata-se de um dos poucos casos em que a série se iguala e talvez até supere um pouco o personagem e a trama do livro.
Assassinos como o Ice Truck Killer e Trinit são impagáveis e nos renderam episódios e finais de temporada eletrizantes.
Mas ai surge a questão? Como terminar? Dexter morre? Vai pagar pelos seus crimes? Se arrepende? Se redime? Eu sei que é difícil, não tinha dúvidas disso. Mas o que presenciei durante toda essa temporada foi uma total maluquice, com direito a personagens tirados da cartola, porque nunca sequer houve qualquer menção até então.
A partir daqui Spoilers.

Tudo começou com a aparição da psiquiatra que teoricamente criou o Código, que SEMPRE foi Harris's Code. O mérito era todo dele, um policial que resolveu direcionar a necessidade assassina de Dexter e acabou tornando-o uma arma para alcançar aqueles que de alguma forma escapuliam do sistema e sairiam impunes.
Ai a gente ainda tem que aturar a relação doentia da velhinha louca e Dexter. A única parte de boa dessa temporada foi ver o atrito entre Debra e Dexter. A despeito de no livro, ela desconfiar e simplesmente parecer não se importar que ele é um serial killer, já que depende basicamente dele para resolver todos os casos, na série, ela se faz de cega para melhor passar. Escolheu Dexter e atirou em LaGuerta e teve que conviver com isso. Depois, quase coloca tudo a perder contando tudo. Tenta matar Dexter, o ponto alto dessa temporada, ai depois fazem as pazes...
Ai vem Hannah MacCay do nada para bagunçar ainda mais o coreto... mais uma vez ele vai tentar ser um cara normal. Com Rita, até dava para passar, mas tentar começar uma vida normal quando sua suposta alma gêmea é outra serial killer reaproveitada de uma temporada passada é de lascar.
Ai, arrisca tudo, vai totalmente contra o Code e bota tudo a perder.
Finalmente a chata da Debra morre, o que já poderia ter acontecido diversas e diversas vezes mais cedo para o bem da humanidade. Dexter faz queima de arquivo e livra todos de sua existência...
me poupe né... ridículo. Simplesmente ridículo.
Preferia que ele tivesse morrido. Preferia que ele fosse levado a julgamento pela morte de Saxon e no meio do processo a verdade viesse a tona e todos vissem o verdadeiro Dexter, a face do Dark Passenger  que os fãs tanto amam. Seria legal ver o pessoal dividido entre a crueldade e a frieza do assassino e da justiça trazida pelo vigilante. E se Dexter fosse à juri?
Qualquer coisa teria sido melhor do que o que vi hoje. Espero que os livros possam me consolar e que Jeff Lindsay tenha mais zelo com Dexter.
Pronto, falei
Não merece nem fotinha...
Tonight will never be The Night for Dexter...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Desculpa, foi engano!


Acabei de levar o nome de mau-educada porque não quis dizer meu nome para uma atendente de telemarketing que ligou para a minha casa para falar com um fulano de tal que sequer mora aqui.

Telefone, sem dúvida, trouxe um mundo de vantagens e junto um monte de problemas. Acho que o ápice deles é o telemarketing. Você é acordado/interrompido para receber uma proposta de produto que você não solicitou e nem tem interesse. Quando você precisa usar esse serviço é obrigado a ouvir gravações interminável, gerundismos terríveis, e quando está próximo de resolver o seu problema, a ligação cai. Já ouviu essa história antes, né?

Pergunto-me se ainda pode piorar e piora.Murph não perdoa. Então, além do povo do telemarketing ligar nas horas mais esdrúxulas (é tinha que ser uma palavra feia assim para demonstrar a minha indignação), ainda liga atrás do povo errado. Certa época, cogitamos mudar de número de telefone, porque, às vezes, em muitas ocasiões do dia, recebíamos ligações atrás de pessoas que nem conhecemos. Desistimos não sei por que cargas d'água.

Agora temos um novo personagem: um tal de José Roberto. O povo liga para cá diversas vezes, atrás desse cidadão (?). Sabe é o que é mais irritante? A gente diz que não tem ninguém com esse nome morando aqui, ai eles querem um telefone de contato, enderenço... Comooooooooo? Se não conhecemos o indivíduo? A de hoje queria saber meu nome. Para quê? Acha bem que eu estou escondendo o fulano dentro do meu bolso. 
Ira a parte, eu sei, pessoal do telemarketing, que vocês estão fazendo seu trabalho, mas é fato que vocês, junto, provavelmente com os proctologistas, são os profissionais que causam às pessoas mais desconforto.

Por mais leis, portarias, instruções normativas que sejam lançadas, não há um efetivo controle sobre o que fazem com nosso número de telefone. Acho que deveria haver a opção, assim como existe nos e-mails de descadastrar e cancelar o recebimento. No final da ligação, do mesmo jeito que o povo gosta de fazer pesquisa, deveria disponibilizar a opção no menu: "excluir cadastro". Assim, não precisaria receber tantas propostas de cartão de crédito, plano de saúde, tv por assinatura, internet, plano ortodôntico etc.  Ah, falando em cartão de crédito, eles estão agora com uma mania de querer oferecer dinheiro para a pessoa ficar internada... Imagina o diálogo:
Médico: O procedimento cirúrgico é simples, você já sai no mesmo dia...
Paciente: Ô doutor, será que eu não podia ficar internado assim... um mês... é que 'tô com as conta do crediário para pagar e ganho 50 conto por dia internado... dá até pa' sair algum ai po' senhor...
Um pouco mais de bom senso, né?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Eu? Dona de casa?

Minha mãe teve que tirar umas férias forçadas das atividades domésticas e sobrou para LadyReaper e eu o 'gerenciamento do lar'. Dona Madame LadyReaper, entretanto, tem aula todos os dias de manhã, isto é, o período críticos dos afazeres do lar. Em resumo, "se só tem eu vai eu mesmo!".
As pessoas que me conhecem podem atestar com muita propriedade que não sou uma moça, como direi, prendada. Cozinha, para mim, é apenas o lugar para comer. E devo dizer, que a parte mais difícil de ser dona de casa é pilotar o bendito fogão. Acrescente-se a isso o fato de minha mãe ser uma ótima cozinheira, e eu, bem, ¨¬¬não... Coitadas pessoas que comem aqui.
Preparar qualquer coisa na cozinha exige uma combinação precisa de elementos. O problema é que essas quantidades nem sempre estão precisamente determinadas. Quanto é uma pitada? Sal a gosto de quem? Aprendi que 'colher de mãe' é quando você enche a bendita colher de sopa de forma beeeeeeeeeeem generosa, coisa de mãe mesmo! :O C-----
Depois de fazer a misturada  a comida, é importante não esquecer que ela está no fogo...Os primeiros macarrões que eu fiz ficaram muuuito cozidos. Não sei porque a gente não pode comer lámen todo dia...
Mamãe teve piedade e deixou trocentos potinhos com a carne/frango já temperados, mas eles estão acabando e eu estou preste a ter que meter a mão na massa, ou melhor, a faca na carne. Sei que é besteira, mas dá nojinho...Ah é, nunca lavei tanto as mãos na minha vida. Cada vez que pego um ingrediente diferente, água e sabão, no final do dia, parece que eu passei o dia de molho na piscina.
Estou conseguindo dar conta porque minha mãe está me supervisionando e evitando que eu cometa atrocidades alimentares. 

 Essa foto do Cogumelo Louco traduz de forma bastante apurada os meus talentos culinários

Outra dificuldade é escolher os alimentos. Encontrar frutas maduras é uma verdadeira ciência. Salvo bananas que, ou estão verdes, amarelas (maduras) ou pretas (podres), as outras frutas são uma verdadeira caixinha de surpresa. Nada impede que aquela maçã linda e vermelha, digna de Branca de Neve, esteja 'vencida'. Tangerinas de propaganda pode estar azedas,  aquele maracujá enorme pode está oco. E ai como faz? Ninguém inventou ainda um 'device' que nos diga quando as frutas e verduras estão no ponto para o consumo? Então a gente continua na tentativa e erro.
A conclusão a que cheguei é que consigo sobreviver além do lámen e dos sanduíches, mas não é algo que eu goste de fazer... Então, moço Correspondente Anônimo, não conte comigo para pilotar nosso fogão, se não vai virar faquir. 
Essas são minhas constatações da primeira semana, ainda tenho mais quase um mês pela frente, pode ser que me descubra uma chef. Quem sabe?

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Site recomendado: Barbeiros de Fortaleza

Todo dia a gente se depara com essas ilustres figuras que teimam em destruir nossa paciência e nosso bom humor enquanto estamos dirigindo. Para a galera do site Barbeiros de Fortaleza, a buzina e a indignação não foram suficientes e agora eles publicam as 'presepadas' desses indivíduos que se acham melhores que outros motoristas. É bom andar na linha, se não, a gente te vê por lá!
Os meninos já foram até reportagem no jornal Diário do Nordeste. Confira a íntegra aqui

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Falta de educação

Eita mal crônico e contemporâneo! Não sei como ainda me surpreendo! Ontem assisti a uma palestra com outros membros da minha 'catiguria'. Que espetáculo de falta de educação. Desde o básico, que é fazer silêncio enquanto o palestante fala até colocar o carro atrapalhando a passagem e, inclusive, a saída. Eu, hein, que horror!
Sei que é nessas horas que eu vejo que mudei muito. Não fuzilei ninguém com o olhar, não mandei ninguém calar a boca, eu estava verdadeiramente controlada. Não foi sem esforço, entretanto. As duas criaturas que estavam do meu lado passaram o tempo todo 'cochichando'. Entre aspas, porque a pessoa sentada duas cadeiras depois de mim também estava se incomodando com o barulho. O que revolta é que, mesmo que você peça da forma mais educada possível para a pessoa  fazer silêncio ['calar o bico', shut the f*** up, ou fermarsi (ma io sono chic, parlo anche italiano, ãh)], o mais provável era que, só por pirraça, fizesse ainda mais barulho.
Nada supera a praga que é o celular. O povo simplesmente tem a ilusão de que, se colocar a mão na boca, magicamente ninguém será capaz de ouvir a conversa. Seria cômico se não fosse trágico. Além de ouvir o cidadão do meu lado falar ao celular, eu conseguia escutar também o indivíduo com o qual ele falava. O melhor é a pessoa explicando: "Não posso falar não, to na palestra." Raios!


O destaque mesmo foi para o caos que fizeram no estacionamento. Durante a palestra, que durou umas duas horas e meia, três horas, foi pedido que se retirassem pelos menos uns 12 carros que estavam atrapalhando outros veículos, alguns, inclusive, 'trancando' a saída. Inacreditável foi um dos palestrantes ser um dos barbeiros.

 O estacionamento devia estar mais ou menos assim....

Para encerrar o evento nada melhor do que um bom bate-boca. O criatura, além de ter interrompido diversas vezes, a pessoa que estava falando ao microfone, 'pisou nos calos' do outro palestrante e o que até então tinha sido um debate de cavalheiros virou uma confusão, cada um querendo falar mais alto que outro, como se a razão fosse medida em decibéis... vai entender.
No meio da baderna, a fome falou mais alto e resolvi abandonar o recinto para fazer uma boquinha lá fora. Ao sair notei que a sala do auditório parecia uma de cinema: cheio de embalagens de comida debaixo das cadeiras. Juro que esperava encontrar um saco de pipoca e o lanterninha na saída. 
Gente do céu! Como é possível? São coisas tão simples de fazer para não incomodar o outro, mas não, afinal, 'eu sou cheio de direitos', 'todo mundo também faz', 'ninguém vai nem notar'. É, continue se iludindo com essas desculpas. Nós não somos 'ilhas'. Nossas ações interferem na vida dos outros. Boa educação é para todos, em toda hora e em todo lugar.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Just dance!


Lendo o post Atletas da arte no blog do Márden, me veio a idéia de falar sobre a dança de salão. Mas não vou perder tempo falando da história, dos ritmos etc., porque isso você encontra em qualquer lugar, quero dar o meu depoimento do que a dança fez por mim.

Em janeiro de 2009, eu e Correspondente Anônimo começamos a freqüentar (eu tento, mas não consigo escrever sem trema...) as aulas de dança de salão ofertadas pela nossa academia junto com o bom e sem-futuro plano semestral. Eu comecei com duas semanas de atraso e já peguei o carro andando.

Primeira dificuldade: não desistir diante de um mundo de dificuldades. Meus membros pareciam que estavam todos brigados, não conseguia coordenar os passos, e quando conseguia, perdia o tempo da música.. era frustração por cima de frustração. Os olhos enchiam de água, sem falar das vezes que dava aquela vontade de sair correndo da sala e ir chorar e gritar em algum lugar escondido com o que me restava de dignidade.

Segunda dificuldade: assumir os próprios erros. Pobre do C.A. que teve (acho que ainda tem, às vezes ;P) que me agüentar fazendo caras malvadas quando ele 'errava' (ou seja, quando os meus dois pés esquerdos atrapalhavam a coreografia). Depois passei a partir do pressuposto de que eu sempre errava, as coisas começaram a progredir.

Terceira dificuldade: ciúmes! Apesar de termos praticamente nascido namorando, tinha ciúmes viscerais de C.A. Só que na aula de dança, transbordam meninas e meninos são artigos de luxo. A egoísta aqui teve de aprender a dividir.  No começo, ficava buscando sinais de olhares ilícitos nas minhas colegas de turma enquanto dançavam com o meu namorado. Um dia parei e vi que estava perdendo tempo com ilusões sem fundamento e que C.A. nunca pareceu ter dúvidas do que sente por mim. Ai os ciúmes foram exorcizados.

Quarta dificuldade: timidez. Já sei até a cara que você está fazendo agora. Pensa que é fácil ir até o centro da sala e dançar a bendita seqüência de passos? Ai voltam os dois pés esquerdos. OK, leve a sério, pelo menos a timidez de C.A. Hoje em dia, o moço é um verdadeiro monitor nas aulas, passa os passos para os novatos. 

Quinta dificuldade: condução masculina. Talvez devesse ter colocado essa dificuldade lá no início. Um feminismo incubado despertou-se em mim quando meus professores esclareceram que o homem deveria conduzir a dança, e nós mocinhas, deveríamos obedecer cegamente... No começo, ficava disputando com C.A. nem que fosse me antecipando um pouco, só para não dar o braço a torcer. Depois percebi que a responsabilidade ficava com eles, então relaxei.

Sexta dificuldade: comunicação não-verbal. Mais especificamente, comunicação corporal. Superado trauma da condução, tem algo que é, para mim, uma dificuldade que ainda não foi superada: saber o que o par quer, qual é o próximo passo. Um bom cavalheiro leva a dama a fazer todos os passos (ainda que não queira, segundo o meu prof.). As mãos se comunicam com as costas e indicam para que lado ir, quando girar, empurram ou puxam. Quanto menor o intervalo entre o gesto e sua decodificação, mais bonita, contínua e fluída fica a dança. Estamos trabalhando nisso.

Ai você se pergunta se vale todo esse trabalho aprender a dançar. Veja o vídeo abaixo:


Pronto, feche a boca e continue lendo. Tive a oportunidade de conhecer Jose Fernandez e Melody Celatti em um Workshop de Tango de que participei na sexta-feira passada. Os dois são argentinos, dançam juntos há cinco anos e são campeões mundiais. Só. São dois amores, poços de gentileza e humildade, que falam um espanhol corrido que nem nossa amiga colombiana conseguia entender muitas vezes. Como eu e C.A. recebemos o convite em cima da hora, não deu tempo de pesquisar nada sobre os dois. Ai fomos para a aula,  inocentes, achando que era um casal argentino normal que dançava tango, aprendemos uns passos sinistros (devidamente gravados para evitar o esquecimento certo) e depois os dois dançaram para nós pobres mortais alunos pernas de pau. Nós os adoramos. No domingo, tivemos a curiosidade de procurar alguns vídeos no youtube, já que não vimos a apresentação deles na sexta à noite por ocasião do Fendafor. Bateu uma tristeza e um despero misturado com uma admiração profunda advinda da beleza, de uma verdadeira magia que emana dos dois. Os olhos não conseguem acompanhar os passos rápidos e precisos. Os dois parecem um só ao mesmo tempo que são dois seres definidos e escandalosamente maravilhosos.
Eu quero ser assim quando crescer! Ufa! Chega! Já é amanhã e eu ainda estou aqui!

domingo, 7 de março de 2010

Trânsito em Fortaleza está uma loucura!

 
Fortaleza está um verdadeiro labirinto! Você passa por uma rua e na volta ela está interditada. Em alguns lugares não tem nenhuma placa de sinalização e você tem que dar voltas e voltas para descobrir como voltar para casa. 

Não tem como manter o bom humor em horas como essa. Tudo mundo estressado, com pressa... Imagine na hora do almoço, é uma verdadeira guerra! E ai acontecem acidentes, e o que mais? 

ENGARRAFAMENTOS!

Moro acerca de 10 km do curso que freqüento e levo quase 45 minutos para chegar lá. É algo impensável. Muitos carros, vias desorganizadas, o transporte público também não ajuda em nada...

Dia de chuva então, é um inferno! Todo mundo resolve sair de carro. Ruas alagadas, bueiro abertos, correnteza, acidentes. É uma verdadeira aventura!
Ajudando minha mãe em uma pesquisa, encontrei o seguinte vídeo, que mostra um projeto de um arquiteto brasileiro chamado Guto Índio da Costa, que traz uma sugestão para combater os problemas de engarrafamento e deficiência do transporte público.

Enquanto isso, o jeito é encontrar uma forma de aproveitar o tempo preso no trânsito. Estou resolvendo questões de concurso, ouvindo aulas, aprendendo italiano, está sendo bem produtivo... (definitivamente não).

O pior de tudo é escutar o cara da engenharia de trânsito na tevê dizendo que se trata de uma ciência e deve ser tratada como tal. Sei, eles mudam os sentidos das ruas aqui como se muda os horários da programação do SBT.

Deve ser mais ou menos assim: o cara acorda de manhã, pega um mapa de Fortaleza e atira vários dardos, nas ruas/avenidas em que cairem os dardos ímpares, muda-se o sentindo, se cair par, fecha a rua. E a gente que se vire para achar o caminho de casa.

Vou voltar a ter um livro dentro do carro.




sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sexta-feira muito louca


Meu povo, vocês não têm idéia do que aconteceu comigo nessa sexta-feira... Acho que meu carro está com quebrante e já explico o porquê.

Ontem, depois de passar meia hora na academia (só por desencargo de consciência), eu, Correspondente Anônimo e um casal amigos queridos fomos jantar em um restaurante ali na Barão de Studart. Na ida, já apareceram sinais de que alguma coisa não ia prestar...

1. Quase atropelei um cachorro maluco que se atravessou na frente do meu carro, correndo atrás de um cara.

2. O meu som engoliu meu CD do A-ha e não queria mais devolver...

Na volta, alguns mais:

3.Não peguei meu caminho habital, resolvi seguir pela 13 de maio... por nenhum motivo em especial...

E ai começa a parte emocionantemente tenebrosa. Na altura do Habib's da 13, um carro ligou a seta para entrar na Floriano Peixoto e desistiu. A motorista do carro de trás, para não bater na traseira do veículo da frente, puxou o volante para a esquerda, e chocou-se com um par de motoqueiros que vinha no meio da via. 

Os dois caíram na frente do meu carro, consegui frear a tempo, mas ainda arrastei um pouco a moto.

Os motoqueiros se machucaram bastante e um dele, muiito alterado, seguiu em direção ao carro, para tomar satisfações, mas não houve nada de mais. Os dois foram para o hospital. Isso ocorreu por volta das 23h 15min. Ficamos esperando a perícia e a AMC até 2h30 da manhã.

Todo mundo que vinha pela avenida colocava a cabeça para fora e se decepcionava porque não havia corpos (bando de carniceiros).

Vários outros acidentes por pouco não aconteceram, porque os curiosos se distraíam... um deles quase batia no carro que causou o acidente e outro por pouco não colidiu com o meu carro.Vários malucos passaram gritando desaforos, como "Vai beber, olha o que dá", entre outros que prefero não repetir. Um cara sem um pingo de consideração parou perto da gente para perguntar o caminho de um bar... Já um taxista cismou que a gente tinha que neutralizar a suposta gasolina que havia sido derramada da moto.

Enquanto isso, Correspondente Anônimo ficava de olho no triângulo do meu carro para ninguém levar e eu temia que a bateria descarregasse, porque já estava há muito com o pisca-alerta ligado.

O Ronda do Quarteirão passou pela gente várias vezes e só parou porque a motorista do outro carro os abordou. Depois de um bom chá de calçada/meio-fio, o perito chegou, logo depois a AMC. Depois de pegar nossos dados, fomos liberados. Um dos motoqueiros já tinha voltado do hospital.  O outro, que havia se ferido mais, já tinha ido para casa.

Parabéns para o pessoal do Habib's que deu a maior atenção, ofereceu cadeiras, deixou que a moto fosse guardada em suas dependências até que o reboque chegasse.

No meu carro, apenas houve um pequeno dano no parachoque. O parabrisa traseiro do carro da outra motorista estava todo trincado. Na moto, quebrou torneira de óleo, que derramou, retrovisor, pisca, pedal, sem falar nos arranhões. Para piorar a situação, o dono da moto ainda iria pagar a primeira parcela na terça-feira dia nove...

Que aventura...

Sinceramente, três acidentes em um ano praticamente... vou mandar benzer o carro, vê se esse encosto sai... socorro! No final das contas, foram basicamente danos materiais e os danos físicos são reversíveis. O pior de tudo mesmo foi o aborrecimento pelo acontecido, que estragou a noite de todos...

Para piorar ainda mais a minha situação, eu, que tinha aula no dia seguinte às 7h, cheguei em casa às 3h...
Café extra-forte e muita boa vontade, consegui ir para aula.

Diante de uma situação dessas, uma enxurrada de 'se's toma conta da nossa mente:
E se a gente tivesse pedido a sobremesa? Se o garçom tivesse demorado para trazer a conta. Se eu tivesse tomado o caminho habitual...Se eu não tivesse reagido a tempo, se tivesse freado bruscamente, se tivesse perdido o controle, se o sinal estivesse fechado...

Eu, particularmente, acho que as coisas acontecem a seu tempo e por uma razão. Correspondente fez a seguinte observação: Talvez a gente tenha vindo por aqui para evitar um acidente maior... se um outro carro maior e/ou em alta velocidade estivesse ocupando o meu papel no acidente, a possibilidade morte seria certa... O motorista da moto havia discutido com a mulher antes de sair, porque ela não queria que ele o fizesse. 

A gente tem que perceber os sinais. Mas, se houver de acontecer, principalmente, quando se trata de algo drástico como a morte, não dá para evitar. 

De uns tempos para cá, acho que minha visão de morte mudou bastante.É claro que pretendo viver muito, sem dúvida, mas hoje, quando penso na morte, não tenho mais medo. É uma decorrência natural da vida. A cada dia ela se aproxima mais. Por isso gosto de aproveitar minhas oportunidades, nunca me afastar de alguém de que goste sem resolver um mal entendido. Digo o que tenho vontade de dizer, porque, afinal, pode ser que não haja uma próxima vez.


domingo, 13 de setembro de 2009

E a impunidade chega às novelas...


É quase uma máxima imutável que a arte imita a vida, mas eu não queria que isso acontecesse de forma tão extrema. Uma boa noveleira se envolve com os mocinhos e detesta com toda a força os vilões e se revolta quando eles conseguem realizar suas astúcias malignas. O único conforto é (ou era...) saber que no final da novela, das duas uma: ou o vilão se redime ou é punido por suas maldades. Bons tempos quando ainda era sim, mas hoje, a impunidade, um mal que assola o Brasil é também retratado nas telas, e isso me deixa triste, muito triste, porque fica aquela sensação de que nada mais tem jeito, nem bandido de novela....


Foi isso que aconteceu no final de "Caminho das Índias" nesta última sexta, dia 11 de setembro. Surya (Cléo Pires) que passou a novela inteira azucrinando a pobre da Maya (Juliana Paes) terminou tranquila, sua única decepção foi não ter podido dar um filho homem a seu marido. Ô que peninha! Chore aqui no meu ombro que é lugar quente! A trouxa da Maya sendo escurraçada de casa, nem para arrancar a barriga falsa num típico 'eu caio, mas não vou sozinha', mas espera, eu me esqueço que os personagens nas novelas são assim: ou são bons ou são ruins, não existe uma área intermediária. Ou seja, Maya não sentiu esse sentimento mesquinho de aprovetar que a casa estava desabando sobre ela e levar a outra no embalo... Tudo bem, não vamos envolver Maya na história, mas bem que Amitab poderia ter descoberto de outra forma. Surya merecia ser punida e "de com força"! Não foi dessa vez.


Yvone, por sua vez, (maldita!) enganou mais um besta que achou que uma mulher daquela daria bola para ele em outra situação que não fosse na prisão e fugiu livre e serelepe para aplicar novos golpes. Tudo bem que ela é psicopata e o escambal, mas se ela foi pega, por mais difícil que seja pegar um psicopata, ela devia ser punida (Menos mal que ela levou uns boas surras!). Mas não, o bando de policiais babões olhava para carinha de santa dela e dizia: "ela não fez isso não! A bichinha. Vem aqui pro colo do papai, vem". Ah sai pra lá! Me poupe, com isso me lembro das aulas de criminologia e até já comentei aqui no blog: tem menos mulheres presas no Brasil porque elas são mais difíceis de pegar. Fazem as autoridades pensarem com a cabeça de baixo e ai já viu... Mas acho a revolta ainda é maior porque Silvia é uma tonta cega que não percebeu nada e não teve nenhuma outra amiga de verdade para dar um sacode nela e fazê-la cair na real. Eu hein... Minha filha compre um olho grego e tome um banho de sal grosso!
Bom, desabafei a minha insatisfação.
Quanto a Zeca Bandido, tudo bem que ele se "redimiu" (em termos), menos mal, mas que ele merecia ter provado do próprio remédio, merecia, ou ficar paraplégico em uma acidente ou morrer, não sei, fica à escolha do freguês.
Bom, esse assunto fica em standby até o final da próxima novela! Agora de volta aos estudos!

domingo, 17 de maio de 2009

Ser de carne e osso


Acho que esse é o momento mais propício para escrever esse post filosófico sobre as angústias da vida, pelo menos para mim. Devo primeiro admitir que tive uma dificuldade enorme de pensar como estruturaria esse post, mas cheguei a conclusão que o negócio é deixar rolar. Vamos lá.

Primeiro, quero dizer que o estudo da Filosofia, além de ter me rendido amigos maravilhosos que eu guardo no coração até o hoje, me possibilitou aprender a observar as coisas de outro ângulo e eu atribuo a isso, a minha capacidade de reflexão. Essa é a luz filosófica. Por outro lado, a Filosofia me tirou o chão de outras tantas coisas de que eu me achava tão certa e me causou angústias e medo em relação à vida. Essa é a escuridão filosófica. A perda das certezas basilares nos obriga a procurar um novo solo em que pisar.



Segundo, Aluízio, você acertou, eu realmente passava o caminho de casa até o colégio no ônibus pensando na vida (Tabapuá - Centro). Mas mais importante do que a reflexão é a prática. É tentar, fazer experiências, aprender, errar e aprender mais. Depois de começar na Filosofia piorou ainda mais. Eu fazia o trajeto do CH da UECE (Luciano Carneiro) até a José Basto à pé e tinha dias que nem me lembrava como tinha chegado em casa, tão perdida em pensamentos como estava.



Terceiro: a coisa mais importante que eu aprendi e que uma coisa muito difícil de fazer é: conhecer a si mesmo. Se há uns sete anos atrás alguém me perguntasse quem eu era, não teria dificuldade alguma de falar. A gente começa pelo nome, depois o que faz da vida, o que gosta de fazer e ai vai. Só que essas coisas não meros acidentes... Percebi que a gente fala tanto disso como fosse nosso significado, nossa identificação que esquecemos as carateristicas mais relevantes. Por um lado isso é bom. Imagine se ao se apresentar você começasse assim: Oi, Tudo bem? Meu nome é fulana. Eu sou uma pessoa extrovertida, expansiva, gente boa, mas altamente insegura, mesquinha, tenho medo de mudanças e sou muito ciumenta. Por outro lado, ao nos omitir essas informações e substituí-las pelas primeiras, nós nos identificamos apenas com a nossa 'casca', aquilo que a gente usa externamente.


Eu digo por experiência própria e recomendo: é bom sentar diante do espelho e se conhecer. Passar além da aparência externa (aquela que nós apresentamos ao outros) e enfrentar o nosso verdadeiro eu. Vai ser difícil e é um processo contínuo. Mas é o primeiro passo.
Que fique bem claro que eu não estou defendendo que a gente saia por ai dando a cara à tapa dizendo aos quatro ventos os nossos defeitos. Pela própria estrutura da nossa sociedade. Pelo contrato social (não aquele do Rousseau) que nós travamos entre nós (as convenções sociais), você ser taxado de esquisito se começar a divulgar o seu "verdadeiro eu" por ai. Esse processo é íntimo. Eu sinceramente acho que deve ser só seu. Esse momento de descoberta vai te dar o plano geral que você precisa para começar a se entender, a antecipar suas reações e sentimentos, se preparar para eles ou mesmo evitá-los.

Quarto: Você não precisa se aceitar como é. Peraí, peraí, antes de fazer essa cara, termine ler o tópico. Sim, é isso mesmo. É papo furado essa história de você é como é e tem que aceitar isso. Na minha humilde opinião, ao nos conhecermos, nós divisamos os nossos limites e nossas capacidades e de posse dessas informações, nós estamos prontos para começar a mudar, a chegar ao nosso objetivo: o que queremos ser. Como tudo na vida não é fácil. Eu, por exemplo, sei que sou uma pessoa muito emocional, explosiva e que não gosta de ser contrariada. Sabendo disso, se submetida a uma situação de muita pressão, posso fazer ou dizer coisas quais eu não tinha a real intenção de fazer e de que eu com certeza vou me arrepender depois. Tenho que me aceitar assim? Passar o resto da vida me arrependendo de ter brigada com pessoas só porque eu tenho pavio curto? É hora de mudar. Algumas coisas a gente consegue mudar logo e é muito gratificante. Outras são tão arraigadas na gente que o processo de mudança é longo, doloroso e frustrante e ficamos imensamente tentados a desistir. E desistimos. E começamos de novo e mais uma vez desistimos. A frustração, a impotência tomam conta. Uma coisa que percebi à duras penas é que quanto nós somos as vítimas dos "defeitos" que queremos corrigir, nós passamos a ter uma visão mais nítida do quão prejudiciais eles são. E acontece algo importante: nós agora vamos querer mudar não só pela gente, para ser pessoas melhores, mas mudar para evitar magoar às outras pessoas. Isso nos dá um novo impulso para tentar de novo. Agora eu senti na pele como o meu amigo fica quando desconto o estresse do dia em cima dele. E quando estiver tentada a fazer isso, vou pensar duas vezes. Já é um começo. Posso até ter umas recaídas de vez em quando, mas elas vão servir para que saber que situações específicas me levam a explodir e a partir daí eu posso me preparar ficar "fria".



Quinto: Às vezes, saber de tudo isso não adianta nada. É muito fácil está de fora do problema, analisando-o friamente e dissecando-o, mas quando nós somos os personagens da nossa própria tragédia grega, essas racionações e receitinhas são suplantadas pelo medo, angústia, dor, remorso e lá se vai. É nessas horas que a gente precisa fazer algo que é difícil, para algumas pessoas, é mais doloroso do que o próprio problema: pedir ajuda. Ligar para aquele amigo de confiança e pedir os ouvidos, os ombros e os abraços emprestados. Pedir que ele te diga todas as coisas que você já sabe, mas que só farão efeito quando foram ditas por outra boca. Saber que se é de carne e osso e que ninguém se basta sozinho. Ter coragem de sair do pedestal em que às vezes a gente se coloca e expor o nosso frágil interior, aquele que fica debaixo da nossa 'casca'. Da mesma forma, quando aquele amigo, muitas vezes nem tão amigo assim, ligar, pare o que você estiver fazendo para ouvi-lo. Lembre-se de quanto foi duro para ele tomar a decisão de fazer essa ligação ou de bater na sua porta. Apesar de não saber bem o que dizer, arrisque, ou mesmo escute, às vezes é só o que ele/nós precismos.

Desculpe se eu adotei o tom meio auto-ajuda, mas é minha mania de tentar ser didática. No final das contas, acho que nós temos de parar de pensar que a grama do vizinho é mais verde e começar a ver que o nosso vizinho tem a mesma sensação quando olha para nossa. Não devemos ter medo das nossas dúvidas e sentimentos, mas devemos, quando quisermos, ter forças para tentar mudar, ainda que seja difícil (e na maioria esmagadora das vezes é), continuar. Keeping walking. Lembremo-nos: a cada dia recebemos uma nova chance de recomeçar e buscar sermos melhores do que fomos ontem.

Ah sim, nem expliquei porque esse era o momento mais propício para escrever sobre iss. Bem daqui a mais ou menos duas horas eu vou enfrentar a prova da OAB e estou muito ansiosa. Aproveito para agradecer aos amigos pelos votos de sucesso. Tenho a consciência limpa de que estudei e que o resultado do meu esforço deve ser a aprovação. Mas não vou mentir que estou com a barriga revirada de nervoso e quanto estiver mais próximo da prova estarei suando frio. Afinal, não é só uma prova. É o primeiro passo rumo ao meu futuro. Um novo chão em que pisar e daqui de onde eu vejo ainda não sei se é firme.
Bem, é isso. Espero que tenha sido de alguma ajuda.
As ilustrações do post são (não preciso nem dizer) de Dali, salvo a segunda figura, não sem que é o autor... achei aqui.

domingo, 5 de abril de 2009

Mulheres psicopatas?


Kathy Bates em Louca Obsessão

Estava conversando com o Correspondente Anônimo sobre psicopatas (na hora do jantar diga-se de passagem) e eu fui dar um exemplo e comecei assim: " Imagine que eu sou uma mulher psicopata..." Ele olhou para mim incrédulo, e eu inocentemente achei que ele se recusava a ver-me como psicopata, ai falou: "Existem mulheres psicopatas? Nunca ouvi falar..." Ai eu continuei: " E isso não te assusta?" Segundo minha professora de Criminologia, é porque mulheres são mais difíceis de serem descobertas. Ele continuou defendendo que simplesmente não existiam. Lembrei então da questão das mulheres pedófilas, uma realidade a que nem todos estão atentos. Argumentei que qualquer pessoa acharia impróprio deixar uma criança sozinha num cômodo com um desconhecido, mas não tem a mesma cautela quando se trata de mulheres. Dessa forma, mulheres pedófilas continuam desconhecidas e, pior, impunes. Agrava o fato elas terem mais acesso a crianças do que os homens em geral. Mas isso é assunto para outro post.
Voltando às mulheres psicopatas. Realmente no momento da conversa não me veio nenhum nome à mente para citar. Procurei no Google-senhor-de-todo-conhecimento e qual não foi minha surpresa ao ver o primeiro resultado mencionando um caso brazuca. Suzana Richthoffen! Bem, nunca pensei nela como uma psicopata, apenas como uma assassina a sangue frio que matou os pais por ganância e por revolta em razão da discordância de seus pais em relação a seu namoro. Motivos cruelmente humanos. A forma como planejou e praticou o crime mostra que usou seus conhecimentos de Direito e informações que hoje em dia são bombardeadas na nossa cara por qualquer C.S.I. da vida. Mas isso é minha humilde opinião.
Pesquisei um pouco mais e encontrei apenas um resultado: Myra Hindley, que juntamente com Ian Brady, torturava e assassinava as vítimas, gravava-lhe os gritos e tirava fotos pornográficas. São suspeitos de pelo menos 11 assassinatos.
Myra Hindley e Ian Brady

Foram descobertos quando tentavam convencer o cunhado de Hindley a participar dos crimes.
Psicopatas homens, por outro lado existem muitos! Como Tedy Bundy, Charles Manson, o clássico Jack O estripador, (que por sinal, nunca foi pego, seria uma mulher na verdade?)
Acho sinceramente assustador. Outra informação interessante é que a mulher, segundo minha professora, para vingar-se de um homem, por exemplo, dificilmente, escolhe matá-lo, mas prefere mutilá-lo na sua masculinidade. Por outro lado, ao invés de manifestar sua repulsa a uma pessoa de forma agressiva (fisicamente), adota a sutileza e envenena as pessoas ao redor de sua vítima e as vira contra esta. Assim, mata dois coelhos com uma cajadada só: ao mesmo tempo que consegue tornar a vida da vítima um inferno, evita que esta adote a postura de vítima e se passe na verdade por "the bad guy". Medo!
Vou aprofundar minhas pesquisas sobre mulher psicopatas e depois publico os resultados aqui. Está tarde e estou com sono e só pesquisei em português. Com mais tempo e disposição eu convenço o Google a me liberar as informações mais escondidas. Fica o alerta: Rapazes e pessoas em geral: pensem duas vezes antes de irritar uma mulher! Ainda mais se ela estiver de TMP.

terça-feira, 31 de março de 2009

Erro de português no Yahoo! Mail


Ninguém escapa de erros de português! Ainda mais com essa maldita reforma ortográfica, mas esse do Yahoo foi horrível. Parei de escrever o e-mail e printscreenei (que horror de neologismo! - é o sujo falando do mal lavado!) e posto para vocês agora!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Problema resolvido!


Pessoal,
primeiramente obrigada pela torcida! Ai, hoje de manhã soube do desfecho da minha história e agora vou contar para vocês com detalhes.
Estávamos eu e minha irmã LadyReaper voltando para casa, conversando sobre a vida, quando de repente, sentimos uma batida no nosso carro. O sangue subiu imediatamente à minha cabeça e dei graças a Deus por não ter porte de arma e não ter nenhum objeto pontiagudo ao meu alcance. Antes de sair do carro, respirei fundo e fui. As meninas do outro carro saíram de mãos para cima quase gritando "Calma, calma, nós temos seguro!" Eu estava estranhamente calma (LadyReaper disse que eu estava em choque), não liguei para meu pai, nem para o corretor do seguro. Elas sugeriram que eu levasse o carro na oficina e fizesse um orçamento que era melhor do que acionar o seguro. Eu concordei e fomos embora, sem perícia sem nada. Trocamos telefones e demais dados.
Fui com meu pai na Ceará Autos (onde a gente costuma fazer os nossos consertos - não esse post infelizmente não é patrocinado...) para fazer o orçamento:
Com a troca do parachoque o valor era 800 reais mais ou menos e se fosse só para reparar (que foi que nós escolhemos) seria apenas a metade do valor. Detalhe: o valor do parachoque novo sem pintura era 416 reais....0. O! Entrei em contato com o pessoal e informei o valor. Eles acharam muito caro e acho que foi ai que a ficha começou a cair. No final da ligação, depois ter falado com meu pai (um vendedor de primeira, modéstia à parte) eles concordaram em pagar.
Na segunda-feira à noite, eu estava mal, supercansada, e tive um sono muito atribulado, como contei no post anterior. Na terça, acordei doente. E começou o desespero: Meu Deus e se eles não pagarem? Revoltei-me contra mim mesma por ter vacilado tanto. Caracas, de que me serviram cinco anos de Direito e quando eu preciso usar em meu favor, faço tudo errado! Passei o dia me torturando e quando não recebi nenhuma ligação me dizendo que estava tudo certo, me desesperei mais ainda. Quando fui à academia, me distraí um pouco e até melhorei fisicamente. Na hora de dormir, já estava pensando como faria a petição inicial! Já estava me amaldiçoando! Hoje de manhã, era a hora da verdade! Liguei para a oficina e perguntei. Sofri uma descarga de adrenalina, fiquei com as pernas bambas até. Falei com o funcionário que nos atendeu e perguntei: Gustavo, o pessoal apareceu ai para pagar? Fechei os olhos e esperei pelo pior... Ai ele falou: Sim, está tudo ok, eles vieram ontem e acertaram tudo. Perguntei de novo! Ele me deu a mesma resposta. Ufa! Meu carro fica pronto no sábado.
Moral da história:
1. Siga sempre os procedimentos do seguro e ande com um telefone atualizado do seu corretor.
2. Se tiver dúvidas pergunte! Fale com alguém de confiança (no meu caso, devia ter ligado para meu pai!)
3. Ainda existem pessoas honestas nesse mundo! E essa foi a lição mais importante. Tudo foi resolvido em dois dias, porque as meninas que bateram no meu carro agiram com boa-fé e probidade. Esse país ainda tem jeito!

sábado, 14 de março de 2009

Cirque du Soleil em Fortal!



Sim, você não leu errado! Sim, você mora uma capital chique bem! Eu mal pude acreditar quando recebi o e-mail do Aluízio e vi que nós aqui de Fortaleza e do Ceará em geral (e do resto do Brasil, ora) teremos a oportunidade de ver esse Espetáculo de pertinho (quer dizer, com o preço dos ingressos, não sei se será tão de pertinho assim...), mas vamos ao que interessa!

A Facada

PREÇOS Quintas e Sextas, 21h; Sábados, 17h e 21h; e Domingos, 16h e 20h
Setor Premium* R$490,00
Setor I R$420,00
Setor II R$350,00
Setor III R$230,00

PREÇOS (MEIAS-ENTRADAS) Quintas e Sextas, 21h; Sábados, 17h e 21h; e
Domingos, 16h e 20h
Setor Premium* R$245,00
Setor I R$210,00
Setor II R$175,00
Setor III R$115,00

*Com valor adicional de R$ 190,00 acesso ao Tapis Rouge¹

A partir de quando você pode levar a facada:

Data de abertura das vendas
Pré-venda1: 12/Março/2009
Pré-venda2: 02/Abril/2009
Venda: 09/Abril/2009

A pré-venda é para clientes do Bradesco Prime e American Express - venda de 12 ingressos no máximo para cada cliente.

Data de estréia:

A estréia será no dia 11 de junho de 2009.

Local das apresentações:

Praça 31 de Março, Praia do Futuro – Fortaleza

Apresentações


Quintas e Sextas 21h, Sábados 17h e 21h e Domingos 16h e 20h

½ entrada


Obrigatória a apresentação de documento que comprove o benefício no ato da compra nas bilheterias e pontos de venda e na entrada do evento para as compras efetuadas através do telefone e internet.

Canais de venda Bilheteria oficial


Horário de funcionamento: Todos os dias, das 12:00 às 20:00hs.

Localizada no Shopping Iguatemi, Av. Washington Soares, 85 - Edson Queiroz - CEP: 60811-340

Telefone
  • 4004-3100 (Canal sujeito a taxa de conveniência e entrega)
    Horário de funcionamento: De segunda a Sábado, das 09:00 às 21:00hs.

    Internet:
    www.ticketmaster.com.br/quidam (Canal sujeito a taxa de conveniência e entrega

Informações sobre a Entrega e Retirada


Entrega de ingressos:
  • O envio dos ingressos poderá ser feito por Sedex, em até 10 dias úteis, a partir da data do recebimento da confirmação da compra. Para entregas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro também haverá a entrega por courier, em até 7 dias úteisRetirada de ingressos:
    A retirada dos ingressos poderá ser efetuada a partir do dia 23 de Abril, na bilheteria local.
    Lembramos que, para retirar seus ingressos na bilheteria é indispensável apresentar o documento de identidade, o número de referência, o cartão de crédito utilizado na compra e no caso de meias-entradas, todos os documentos que comprovem o benefício.
    (Obs.: O documento para a meia-entrada deverá ser apresentado também na entrada do espetáculo.)
  • Informações sobre a taxa de conveniência
    A taxa de conveniência constitui a fonte pela qual a Ticketmaster oferece aos nossos consumidores uma distribuição simultânea de ingressos assim como a atualização constante da tecnologia de ponta que suporta este serviço.
O que é o Tapis Rouge? (tapete vermelho)
Isso é que é chique mesmo, é para a elite da elite, é mole... R$190 por pessoa além do valor do ingresso.

A EXPERIÊNCIA TAPIS ROUGE

Aproveite o máximo, uma hora antes do show e durante o intervalo, o Tapis Rouge leva você para o sensacional mundo do Cirque du Soleil.

Você vai desfrutar de uma variedade de comidas, bebidas e entretenimento único, tudo isso num cenário sofisticado e uma atmosfera confortável.

Quando chegar a hora do show, você vai experimentar uma história mágica de beleza, fantasia e poesia que somente o Cirque du Soleil pode contar.


A Experiência Tapis Rouge inclui:

  • Estacionamento exclusivo
  • Acesso ao Tapis Rouge através de uma entrada exclusiva uma hora antes do show e durante os intervalos
  • Uma seleção especial de comidas e bebidas
  • Entretenimento multimídia numa decoração e atmosfera relaxante.
  • Um brinde Tapis Rouge
  • Um programa de luxo do espetáculo
  • Prioridade na aquisição de produtos do Cirque du Soleil na loja Tapis Rouge
  • Banheiros exclusivos, terraço e serviço de chapelaria

Pois é meu povo, se alguém for, por favor, comentem aqui para nós pobres mortais ficarmos com muita, mais muita inveja mesmo!

Mais informações no site:http://173.1.86.43/content/home/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Atendimento Unimed


Não se engane, essa foto é da recepção no Hospital Regional da Unimed em Fortaleza, ou pelo menos é assim que os pacientes são visto pelos funcionários e médicos. Pergunto-me porque pagar tão caro para ter um atendimento péssimo...
Começa com a burocracia, se você não teve parada cardio-respiratória e nem está em risco de vida (conhecido por você...), tem que pegar uma senha apenas para chegar até o balcão e receber outra senha para o atendimento no consultório, onde o médico nem levanta a cabeça e lhe diz que é virose, ou no caso pior: não faz a menor idéia da moléstia que aflige o paciente. Passou exames cujos resultados só seriam obtidos dali à duas horas... se fosse caso de vida ou morte, era morte certa.
Sem falar no fato de além de ter de agonizar nas cadeiras desconfortável com um ar condicionado desregulado que mata de frio quem estiver com febre, temos que pagar o estacionamento para ficar dentro do hospital.
É triste. House me salva!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Aulas! Não!


Acabou a folga! As aulas voltaram e eu comecei novamente a loucura! Voltei para segunda casa. Mas esse semestre é diferente. Acabou o estágio (snif!) e a monitoria (snif!). Agora é Monografia (a bendita!) e a prova da OAB (a maldita! AAAAAAHhhhhhhhhhhh!). As atualizações do blog vão ficar mais espaçadas (as minhas), mas o blog continua!
Torçam por mim!

domingo, 18 de janeiro de 2009

É proibido fumar



Já faz algum tempo que eu estava pensando em falar desse assunto. E agora de madrugada resolvi colocá-lo para fora.
Bem, detesto cigarro, não vou dizer desde sempre, porque há uma época que eu não tinha noção de nada e era totalmente indiferente. Tudo começou com uma queimadura. Não me lembro em que situação, só sei que tinha muita gente na minha casa e uma pessoa estava parada com o cigarro na mão e eu passei por perto e me queimei. Um pequeno círculo de pele chamuscada. Tenho a vaga lembrança de ter ficado com muita raiva. Lembro de ter mostrado indignada o meu ferimento ao meu agressor e, fosse quem ele fosse, nunca mais o tratei daquela forma. A partir daí comecei meu trabalho contra o cigarro. Além do fato de me incomodar a fumaça, o cheiro (e talvez o perigo de me queimar novamente), eu já sabia que fazia mal e que podia matar o usuário e tentava "salvar" as pessoas queridas desse veneno.
Uma tia minha conta que parou de fumar depois de um fato: quando ela foi me abraçar, eu recusei dizendo que ela fedia a cigarro. Ela me disse que ficou tão chocada e tão triste que resolveu parar.
Na casa de um tio meu encontrei minha bíblia! O nome do livro era (se não me engano) " O fumo no banco dos réus". Tinha fotos horríveis de pulmões e diversos órgãos do corpo humano e como ficavam deteriorados com o uso do cigarro. Mas pasmada fiquei eu quando soube que o dono do livro o lia fumando. Esse não tinha mais salvação.
Achando que meu trabalho foi em vão, deixei de me incomodar. "Você se importa se eu fumar?", Desde que não sopre a fumaça em mim, por mim tudo bem, eu respondia.
Isso foi até eu conhecer uma expressão: fumante passivo. Isso mudou tudo. Saber que há pessoas que morreram de doenças típicas de fumantes inveterados sem que nunca esta vítima tivesse colocado um cigarro na boca foi demais para mim. Eu desenvolvi um ódio mortal, uma repulsa que não consigo segurar. Agora era minha saúde que estava em jogo isso eu não podia aceitar.
Recuso-me a permanecer perto de fumantes, ainda que amigos, familiares, e manifesto expressamente a minha ojeriza pelo cigarro, seja por gestos ou palavras.
Fiquei impressionada com a repercução de uma lei que foi aprovada, se não em engano na França, que proibiu o fumo em lugares públicos. Diversas pessoas insurgiram-se dizendo que isso era um acinte contra a liberdade!
E a minha liberdade de não ser fumante passivo onde fica?
Sem querer adentrar muito nos meadros do Direito, existe uma coisa chamada sopesamento de princípios jurídicos e aprendi na faculdade, e você há de concordar comigo, que a vida é mais importante do que a liberdade. Assim, se o fato de uma pessoa fumar perto de mim pode causar minha morte ou debilitar minha saúde, sinceramente, acho extremamente justo que este tipo de atitude seja proibida.
Os fumantes deviam ser mais egoístas. Por que não ficam com a fumaça e todos os malditos gases tóxicos que saem do maldito "pirulito de fumaça" só para eles? Por que teimam em dividi-los com outras pessoas que não os desejam?
Chego a pensar numa solução digna dos produtos Tabajara. "Todo mundo se incomoda com a fumaça de seu cigarro ? Seus problemas acabaram! Adquira agora o seu SmokeIndividualArmazenator. Uma estrutura de vidro que fica sobre a sua cabeça e impede que a fumaça liberada pelo cigarro seja espalhada pelo ambiente e aproveite ao máximo o seu cigarro sem incomodar as pessoas."
A filosofia que adoto em relação ao cigarro é talvez radical demais, mas há muito em jogo para haver qualquer eufemismo ou tolerância. Veja as informações abaixo:

O fumante passivo é o indivíduo que não fuma, mas está exposto à fumaça de cigarros de parentes, amigos ou colegas de trabalho. O cigarro é o maior poluidor ambiental doméstico, segundo a Organização Mundial da Saúde. Como as pessoas passam 80% de seu tempo em locais fechados no trabalho, nas residências ou em locais de lazer há grande risco de exposição excessiva a esta fumaça.

Os efeitos nocivos de fumar ativamentesão conhecidos há muitas décadas. Atualmente se reconhece que os não fumantes têm muitas das doenças que os fumantes costumam apresentar, justamente por estarem expostos à fumaça do cigarro.

Estima-se que aproximadamente 700 milhões de crianças, ou seja, quase a metade das crianças de todo o mundo são fumantes passivas, principalmente devido ao hábito de fumar de seus pais.


Na queima de um cigarro são liberadas mais de 4000 substâncias na forma de gases e partículas. Algumas têm propriedades irritativas e mais de 60 são conhecidas como carcinogênicas (que podem provocar câncer) em humanos e animais. Os componentes gasosos da fumaça são o monóxido de carbono (principal constituinte), o dióxido de carbono, a amônia, o formaldeído, a acroleína, a dimetilnitrosamina e o hidróxido de cianeto. A porção particulada da fumaça é constituída de nicotina, alcatrão, benzeno e benzopireno.

O fumante passivo fica exposto à fumaça do cigarro que é exalada pelo fumante e à fumaça da queima final do cigarro. A fumaça, exalada pelo fumante, é mais concentrada, contém maior umidade e mais substâncias voláteis, porém é menos tóxica do que a fumaça exalada do cigarro, produzida pela sua queima entre as tragadas ou quando este é abandonado ainda aceso, possui maior quantidade de compostos tóxicos como por exemplo, N-nitrosaminas, benzopirenos, monóxido de carbono, nicotina e metais pesados.

As principais manifestações clínicas em fumantes passivos adultos são sintomas respiratórios em pacientes sadios, exacerbação de efeitos irritativos em pacientes alérgicos, aumento da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares (25 a 35%), de câncer de pulmão, desenvolvimento de câncer do colo do útero, boca, garganta, laringe, esôfago, bexioga, rim, pâncreas, cérebro, tireóide e mama.

Asmáticos expostos à fumaça do cigarro têm maior risco de dispnéia (falta de ar) e de restrições das atividades diárias. Adultos continuamente expostos à fumaça do cigarro têm maior risco de desenvolver asma do que os não expostos (40 a 60%).

As principais queixas físicas apresentadas pelos fumantes passivos são: ardência ou queimação das mucosas com irritação ocular e da garganta, náuseas, cefaléia, espirros, congestão nasal, rinite e tosse.

Crianças expostas à fumaça do cigarro têm maior risco de apresentarem doenças infecciosas do trato respiratório (bronquite, bronquiolite, crupe e pneumonia), otite média, asma, doenças cardiovasculares, distúrbios de comportamento e do desenvolvimento neurológico e câncer, principalmente do pulmão. Todos estes efeitos são muito semelhantes aos descritos em adultos, mas as crianças são mais suscetíveis à toxicidade da fumaça do cigarro por serem imaturos em sua constituição.

Filhos de fumantes parecem ter dificuldade de aprendizado, atraso no desenvolvimento da linguagem e mais problemas de comportamento, como hiperatividade, distúrbios de conduta e desatenção. Por fim, crianças que são fumantes passivas têm mais chances de tornarem-se fumantes no futuro.


fonte: http://psicoativas.ufcspa.edu.br/fum%20pas.html


quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Em português é bem melhor


Tive a curiosidade de procurar o nome original de alguns dos meus personagens favoritos dos antigos desenhos que eu assistia quando criança. O resultado é decepcionante. Em português, são bem melhores. Se não quiser destruir a magia de sua infância nem continue a ler.

Tio Patinhas vira Uncle Scrooge... Isso não é nome, é insulto! As coisas pioram quando chegamos nos sobrinhos. Primeiro a Wikipédia informa que a mãe dos patinhos os deixou com Donald e nunca mais voltou para buscá-los.... Sim, Huguinho, Zezinho e Luizinho viram Huey, Dewey e Louie (help me God!). O querido e desastrado Capitão Bóing é Launchpad McQuack e assim vai... É triste.

Vamos para o Pica-Pau (Woody Woodpecker), Paulina, namorada do Pica-Pau, é Winnie (acho que em alguns episódios, aparece com seu nome verdadeiro. Toquinho e Lasquita, os sobrinhos, são Knothead e Splinter. Pé-de-pano vira Sugarfoot, Zeca Urubu vira Buzz Buzzard), Zé Jacaré é Gabby Gator, Meany Ranheta é Mrs. Meany.

Looney Tunes não poderia faltar. Pernalonga é Bugs Bunny. Meu querido Patolino é DuffyDuck. Gaguinho é Porky Pig. Frajola é Silvester (tá, acho que esse é único que em inglês fica melhor). Papa-léguas é Road-Runner (em Portugal, Bip-bip) e o Coiote é Wile E. Coyote.

Bem, por hoje é só, pessoal!

sábado, 6 de dezembro de 2008

A justiça tarda, mas não.... bem, vamos aguardar o resultado....

Limoeiro do Norte é minha terra natal do coração. Visitando o site do STJ, vi a seguinte notícia:

Ex-prefeita acusada de mandar matar radialista no CE deve ser julgada pelo Tribunal do Júri

Em 2003, o radialista Nicanor Linhares foi assassinado, chocando Limoeiro com tamanha violência. As testemunhas informaram que foram dois agentes encapuzados que invadiram a Rádio e apesar da tentativa da vítima de trancar a porta para se proteger, conseguiram matá-lo. Foram encontradas 11 perfurações, três delas na cabeça. Não havia dúvidas que o objetivo era o homício, brutal, acrescento. As suspeitas recairam sobre um casal com muita influência no âmbito político limoeirense, Arivan Lucena e seu marido José Maria Lucena.

"Segundo o Ministério Público, existem fortes e fundadas suspeitas de que os mandantes teriam sido o desembargador e sua mulher, Maria Arivan, na época prefeita da cidade.

Entre os indícios de autoria, está a forte inimizade entre o casal e o radialista, o que era de conhecimento público. O conflito começou durante a campanha eleitoral de 2000, quando o radialista apoiou o candidato adversário de Maria Arivan, e se acirrou nos anos seguintes, com as freqüentes críticas do radialista à administração da prefeita.

Nicanor Linhares Batista recebeu muitas ameaças atribuídas ao casal e ao dono de outra emissora de rádio. Segundo a denúncia do Ministério Público, pouco antes de morrer, ele teria dito a várias pessoas que, se algo lhe acontecesse, os três seriam responsáveis. Também constam na denúncia diversas agressões do desembargador contra o radialista, inclusive uma tentativa de homicídio que não se concretizou porque Nicanor conseguiu fugir."

Se Arivan for realmente julgada pelo júri em Limoeiro do Norte, suas chances de condenação são muito grandes em razão da grande comoção que o crime causou na cidade, adicione-se a isso, a sensação de impunidade que pairou de 2003 para cá contra os acusados.

Vamos torcer para que seja realizado um processo justo.

Veja a notícia na íntegra AQUI

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