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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Eu fui: Museu da Imagem e do Som - Fortaleza

Entrada - Leões de Porcelana - Vindos da Cidade do Porto em Portugal

Férias em Fortaleza em dias de chuva, a pessoa tem que inovar.
Bem, passei várias vezes pela frente do Museu da Imagem e do Som - MIS, mas nunca tive oportunidade de fazer uma visita, até agora.
Vitrola

Segundo seu site institucional, o MIS é responsável pela preservação, difusão e pesquisa da memória audiovisual do Estado.
O museu está localizado na Av. Barão de Studart, 410, em frente ao Palácio da Abolição.
Ainda segundo informações institucionais: “Atualmente o acervo do MIS-CE é estimado em 150 mil peças entre discos de música brasileira e internacional (de 78, 45 e 33 e ½ rotações), CD’s, fitas de áudio, de rolo, cassete e micro-cassete, um acervo de imagem (fotografias cópia papel e digital) com imagens de Fortaleza Antiga, de outros municípios cearenses, de personalidades, festas e folguedos populares, artistas populares (cordelistas, artesãos, escultores, etc) cromos e negativos, filmes de diretores cearenses e registros de danças e festas da cultura popular tradicional (em diversos formatos como vídeos betacam, betamax,VHS e super VHS, DVD, H-8, películas de 16mm e 35mm, etc.), depoimentos de personalidades da história do Ceará, cordéis, partituras e muitos outros objetos que contam a história registrados em suportes audiovisuais. ”
Monóculos

Gramofone

Bem, quando cheguei lá, achei tudo meio abandonado. Fora o vigilante que encontrei na entrada, só vi de relance outras pessoas que talvez trabalhasse no museu. Vi poucas peças a mostra, que foram basicamente essas que aparecem nas fotografias aqui exposta. Sem falar, no projetor de origem francesa que está exposto em ambiente quase externo e com diversos pontos de ferrugem.
Câmeras Fotográficas

Pude admirar algumas máquinas fotográficas e projetores antigos. Destaque para a sessão em são expostos monóculos, que são pequenos cones com uma lente a uma imagem para ser visto contra a luz.
Projetor de Cinema - França - 1950

Fiquei bastante decepcionada. E olhe que há um tempo atrás visitei uma exposição de Memória da Imagem e Som no Núcleo de Informação Tecnológica e pude apreciar uma quantidade bem maior de peças e com mais informação disponível.
A despeito disso, se estiver pelas redondezas, não deixe de passar no MIS, a entrada é gratuita e a nostalgia é garantida!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Apresentação do Grupo Uirapuru no Teatro José de Alencar


"A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende"   

E Schopenhauer estava certo.  A música é maravilhosa, contagiante, ainda mais quando advinda de forma tão inusitada como de instrumentos de barro. Isso mesmo. O Grupo Uirapuru - A Orquestra de Barro - fabrica seus próprios instrumentos. Imagine instrumentos de percursão, sopro e até cordas¹. tudo feito de barro. Ficou interessado? Essa é a sua oportunidade de matar a curiosidade. 


ONDE?
Teatro José de Alencar - Rua Liberato Barroso, 525- Centro – Fortaleza/CE


QUANDO?
Dia 20 de julho de 2010, às 20h


QUANTO?
Entrada gratuita


Será feita a gravação do primeiro DVD do Grupo.




BREVE HISTÓRIA²


O Grupo Uirapuru é uma atividade originada pelo artista plástico e luthier Tércio Araripe em 2009 em parceria com o Ponto de Cultura do Instituto Beija-flor, Instituto 3 Arte e a Flexos Artes.  Idealizado e realizado pelo artista, o grupo musical Uirapuru – Orquestra de Barro, e formado por jovens do Povoado Moita Redonda, localizado no Município de Cascavel/CE, e apresenta através da inovação de sua formação, a manutenção da confecção da cerâmica naquela região. O Grupo de música experimental se utiliza de instrumentos confeccionados em barro pela própria comunidade, promovendo a cultura e a inclusão social e proporcionando acesso aquela população para as possibilidades expressivas transformadoras da cultura.


Tércio Araripe vem ao longo de mais de duas décadas dedicando-se à pesquisa e construção de instrumentos musicais “primitivos”, após experiências bem sucedidas com oficinas de confecção de instrumentos musicais feitos de barro, realizadas naquela comunidade, percebeu-se a necessidade da continuidade destes projetos, não apenas capacitando os novos jovens da comunidade, mas possibilitando os que outrora foram contemplados com o curso de confecção de instrumentos, a continuidade do processo de inclusão e resgate do patrimônio imaterial, permitindo que esses jovens passem a utilizar os instrumentos fabricados por eles mesmos, culminando no Grupo Uirapuru - Orquestra de Barro.
A iniciativa realizada no Theatro José de Alencar integra o Prêmio Interações Estéticas - Residências Artísticas em Pontos de Cultura.


  

Informações: 85 8831.5441 / 3082.6311

¹Grupo Uirapuru apresenta show com peças de barro 
²Julho 2010 no TJA

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vik Muniz

esde abril até agosto deste ano, é possível visitar gratuitamente a exposição de Vik Muniz no Espaço Unifor.
Vik Muniz é brasileiro e atualmente mora em Nova Iorque. Utiliza-se dos materiais mais impensáveis para fazer arte, tais como açúcar, terra, pigmentos, algodão, lixo, aviões e fumaça, macarrão, geléia, chocolate, entre outros. Parte do pressuposto que o artista contribui com apenas parte da obra e o espectador contribui com o restante.Em uma palavra: Surpreendente! As obras geram encantamento, admiração, são um deleite visual, uma brincadeira deliciosa de figura e fundo.Chega de conversa, vamos dar uma espiadinha nessas obras!


 How about diamonds? Um amigo de Muniz, dono de uma joalheira, ofereceu-lhe diamentes para que ele
elaborasse obras para serem vendidas em um leilão beneficente. Decidiu reproduzir as divas hollywoodianas. Na foto, Elizabeth Taylor.

Arte que dá água na boca:

Monalisa em geléia de amora e doce de leite.



Medusa na macarronada





Uma curiosidade sobre as obras com chocolate: a calda de chocolate perde o brilho com o tempo. Assim, Vik teve de ensaiar algumas obras a fim de encontrar a forma mais rápida de executá-las para conseguir registrá-las com o brilho do chocolate. É mole?


Crianças de açúcar

Utilizando um fundo preto, Vik conseguiu essas imagens povilhando açúcar.

Não sabe o que fazer com seu lixo, faça arte!

Abaixo o Narciso de Vik Muniz e o vídeo do making of .




Qualquer semelhança com a abertura da novela Passione não é mera coincidência. 



Bom, fico por aqui, o restante você confere na exposição. Não perca!

Espaço Cultural Unifor
Visitação | 16 de abril a 8 de agosto de 2010
Aberta ao público de terça a sexta, das 10h às 20h, e sábados e domingos, das 10h às 18h, no Espaço Cultural Unifor
Entrada gratuita – Estacionamento no local
Agendamento de visitas guiadas para grupos de visitantes - 85 3477 3319

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Mambo

Eu e Correspondente Anônimo vamos completar um ano de dança em janeiro. Já conseguimos até enganar um pouquinho.
Eu adoro me torturar e toda vez que começamos um ritmo novo, eu procuro os vídeos correspondente e fico estarrecida com as coisas que pessoas conseguem fazer ao som de uma música.
Frustrações à parte, descobri que adoro dançar (inclusive forró, surpreendentemente) e adora as aulas de dança e meus amigos de lá (Beijos, galera!). É sempre muito divertido, mesmo quando erramos o passo e nosso querido e maravilhoso professor grita carinhosamente com a gente (Beijo, V.). Nossa profa., uma dama! Mas como os meninos são escassos nas aulas, sempre que preciso ela os substitui e, diga-se de passagem, muito bem (Beijo, G). Talento é só para quem pode. Aproveito o ensejo e presto minha homenagem aos dois professores maravilhosos que nós temos e aos amigos que conhecemos.

Não esquecido do título não. Segue o vídeo de mambo:



Atenção para algo surpreendente no final e um momento constrangedor de um dos dançarinos.

domingo, 17 de maio de 2009

Ser de carne e osso


Acho que esse é o momento mais propício para escrever esse post filosófico sobre as angústias da vida, pelo menos para mim. Devo primeiro admitir que tive uma dificuldade enorme de pensar como estruturaria esse post, mas cheguei a conclusão que o negócio é deixar rolar. Vamos lá.

Primeiro, quero dizer que o estudo da Filosofia, além de ter me rendido amigos maravilhosos que eu guardo no coração até o hoje, me possibilitou aprender a observar as coisas de outro ângulo e eu atribuo a isso, a minha capacidade de reflexão. Essa é a luz filosófica. Por outro lado, a Filosofia me tirou o chão de outras tantas coisas de que eu me achava tão certa e me causou angústias e medo em relação à vida. Essa é a escuridão filosófica. A perda das certezas basilares nos obriga a procurar um novo solo em que pisar.



Segundo, Aluízio, você acertou, eu realmente passava o caminho de casa até o colégio no ônibus pensando na vida (Tabapuá - Centro). Mas mais importante do que a reflexão é a prática. É tentar, fazer experiências, aprender, errar e aprender mais. Depois de começar na Filosofia piorou ainda mais. Eu fazia o trajeto do CH da UECE (Luciano Carneiro) até a José Basto à pé e tinha dias que nem me lembrava como tinha chegado em casa, tão perdida em pensamentos como estava.



Terceiro: a coisa mais importante que eu aprendi e que uma coisa muito difícil de fazer é: conhecer a si mesmo. Se há uns sete anos atrás alguém me perguntasse quem eu era, não teria dificuldade alguma de falar. A gente começa pelo nome, depois o que faz da vida, o que gosta de fazer e ai vai. Só que essas coisas não meros acidentes... Percebi que a gente fala tanto disso como fosse nosso significado, nossa identificação que esquecemos as carateristicas mais relevantes. Por um lado isso é bom. Imagine se ao se apresentar você começasse assim: Oi, Tudo bem? Meu nome é fulana. Eu sou uma pessoa extrovertida, expansiva, gente boa, mas altamente insegura, mesquinha, tenho medo de mudanças e sou muito ciumenta. Por outro lado, ao nos omitir essas informações e substituí-las pelas primeiras, nós nos identificamos apenas com a nossa 'casca', aquilo que a gente usa externamente.


Eu digo por experiência própria e recomendo: é bom sentar diante do espelho e se conhecer. Passar além da aparência externa (aquela que nós apresentamos ao outros) e enfrentar o nosso verdadeiro eu. Vai ser difícil e é um processo contínuo. Mas é o primeiro passo.
Que fique bem claro que eu não estou defendendo que a gente saia por ai dando a cara à tapa dizendo aos quatro ventos os nossos defeitos. Pela própria estrutura da nossa sociedade. Pelo contrato social (não aquele do Rousseau) que nós travamos entre nós (as convenções sociais), você ser taxado de esquisito se começar a divulgar o seu "verdadeiro eu" por ai. Esse processo é íntimo. Eu sinceramente acho que deve ser só seu. Esse momento de descoberta vai te dar o plano geral que você precisa para começar a se entender, a antecipar suas reações e sentimentos, se preparar para eles ou mesmo evitá-los.

Quarto: Você não precisa se aceitar como é. Peraí, peraí, antes de fazer essa cara, termine ler o tópico. Sim, é isso mesmo. É papo furado essa história de você é como é e tem que aceitar isso. Na minha humilde opinião, ao nos conhecermos, nós divisamos os nossos limites e nossas capacidades e de posse dessas informações, nós estamos prontos para começar a mudar, a chegar ao nosso objetivo: o que queremos ser. Como tudo na vida não é fácil. Eu, por exemplo, sei que sou uma pessoa muito emocional, explosiva e que não gosta de ser contrariada. Sabendo disso, se submetida a uma situação de muita pressão, posso fazer ou dizer coisas quais eu não tinha a real intenção de fazer e de que eu com certeza vou me arrepender depois. Tenho que me aceitar assim? Passar o resto da vida me arrependendo de ter brigada com pessoas só porque eu tenho pavio curto? É hora de mudar. Algumas coisas a gente consegue mudar logo e é muito gratificante. Outras são tão arraigadas na gente que o processo de mudança é longo, doloroso e frustrante e ficamos imensamente tentados a desistir. E desistimos. E começamos de novo e mais uma vez desistimos. A frustração, a impotência tomam conta. Uma coisa que percebi à duras penas é que quanto nós somos as vítimas dos "defeitos" que queremos corrigir, nós passamos a ter uma visão mais nítida do quão prejudiciais eles são. E acontece algo importante: nós agora vamos querer mudar não só pela gente, para ser pessoas melhores, mas mudar para evitar magoar às outras pessoas. Isso nos dá um novo impulso para tentar de novo. Agora eu senti na pele como o meu amigo fica quando desconto o estresse do dia em cima dele. E quando estiver tentada a fazer isso, vou pensar duas vezes. Já é um começo. Posso até ter umas recaídas de vez em quando, mas elas vão servir para que saber que situações específicas me levam a explodir e a partir daí eu posso me preparar ficar "fria".



Quinto: Às vezes, saber de tudo isso não adianta nada. É muito fácil está de fora do problema, analisando-o friamente e dissecando-o, mas quando nós somos os personagens da nossa própria tragédia grega, essas racionações e receitinhas são suplantadas pelo medo, angústia, dor, remorso e lá se vai. É nessas horas que a gente precisa fazer algo que é difícil, para algumas pessoas, é mais doloroso do que o próprio problema: pedir ajuda. Ligar para aquele amigo de confiança e pedir os ouvidos, os ombros e os abraços emprestados. Pedir que ele te diga todas as coisas que você já sabe, mas que só farão efeito quando foram ditas por outra boca. Saber que se é de carne e osso e que ninguém se basta sozinho. Ter coragem de sair do pedestal em que às vezes a gente se coloca e expor o nosso frágil interior, aquele que fica debaixo da nossa 'casca'. Da mesma forma, quando aquele amigo, muitas vezes nem tão amigo assim, ligar, pare o que você estiver fazendo para ouvi-lo. Lembre-se de quanto foi duro para ele tomar a decisão de fazer essa ligação ou de bater na sua porta. Apesar de não saber bem o que dizer, arrisque, ou mesmo escute, às vezes é só o que ele/nós precismos.

Desculpe se eu adotei o tom meio auto-ajuda, mas é minha mania de tentar ser didática. No final das contas, acho que nós temos de parar de pensar que a grama do vizinho é mais verde e começar a ver que o nosso vizinho tem a mesma sensação quando olha para nossa. Não devemos ter medo das nossas dúvidas e sentimentos, mas devemos, quando quisermos, ter forças para tentar mudar, ainda que seja difícil (e na maioria esmagadora das vezes é), continuar. Keeping walking. Lembremo-nos: a cada dia recebemos uma nova chance de recomeçar e buscar sermos melhores do que fomos ontem.

Ah sim, nem expliquei porque esse era o momento mais propício para escrever sobre iss. Bem daqui a mais ou menos duas horas eu vou enfrentar a prova da OAB e estou muito ansiosa. Aproveito para agradecer aos amigos pelos votos de sucesso. Tenho a consciência limpa de que estudei e que o resultado do meu esforço deve ser a aprovação. Mas não vou mentir que estou com a barriga revirada de nervoso e quanto estiver mais próximo da prova estarei suando frio. Afinal, não é só uma prova. É o primeiro passo rumo ao meu futuro. Um novo chão em que pisar e daqui de onde eu vejo ainda não sei se é firme.
Bem, é isso. Espero que tenha sido de alguma ajuda.
As ilustrações do post são (não preciso nem dizer) de Dali, salvo a segunda figura, não sem que é o autor... achei aqui.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sessão Nostalgia - 10 anos de Matrix

Que o tempo é relativo eu sempre soube, afinal, a filosofia e a física vêm dizendo isso há muito tempo, mas acho que nunca senti tanto o peso dessa relatividade quanto esses dias, quando eu descobri que nessa terça (dia 31 de março) Matrix completou 10 anos de existência!
Nuuuuuuossa! Dez anos! Uma década! Isso é bastante tempo, mas, ainda assim, parece que foi ontem que uma mini versão minha (que nem sonhava que iria virar essa criatura que agora se denomina LadyReaper) assistiu o filme pela primeira vez com apenas 9 anos (yes babe, I'm still a kid!). Eu e a Garota_D (eu não digo quantos anos ela tinha na época não... =P, mas quem conhece pode fazer as contas) fomos assistir o VHS dublado (Eita poeira!) na casa de um random cousin, que eu não lembro bem quem era, para descobrir porque aquele filme causou tanto burbúrio na mídia que a notícia chegou até a nossa pequena cidadezinha conhecida como ante-sala do inferno! (para você ter idéia de como nós ainda eramos totalmente desconectadas do mundo virtual, eu nem sabia quem era Keanu Reeves! Hell, eu nem sabia o que era internet!)
Apesar de eu ter conseguido acompanhar o filme até direitinho, não é nenhuma surpresa que eu não entendi nada da história que ficava toda nas entrelinhas (acho que nem a Garota_D entendeu.). Eu só entendia que tinha um pretty guy lá que chutava bundas de sobretudo preto quando enfiavam uma agulha gigante na base do cérebro dele!
A segunda vez que eu mergulhei em Matrix, foi numa sessão de cinema que fiz na casa de uma colega de escola em 2004, assistimos Reloaded e Revolutions, mas ainda assim a profundidade da história não foi absorvida totalmente! Dessa vez eu tinha o conhecimento que existia um mundo real e um mundo virtual controlado pelas máquinas e o pretty guy chutando bundas com uma roupinha whatever preta e uns óculos estilosos tinha que salvar a humanidade. Era puro entertainment ainda.
Acho que só fui realmente viver the matrix experience há uns dois anos atrás, mais ou menos, quando a Garota_D comprou o livro Scifi-Sciphilo, a filosofia pelos filmes de ação. Me senti como o Neo acordando dentro da capsula de gosma! Completamente out of place! Como todas aquelas referências, todos aquelas detalhes tinham passado despercebidos por mim quando eu assisti o filme?
Então o que eu fiz? Aproveitei que meu vício pelo Keanu estava a toda na época e, juntando o útil ao agradável, comprei (com paitrocínio que na verdade tava mais pra maetrocínio) a box da trilogia para assistir de novo.
Foi totalmente uma nova experiência, uma nova forma de entender o filme e o mundo de Matrix, logo eu estava completamente fascinada pela aquela obra de arte da ficção científica e da ação e ainda mais xonada no Keanu (claro que o pretty guy chutando bundas ainda era fundamental).
Aí eu entrei na faculdade e onde eu tive minha primeira cadeira de filosofia e um dos textos de discussão era justamente sobre Matrix. Nem prestou! Assisti de novo, descobri mais coisas novas, mais detalhes... E daí minhas próprias teorias começaram a aparecer e Matrix foi eleito um dois meu top 5 filmes favoritos.
Hoje eu posso dizer que, apesar de não ter sido minha porta de entrada para o fascinante mundo nerd, Matrix definitivamente consolidou minha estada aqui.
Essa semana, 10 anos se passaram desde que a parceria entre os irmãos Wachowski e Keanu Reeves lançou o filme que revolucionou o gênero de uma forma que ainda deixa muita gente de boca aberta e merece uma celebração! Eu vou tomar a pílula vermelha novamente e sair da Matrix junto com Neo, Morpheus e Trinity (mas só porque eu não tenho como fugir dessa troço mulher-macho ¬¬) e você? Vai ter coragem de seguir o coelho branco e descobrir o quão fundo a toca do coelho vai, oh dear Alice?

terça-feira, 17 de março de 2009

Balé no Teatro José de Alencar - Academia Premium

Ai pessoal, estou com o coração apertado por não ter anunciado aqui no blog que a companhia de dança da Premium iriam se apresentar nesse domingo dia 15, e o ingresso era apenas dois quilos de alimento. Para me redimir posto alguns vídeos.
Foi ótimo. Constituído de dois atos: Estações (balé clássico) e Sowlt (não sei classificar :] - mas tinha dança de salão, parcour, street dance, etc)



sábado, 14 de março de 2009

Cirque du Soleil em Fortal!



Sim, você não leu errado! Sim, você mora uma capital chique bem! Eu mal pude acreditar quando recebi o e-mail do Aluízio e vi que nós aqui de Fortaleza e do Ceará em geral (e do resto do Brasil, ora) teremos a oportunidade de ver esse Espetáculo de pertinho (quer dizer, com o preço dos ingressos, não sei se será tão de pertinho assim...), mas vamos ao que interessa!

A Facada

PREÇOS Quintas e Sextas, 21h; Sábados, 17h e 21h; e Domingos, 16h e 20h
Setor Premium* R$490,00
Setor I R$420,00
Setor II R$350,00
Setor III R$230,00

PREÇOS (MEIAS-ENTRADAS) Quintas e Sextas, 21h; Sábados, 17h e 21h; e
Domingos, 16h e 20h
Setor Premium* R$245,00
Setor I R$210,00
Setor II R$175,00
Setor III R$115,00

*Com valor adicional de R$ 190,00 acesso ao Tapis Rouge¹

A partir de quando você pode levar a facada:

Data de abertura das vendas
Pré-venda1: 12/Março/2009
Pré-venda2: 02/Abril/2009
Venda: 09/Abril/2009

A pré-venda é para clientes do Bradesco Prime e American Express - venda de 12 ingressos no máximo para cada cliente.

Data de estréia:

A estréia será no dia 11 de junho de 2009.

Local das apresentações:

Praça 31 de Março, Praia do Futuro – Fortaleza

Apresentações


Quintas e Sextas 21h, Sábados 17h e 21h e Domingos 16h e 20h

½ entrada


Obrigatória a apresentação de documento que comprove o benefício no ato da compra nas bilheterias e pontos de venda e na entrada do evento para as compras efetuadas através do telefone e internet.

Canais de venda Bilheteria oficial


Horário de funcionamento: Todos os dias, das 12:00 às 20:00hs.

Localizada no Shopping Iguatemi, Av. Washington Soares, 85 - Edson Queiroz - CEP: 60811-340

Telefone
  • 4004-3100 (Canal sujeito a taxa de conveniência e entrega)
    Horário de funcionamento: De segunda a Sábado, das 09:00 às 21:00hs.

    Internet:
    www.ticketmaster.com.br/quidam (Canal sujeito a taxa de conveniência e entrega

Informações sobre a Entrega e Retirada


Entrega de ingressos:
  • O envio dos ingressos poderá ser feito por Sedex, em até 10 dias úteis, a partir da data do recebimento da confirmação da compra. Para entregas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro também haverá a entrega por courier, em até 7 dias úteisRetirada de ingressos:
    A retirada dos ingressos poderá ser efetuada a partir do dia 23 de Abril, na bilheteria local.
    Lembramos que, para retirar seus ingressos na bilheteria é indispensável apresentar o documento de identidade, o número de referência, o cartão de crédito utilizado na compra e no caso de meias-entradas, todos os documentos que comprovem o benefício.
    (Obs.: O documento para a meia-entrada deverá ser apresentado também na entrada do espetáculo.)
  • Informações sobre a taxa de conveniência
    A taxa de conveniência constitui a fonte pela qual a Ticketmaster oferece aos nossos consumidores uma distribuição simultânea de ingressos assim como a atualização constante da tecnologia de ponta que suporta este serviço.
O que é o Tapis Rouge? (tapete vermelho)
Isso é que é chique mesmo, é para a elite da elite, é mole... R$190 por pessoa além do valor do ingresso.

A EXPERIÊNCIA TAPIS ROUGE

Aproveite o máximo, uma hora antes do show e durante o intervalo, o Tapis Rouge leva você para o sensacional mundo do Cirque du Soleil.

Você vai desfrutar de uma variedade de comidas, bebidas e entretenimento único, tudo isso num cenário sofisticado e uma atmosfera confortável.

Quando chegar a hora do show, você vai experimentar uma história mágica de beleza, fantasia e poesia que somente o Cirque du Soleil pode contar.


A Experiência Tapis Rouge inclui:

  • Estacionamento exclusivo
  • Acesso ao Tapis Rouge através de uma entrada exclusiva uma hora antes do show e durante os intervalos
  • Uma seleção especial de comidas e bebidas
  • Entretenimento multimídia numa decoração e atmosfera relaxante.
  • Um brinde Tapis Rouge
  • Um programa de luxo do espetáculo
  • Prioridade na aquisição de produtos do Cirque du Soleil na loja Tapis Rouge
  • Banheiros exclusivos, terraço e serviço de chapelaria

Pois é meu povo, se alguém for, por favor, comentem aqui para nós pobres mortais ficarmos com muita, mais muita inveja mesmo!

Mais informações no site:http://173.1.86.43/content/home/

domingo, 23 de novembro de 2008

Sono Perdido

Essa semana que vem será a última atribulada deste ano (eu espero). Cada vez mais percebo que tenho mania de deixar tudo para cima da hora só por gostar de trabalhar sobre pressão. Resultado: Estresse. Conseqüências disso: sono sem qualidade, irritabilidade, problemas estomacais, olheiras. E quem agüenta esse monstro? As pessoas ao seu redor. O pobre do Correspondente Anônimo é tão acostumado que ele nem se dá ao trabalho de reagir, deixa que eu fale a torrente de coisas, reclamações e abobrinhas. É minha sorte! Quase ia perdendo uma amiga por causa dessas noites mal-dormidas seguidas de mau-humor matinal. Acrescente-se a isso um trânsito infernal. Minha sorte de novo que ela compreendeu e que eu tive o bom-senso de pedir desculpas a tempo. Meus amigos de verdade são poucos, não posso me dar o luxo de perder qualquer um deles.
A falta de sono, aviso logo, se torna um problema crônico. Você fica sonolento quando não deve e sua cabeça continua funcionando quando você está lutando para dormir. Cada vez mais aprendo a valorizar qualquer oportunidade de dormir. Não se trata de assumir minha preguiça, mas uma preocupação relevante com minha produtividade. Fazer qualquer coisa depois de uma boa noite de sono tem um índice de aproveitamento bem melhor (mental e físico) do que trabalhar com a mente cansada.
Concurseiro, eu sei que você pensa que enquanto dorme seus concorrentes estão estudando justamente aquela matéria que você não sabe bem e que será abordada naquela questão que decidirá o certame, mas se você não dormir, o que você aprendeu antes não se fixará e pode dar o terrível branco...
A falta de sono, além dos itens citados acima, aumenta as chances de ocorrência de problemas vasculares, engorda, causa dores de cabeça, aumenta a propensão à câncer e depressão. A apnéia durante o sono pode causar disfunção erétil. Travesseiros errados e colchões moles ou duros demais contribuem para um sono atribulado.
Pense bem antes de pular aquela horinha de sono. Falando nisso eu vou dormir e acalmar o monstro dentro de mim :).

A ilustração é minha. Uma mandala feita durante a aula de Responsabilidade Civil (por incrível que pareça, eu presto sim atenção às aulas!). Acho que é o momento em que a inspiração aparece, não dá para deixar passar :]

sábado, 8 de novembro de 2008

POR QUE ESCREVER?


Já iniciei diverso blogs que não levei adiante e esta pergunta continua a me perseguir: Por que escrever? Ou melhor dizendo, Por que escrever para outrem? Por que não se contentar com a minha visão, minha opinião sobre o meu texto? Por que preciso do comentário de pessoas, muitas vezes anônimas, principalmente quando se trata de internet.
Hoje, não se precisa de intermediários na hora da publicação, a internet trouxe a liberdade de conteúdo. Difícil é avaliar se isso foi realmente bom. A pergunta continua. Eu ainda não achei solução plausível, mas nessa nova empreitada, vou me dedicar a aprimorar meus textos. Fazer com que eles mereçam ser lidos.

Meu primeiro compromisso é evitar a prolixidade, lição que aprendi em A arte de escrever de Schopenhauer.

(...) deve-se evitar toda a prolixidade e todo o entrelaçamento de observações que não valem o esforço da leitura. É previso ser econômico com o tempo, a dedicação e a paciência do leitor, de modo a receber dele o crédito de considerar o que foi escrito digno de uma leitura atenta e capaz de recompensar o esforço empregado nela.

O segundo compromisso é compor o texto de forma apurada, sem ser pedante ou erudita, mas sem desleixo.

Quem escreve de maneira displicente confessa com isso, antes de tudo, que ele mesmos nao atribui grande valor a seus pensamentos.

A gravura acima se chama "Distração" e foi feita por mim durante umas das minhas aulas de Responsabilidade Civil- tire suas próprias conclusões.

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