Um pouco de tudo e muito de nada. Livros, comida, filmes, viagens físicas e, às vezes, metafísicas... Nada escapa!
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domingo, 25 de agosto de 2019
Alfabeto na Estante - Parte I
Inspirada no projeto super legal chamado #ABCdosautores nos perfis das maravilhosas @ladybook.me e @cici_books, eu fiz o #ABCnaEstante.
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A hashtag original é listar o alfabeto de autores que ainda não leu e quer ler em 2019.
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Na minha cabeça, gravei só alfabeto de autores, então aproveitei uma disposição incomum no final de semana e fiz o abc dos que eu tenho na estante.
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Em breve, vou fazer a hashtag #ABCdosautores do jeito certo, viu, meninas?
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Por enquanto, vamos ao meu alfabeto.
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Utilizei o sobrenome do(a) autor(a), que é como minha estante está organizada.
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No caso de existência de vários livros com a mesma letra ou de mesma autoria, escolhi aquele que tem algum significado especial para mim.
Em cada um dos título está o nosso link de associados Amazon. Comprando os livros indicados ou qualquer produto, através do nosso link, recebemos uma pequena comissão que será integralmente investida para auxílio de animais de rua, principalmente os gatinhos.
Abaixo segue a lista de A a K:
A - Margaret ATWOOD - O conto da Aia
Goodreads 4.09🌟
Skoob 4.4🌟
Lido
Considerado pela própria autora como ficção especulativa, ou seja, dados os fatos certos, a história descrita no livro pode facilmente se tornar realidade, "O conto da Aia" é um daqueles livros que transforma nossa visão de mundo de uma forma inversível.
Com uma adaptação para Série de TV espetacular, este título é indispensável qualquer estante e lista de leitura.
B - Anthony BURGESS - Laranja Mecânica
Goodreads 3.99🌟
Skoob 4.5🌟
Lido
Com uma linguagem bem própria, o protagonista Alex DeLarge nos apavora com um futuro (não muito distante) em que prevalece a ultraviolência . A resposta do governo autoritário é agressiva a altura do ataque. Vale tudo para reprimir a violência? Se você gosta de distopias, vale a pena conferir este título.
Também foi objeto de uma adaptação cinematográfica de respeito.
C - Agatha CHRISTIE - Os crimes ABC
Goodreads 4🌟
Skoob 4.2🌟
Lido
Um dos meus livros preferidos da Rainha do Crime até agora, com meu querido Hercule Poirot e seu fiel escudeiro capitão Hasting, um criminoso comete homicídios escolhendo a vítima e o local em ordem alfabética.
Para ler voando! Tem adaptação para série de TV com o magnífico David Suchet como Poirot! Confira o episódio 1 da quarta temporada de Agatha Christie's Poirot.
Em 2018, foi novamente adaptado com John Malkovich como Poirot!
D - Philip K. DICK - Realidades Adaptadas
Goodreads 4.21🌟
Skoob 4.3🌟
Lido
Fiquei surpresa ao ver quantos filmes advindos de história de PDK eu tinha visto sem ter a menor consciência disto. Uma coletânea imperdível e uma excelente forma de começar a ler o autor. Agora, saiba que não tem mais volta!
E - Umberto ECO - O cemitério de Praga
Goodreads 3.43🌟
Skoob 3.5🌟
Lido
Eu ganhei este livro de presente de amigos queridos. Então desde o começo este livro já tem um lugar especial na minha estante. Confesso, entretanto, que foi uma leitura muito difícil. Na primeira tentativa eu falhei miseravelmente. Na segunda eu terminei miseravelmente. Espero me redimir na terceira tentativa, daqui há uns dez anos pelo menos.
A esta altura não sei nem mais dizer do que se trata, então faço uso da sinopse da Amazon:
"Um trabalho memorável de Umberto Eco em sua melhor forma. Um tratado sobre o mecanismo do ódio, e espécie de síntese da história do preconceito, o livro causou desconforto em setores mais conservadores da sociedade italiana, principalmente entre religiosos, por misturar personagens históricos a um anti-herói fictício, cínico e maquiavélico, capaz de tudo para conseguir se vingar de padres, jesuítas, comunistas, mas, principalmente, dos judeus. Repleto de teorias da conspiração, falsificações, assuntos maçônicos e detalhes da unificação italiana, é no antisemitismo que repousa o coração da narrativa. O cemitério de Praga também lembra um dos mais impressionantes episódios de falsificação da história: Os protocolos dos sábios de Sião, um texto forjado pela polícia secreta do Czar Nicolau II para justificar a perseguição aos judeus. Os escritos, que se acredita terem sido baseados em um texto francês ― Diálogos no inferno entre Maquiável e Montesquieu ― descreviam um suposto plano para a dominação mundial pelos israelitas. E serviriam de inspiração a Hitler para os campos de concentração. O odioso Simonini, que o próprio autor define como um dos mais repulsivos personagens literários já criados, é um mestre do disfarce e da conspiração. Um falsário a serviço de vários governos. Do nordeste italiano até a Sicília de Garibaldi, das favelas de Paris às tabernas alemãs, passando por missas negras, o bombardeio a Napoleão III, a Comuna de Paris, o caso Dreyfus, o Ressurgimento, Simonini é todas as revoluções, as más escolhas, os erros do século XIX, que Eco reconstrói com grande rigor histórico, entre tomadas de poder e revoluções. Com ares de novo clássico, O cemitério de Praga leva as mentiras históricas a novos patamares e revela, ainda, ferramentas usadas por falsários e propagandistas."
F - Cordelia FINE - Idéias Próprias
Goodreads 3.86🌟
Skoob 4.3🌟
Lido
Este foi um precioso achado em uma das bienais do livro em Fortaleza naquelas montanhas de livros, cada um por R$10,00. O subtítulo já dá uma bela idéia do que vamos encontrar: Como seu cérebro distorce a realidade e o engana.
Leitura bem fácil e a linguagem acessível. Tem bienal rolando este ano (2019), aproveita!
G - Ken GRIMWOOD - Revivente
Goodreads 4.16🌟
Skoob 4.2🌟
Lido
Este foi um caso de amor à primeira vista... pela capa! Ai quando li a sinopse, tivesse certeza que nosso relacionamento ia ser para sempre.
Olha só essa sinopse para ver se você não vai correr e incluir esse livro no seu carrinho agora:
"Jeff Winston é um jornalista de rádio de 43 anos, que está preso em um casamento fracassado e um emprego sem futuro. Ao sentir uma forte dor no peito, morre instantaneamente. Momentos depois, acorda em 1963, em seu quarto da época de faculdade, com 18 anos novamente, e lembrando-se perfeitamente de tudo o que aconteceu. Sem entender o que está ocorrendo, a única coisa que sabe são os fatos de sua vida e do mundo que se repetirão, inclusive o dia de sua morte. As dúvidas invadem sua mente: o que fazer dessa “nova” vida? Cometer os mesmo erros ou fazer tudo diferente? Deixar que os grandes desastres da história aconteçam ou tentar interferir? Nesta surpreendente e premiada obra, que foi inclusive inspiração para o filme Feitiço do tempo (Groundhog Day), é uma aventura emocionante que desafia os limites do tempo."
Disponível do Kindle Unlimited!
H - Joe HILL - NOS4A2
Goodreads 4.07🌟
Skoob 4.4🌟
Lido
Já apaixonado pelos livros do pai, comecei a ler e colecionar também os do filho, Joe Hill. Com a adaptação para série de TV deste livro, (Lê-se Nos four A two, ou seja Nosferatu ), resolvi adiantar este aqui na fila. Imagine ter a capacidade de encontrar coisa perdidas, na verdade, encontrar o que você quiser, inclusive confusão... Vick foi a única criança a escapar das mãos do terrível Charlie T. Manx, que também tem habilidade especial de trafegar por estradas ocultas que levam até um lugar chamado Christmasland, mas apesar do nome, não é nada feliz.
Apenas meu segundo título do autor, mas já posso dizer que ele é muito promissor!
I - Rudolf Von IHERING - A luta pelo Direito
Goodreads 3.9🌟
Skoob 3.9🌟
Lido
Um do primeiros livros da minha biblioteca jurídica. Compilação de uma palestra proferida em Viena em 1872, fala sobre diversos assuntos relativos ao Direito e à Justiça. Mais de 11 anos depois, não me lembro de muito do que está escrito aqui, por sinal, mais do que na hora de fazer uma releitura, mas não consigo esquecer a importância que este livro tem para todo operador do Direito. Leitura indispensável.
J - Shirley JACKSON - A assombração da casa da colina
Goodreads 3.85🌟
Skoob 3.4🌟
Não Lido
Quem primeiro me falou desta autora foi Stephen King. Na verdade, ela é uma grande influenciadora do autor. Com uma recomendação destas, não dá para deixar de incluir na biblioteca.
Além disso, superei meus medos e assisti à excelente adaptação da história para TV trazida pela Netflix, e apesar de saber que a história diverge bastante do original, quero ver a casa assombrada que inspirou tantas outras!
K - Stephen KING - Novembro de 63
Goodreads 4.31🌟
Skoob 4.6🌟
Lido e Relido
Este é o meu livro preferido de Stephen King. Uma história sensacional que não canso de ler. Teoria da conspiração, viagem no tempo, romance, não falta nada! De tirar o fôlego e de levar às lágrimas.
Tem uma adaptação para TV que merece ser vista também.
Leia já!
Vou parando por aqui. Em breve sai a segunda parte.
E ai? O que achou desse meu alfabeto até agora?
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
#1anodeStephenKing - Feveireiro - The Stand (A dança da morte)
PERÍODO
DE LEITURA OFICIAL - 01 a 28 de Fevereiro de 2017.
QUANTIDADE
MÉDIA DE PÁGINAS POR DIA: 1463/31:
48
páginas.
Início: 29 de janeiro de 2017
Fim: 28 de fevereiro de 2017
Média de páginas por dia:52,25 por dia.
Maior quantidade de páginas em um dia: 175 páginas - 27/02/2017.
Menor quantidade de páginas em um dia: 04 paginas - 03/02/2017.
Avaliação: OK (1/5)
Início: 29 de janeiro de 2017
Fim: 28 de fevereiro de 2017
Média de páginas por dia:52,25 por dia.
Maior quantidade de páginas em um dia: 175 páginas - 27/02/2017.
Menor quantidade de páginas em um dia: 04 paginas - 03/02/2017.
Avaliação: OK (1/5)
0
– Ruim/1 – Ok/2 – Bom/ 3 – Muito Bom/4 – Ótimo/5 -
Excelente
Informações
sobre o livro:
Lançamento
da primeira edição: 1978.
Lançamento
da edição completa e sem cortes(esta que eu li): 1990.
Sinopse:
Após
um acidente, um homem escapa de uma instalação que contém uma arma
biológica, carregando com ele, um vírus mortal conhecido como
Captain Tripps, uma gripe de mutação extremamente rápida que, nas
semanas seguintes, extermina a maior parte da população do mundo.
Depois disso, os sobreviventes escolhem entre seguir uma idosa negra
até Boulder ou o homem sombrio, Randall Flagg, que estabeleceu seu
comando em Las Vegas. As duas facções se preparam para um confronto
entre as forças do bem e do mal.
Cenário: Arnette, Texas; Ogunquit, Maine; New York City, New York, Boulder Colorado; Las Vegas, Nevada, entre outros.
Época:
16 de junho de 1990 a 10 de janeiro de 1991.
Inspiração:
Stephen King
confessa que durante um longo tempo, pelo menos 10 anos, quis
escrever um épico de fantasia como “O Senhor dos Anéis”, mas em
um cenário americano. Obteve inspiração em um documentário sobre Guerra
Bioquímica e um vazamento químico em Utah, tais fatos serviriam
como base para The Stand – A dança da morte e finalmente o mestre
do terror produziria seu Senhor dos Anéis, mas ao invés de um
hobbit, seu herói é um texano chamado Stu Redman e, no lugar do
Senhor Sombrio, seu vilão é um implacável andarilho, insano e
sobrenatural chamado Randall Flagg. E Mordor é Las Vegas.
Dados
da Minha Edição
Editora:
Anchor Books
Paperback
- Pocket
Ano:
2011 - (http://www.goodreads.com/book/show/9813753-the-stand)
Idioma
original
New
York
1439
páginas (mais 24 páginas – prefácios e prólogo)
Presente
Diário de Leitura
Enfrentar
um livro de tamanha extensão e ainda mais em inglês foi um grande
desafio.
Percebi,
no entanto, que meu planejamento de leitura estava totalmente errado. Eu
costumo ler à noite antes de dormir. O problema é encarar cerca de
50 páginas em outro idioma enquanto luta para manter os olhos
abertos. Assim, beirei o fracasso, mesmo com alguns dias extras de
janeiro. Apenas com a dedicação de manhãs e tardes inteiras dos
meus dias de férias e carnaval fui capaz de terminar, mas tenho
certeza que se tivesse sido em outra ocasião, teria estourado o
prazo sem dúvida nenhuma.
Diferente
do que fiz em janeiro, com Christine, não consegui manter um
registro dos fatos do enredo do livro. Muitos personagens e na
verdade, bem poucos fatos que merecem real destaque.
Stephen
King pariu um monstro chamado The Stand, mas, graças ao bom senso dos
editores, foi solicitado ao nosso querido autor que desse uma
enxugada nesta obra e dai foram cortadas nada mais nada menos que 400
páginas!
Ai,
depois de sua fama consolidada e por demanda dos fãs, foi lançada
essa edição com quase tudo o que foi cortado de volta. E minha
gente, este livro não tem fim! Não vou mentir, em várias
oportunidades, eu pulei parágrafos inteiros, e acho que não me
fizeram falta nenhuma.
Este
livro tem dois prefácios, um para ser lido antes da compra e em
Stephen King explica que, a despeito de ser uma versão estendida,
não acontecerá nada que não aconteceu no outro livro. O segundo
prefácio é para ler depois da compra, oportunidade em que ele
explica que trouxe nesta edição tudo que foi cortado na outra.
Logo
após, temos o prólogo, e três partes: Captain Trip; On the Border
e The Stand e um epílogo.
A
fuga de um homem de uma instalação militar em que eram testadas
armas biológicas dá início a uma infestação mundial em quase
toda a população da Terra é rapidamente exterminada. Acompanhamos
a história de Stuart “Stu” Redman; Glen Bateman; Frances “Frannie”
Goldsmith, Harold Lauder; Nick Andros; Tom Cullen; Larry Underwood,
Nadine Cross e Joe em sua jornada de sobrevivência à doença e sua
busca por Mãe Abigail em um milharal em Nebraska. De outro lado,
conhecemos Lloyd Henreid e Trashcan Man que serão os primeiros
capangas de homem de preto, homem escuro ou homem sombrio, Randall
Flagg.
Vamos
conhecer extensamente a história de cada um deles. Depois todo o
percurso até seus respectivos destinos.
Em
Boulder é criada a Zona Livre, onde os sobreviventes que seguiram
Mãe Abigail se estabeleceram. Enquanto em Las Vegas se encontra a
comunidade daqueles que seguiram Randall Flagg.
Sei
que esperei longamente pelo tal confronto anunciado na sinopse e
fiquei decepcionada.
Uma
história tão épica com um desenlace tão xinfrim.
Não
me envolvi com nenhum dos personagens, Nick Andros e Tom Cullen foram
os que mais gostei, mas nem foi lá essas coisas.
Não
chegou a ser ruim, até porque se fosse, não vou mentir, iria
desistir, tenho muita coisa para ler na minha para perder tempo com
porqueira, mas não foi oh meu deus preciso ver o que vai acontecer a
seguir.
Depois
de tanto tempo, você meio que se acostuma a estar com a galera de
Boulder e ver o desenvolvimento deles e tal. E a esperança de ver o
confronto final, isso também me impulsionava, mas como já disse,
não foi lá essas coisas.
Stephen
King's The Stand
1994
Duração:
6h1min
Atores
em destaque: Gary Sinise, Molly Ringwald, Rob Lowe, etc.
Divida
em quatro partes (The plage – a praga; The Dreams – Os sonhos;
The Betrayal – A traição e The Stand – A resistência), foi uma adaptação razoável do livro, cortou bastante fatos e personagens inúteis
e fez as necessárias alterações para a tela.
As
atuações não são lá essas coisas e, muito menos os efeitos para
tornar Randall Flagg assustador, na verdade, ficou tudo meio cômico.
Compreensível, entretanto, porque o medo inspirado por este
personagem é psíquico, advindo de sua própria presença maligna
que não fica fácil de retratar sem as descrições de estado de
espírito dos personagens.
Minha
vaia vai para:
a)
para a cena de Larry no túnel é uma das minhas preferidas no livro.
Imagine atravessar um túnel cheio de corpos em decomposição no
escuro, sem saber o que encontrará a cada passo e ainda com a ameaça
do homem sombrio.
No
filme, as luzes dos carros ainda estavam funcionando e o desenrolar
da cena não chega nem perto de transmitir a angústia da versão
escrita.
b)
para a composição de Harold Lauder – adoro odiar Harold, que no
livro tem uma aparência bem pior do que vemos no filme. No livro,
Harold é gordo, suado e com o cabelo sebento de tão sujo, com a
cara cheia de espinhas, a despeito disso, é uma pessoa inteligente e
perpicaz, dissimulado e vingativo. No filme, ele ficou magro, com três espinhas no rosto e
um pateta completo.
Outra
queixa é quanto ao comportamento de Frannie em relação a ele. No
livro, ela não gosta dela e só o atura por ser irmão de sua amiga
Amy Lauder e porque é a única outra pessoa viva de quem ela tem
notícia em sua cidade. No filme, além de colocar de cara o menino na Friendzone,
fica claramente brincando com os sentimentos dele, com toques e
gestos carinhosos que confundem a cabeça insana de Harold.
c)O
personagem Joe. Joe é um ser meio selvagem que é encontrado por
Nadine Cross (e não por Lucy) e que, com o convívio com Larry
parece recobrar sua civilidade. Joe parece ser telepata ou pelo menos
ter um pouco de iluminação (tipo a de Danny em O iluminado) porque
vê a real natureza de Harold, bem como conversa com Larry em certa
ocasião lendo seus pensamentos. No filme, o menino não fala nada,
não serve de nada , só grune e aponta.
d) A
edição em alguns momentos parece um pouco truncada, pulando de uma
parte a outra da história sem conexão aparente, veja o seguinte
exemplo: vemos Stu e Glen serem encontrados por Frannie e Harold. Na
próxima vez que eles aparecem Stu está fazendo a cirurgia em um
cara estranho com uma mulher estranha, Dayna. Na próxima vez que
Dayna aparece, ela já (Spoiler) espiã em Las Vegas.
A
ilustração da folha de rosto da minha edição tem uma ilustração
que remete a capa de uma outra edição.
São
mencionados os seguintes livros (links para Goodreads):
A rose for Emily – William Faulkner;
O homem invisível – H. G. Wells;
Animal Farm – George Orwell;
Watership down – Richard Adams
Flowers or Algernon – Daniel Keyes;
Alice no pais das maravilhas – Lewis Carroll;
Papillion – Henri Charrièri;
Senhor dos Anéis – J. R. R. Tolkien.
A rose for Emily – William Faulkner;
O homem invisível – H. G. Wells;
Animal Farm – George Orwell;
Watership down – Richard Adams
Flowers or Algernon – Daniel Keyes;
Alice no pais das maravilhas – Lewis Carroll;
Papillion – Henri Charrièri;
Senhor dos Anéis – J. R. R. Tolkien.
Randall
Flagg é o mesmo Darkman da série a torre negra.
Quando
Lloyd é preso e transportado até sua cela no presídio, eles passam
por um corredor pintado e verde industrial que me lembrou
imediatamente de “The Green mille” - À espera de um milagre.
Os
gatos não pegaram a doença. Por outro lado, praticamente todos os
cães foram infectados.
Stephen
King usa a expressão “the walking dead” - fls.379.
Menção
aos carros Buick (From a Buick 8 – Buick nº 8) e Plymounth
(Christine) fls.330.
Menção
a uma morte muito similar à da esposa de Mike Noonan em Bag of Bones
(Saco de Ossos) – fls.677.
Na
crucifiação de Hector Drogan, Trashcan Man o negou três vezes.
Fls.774.
Quando
Stu e Tom Cullen encontram um Plymounth, no chaveiro há as iniciais
A.C. No Livro Christine, o personagem principal se chama Arnold
“Arnie” Cunninham. Fls. 1373.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Eu li: Dragão Vermelho
Hannibal Lecter, ou
melhor Dr. Lecter, ou melhor Hannibal, the Canibal, como queira
chamar, sem dúvida, é um personagem que gera sentimentos
conflitantes nos leitores que o admiram a despeito (ou talvez por
isso mesmo) de sua monstruosidade.
Eternizado no cinema por Anthony
Hopkins, o personagem de Thomas Harris aparece apenas secundariamente
neste volume. Já se encontra preso, depois de ter quase matado nosso
personagem principal, Will Graham, quando este o confronta e descobre
ser Hannibal um serial killer.
Graham consegue ver as evidências de
uma forma que ninguém mais vê. É como se entrasse na mente do
assassino, como se pensasse exatamente como ele pensaria e por isso é
capaz de interpretar as pistas por meio de um prisma único e
extremamente útil para o deslinde do caso.
Duas famílias inteiras foram
massacradas por um serial killer e para auxiliar Graham a
encontrá-lo, nosso querido Dr. Lecter entra em cena.
A nós também é dado a conhecer
Francis Dolarhyde, o assassino da história. Mergulhamos na sua
deformidade e infância sofrida e as influências desses fatos no
surgimento do Dragão Vermelho, sedento de sangue de suas vítimas
(que frase mais dramática). Sua história é envolvente a tal ponto,
que é possível até simpatizar com ele e, em certo momento, até
torcer por ele, no que toca a certa parte da história.
Com esses ingredientes é
gerado o enredo de Dragão Vermelho, e junto com Will Graham, vamos em
busca do assassino, ao mesmo tempo que aquele tenta proteger a si e
sua família deste.
Aqui o pacote é completo,
o livro é bom, o filme é bom e a série também tem o seu charme.
Resumindo, imperdível!
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Como destruir uma ótima série....
Acabei de ver a season finale de Dexter e estou decepcionada. Ou melhor, decepcionada eu estive a última temporada toda. Eu estou revoltada como os responsáveis conseguiram destruir e fechar um série tão boa quanto essa de uma forma tão tosca.
Para mim, Dexter trata-se de um dos poucos casos em que a série se iguala e talvez até supere um pouco o personagem e a trama do livro.
Assassinos como o Ice Truck Killer e Trinit são impagáveis e nos renderam episódios e finais de temporada eletrizantes.
Mas ai surge a questão? Como terminar? Dexter morre? Vai pagar pelos seus crimes? Se arrepende? Se redime? Eu sei que é difícil, não tinha dúvidas disso. Mas o que presenciei durante toda essa temporada foi uma total maluquice, com direito a personagens tirados da cartola, porque nunca sequer houve qualquer menção até então.
A partir daqui Spoilers.
Tudo começou com a aparição da psiquiatra que teoricamente criou o Código, que SEMPRE foi Harris's Code. O mérito era todo dele, um policial que resolveu direcionar a necessidade assassina de Dexter e acabou tornando-o uma arma para alcançar aqueles que de alguma forma escapuliam do sistema e sairiam impunes.
Ai a gente ainda tem que aturar a relação doentia da velhinha louca e Dexter. A única parte de boa dessa temporada foi ver o atrito entre Debra e Dexter. A despeito de no livro, ela desconfiar e simplesmente parecer não se importar que ele é um serial killer, já que depende basicamente dele para resolver todos os casos, na série, ela se faz de cega para melhor passar. Escolheu Dexter e atirou em LaGuerta e teve que conviver com isso. Depois, quase coloca tudo a perder contando tudo. Tenta matar Dexter, o ponto alto dessa temporada, ai depois fazem as pazes...
Ai vem Hannah MacCay do nada para bagunçar ainda mais o coreto... mais uma vez ele vai tentar ser um cara normal. Com Rita, até dava para passar, mas tentar começar uma vida normal quando sua suposta alma gêmea é outra serial killer reaproveitada de uma temporada passada é de lascar.
Ai, arrisca tudo, vai totalmente contra o Code e bota tudo a perder.
Finalmente a chata da Debra morre, o que já poderia ter acontecido diversas e diversas vezes mais cedo para o bem da humanidade. Dexter faz queima de arquivo e livra todos de sua existência...
me poupe né... ridículo. Simplesmente ridículo.
Preferia que ele tivesse morrido. Preferia que ele fosse levado a julgamento pela morte de Saxon e no meio do processo a verdade viesse a tona e todos vissem o verdadeiro Dexter, a face do Dark Passenger que os fãs tanto amam. Seria legal ver o pessoal dividido entre a crueldade e a frieza do assassino e da justiça trazida pelo vigilante. E se Dexter fosse à juri?
Qualquer coisa teria sido melhor do que o que vi hoje. Espero que os livros possam me consolar e que Jeff Lindsay tenha mais zelo com Dexter.
Pronto, falei
Não merece nem fotinha...
Tonight will never be The Night for Dexter...
Para mim, Dexter trata-se de um dos poucos casos em que a série se iguala e talvez até supere um pouco o personagem e a trama do livro.
Assassinos como o Ice Truck Killer e Trinit são impagáveis e nos renderam episódios e finais de temporada eletrizantes.
Mas ai surge a questão? Como terminar? Dexter morre? Vai pagar pelos seus crimes? Se arrepende? Se redime? Eu sei que é difícil, não tinha dúvidas disso. Mas o que presenciei durante toda essa temporada foi uma total maluquice, com direito a personagens tirados da cartola, porque nunca sequer houve qualquer menção até então.
A partir daqui Spoilers.
Tudo começou com a aparição da psiquiatra que teoricamente criou o Código, que SEMPRE foi Harris's Code. O mérito era todo dele, um policial que resolveu direcionar a necessidade assassina de Dexter e acabou tornando-o uma arma para alcançar aqueles que de alguma forma escapuliam do sistema e sairiam impunes.
Ai a gente ainda tem que aturar a relação doentia da velhinha louca e Dexter. A única parte de boa dessa temporada foi ver o atrito entre Debra e Dexter. A despeito de no livro, ela desconfiar e simplesmente parecer não se importar que ele é um serial killer, já que depende basicamente dele para resolver todos os casos, na série, ela se faz de cega para melhor passar. Escolheu Dexter e atirou em LaGuerta e teve que conviver com isso. Depois, quase coloca tudo a perder contando tudo. Tenta matar Dexter, o ponto alto dessa temporada, ai depois fazem as pazes...
Ai vem Hannah MacCay do nada para bagunçar ainda mais o coreto... mais uma vez ele vai tentar ser um cara normal. Com Rita, até dava para passar, mas tentar começar uma vida normal quando sua suposta alma gêmea é outra serial killer reaproveitada de uma temporada passada é de lascar.
Ai, arrisca tudo, vai totalmente contra o Code e bota tudo a perder.
Finalmente a chata da Debra morre, o que já poderia ter acontecido diversas e diversas vezes mais cedo para o bem da humanidade. Dexter faz queima de arquivo e livra todos de sua existência...
me poupe né... ridículo. Simplesmente ridículo.
Preferia que ele tivesse morrido. Preferia que ele fosse levado a julgamento pela morte de Saxon e no meio do processo a verdade viesse a tona e todos vissem o verdadeiro Dexter, a face do Dark Passenger que os fãs tanto amam. Seria legal ver o pessoal dividido entre a crueldade e a frieza do assassino e da justiça trazida pelo vigilante. E se Dexter fosse à juri?
Qualquer coisa teria sido melhor do que o que vi hoje. Espero que os livros possam me consolar e que Jeff Lindsay tenha mais zelo com Dexter.
Pronto, falei
Não merece nem fotinha...
Tonight will never be The Night for Dexter...
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Eu vi: Once upon a time - episódio piloto
A nova safra de séries do segundo semestre de 2011 tem opções para todos os gostos. Se não me engano, foi LadyReaper que me falou desta em especial. Once upon a time conta a história de uma maldição que roubou os finais feliz dos contos de fadas e aprisionou os personagens no mundo real, paralisados no tempo e desmemoriados.
Alerta de spoilers (mas são leves =P)!
O bebê da Branca de Neve e do Príncipe seria a salvação de todos. A criança é enviada para o mundo real e quando completar 28 anos deve voltar ao lugar onde os personagens estão aprisionados para iniciar a batalha final.
Enquanto isso, no mundo real, Emma (Jeniffer Morisson - A Cameron em House), especialista em encontrar pessoas, é confrontada por um garoto que diz ser seu filho e pede que ela retorne com ele para Storybrooke, Maine. Segundo ele, ela é o bebê da história acima, mas quando chegam à cidade, nada acontece. OK. Paro por aqui. Acho que já deu para entender o esquema.
Sou meio suspeita para falar porque adoro contos de fadas, muito mesmo (Falando nisso, há outra série, chamada Grimm, que também usa contos de fadas)! O enredo da história me chamou atenção em primeiro lugar em razão disso. Segundo, há um viés mais adulto e como se trata de uma série de drama, podemos esperar personagens um pouco mais profundos (ou não...). Terceiro, despertou a curiosidade de como será o desenrolar da trama. Em resumo, não fiquei sofrendo para ver o próximo capítulo, mas quero sim vê-lo.
Acho que ainda é cedo para formar uma opinião mais concreta, mas por enquanto, recomendo. =D
Boa diversão!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Eu li/eu vejo: A guerra dos tronos
Geeeeeeeeeeeeeeeeeeeente do céu! Fazia tempo que eu não ficava maluca com um livro e uma série assim! E o melhor: ao mesmo tempo!
Sempre gostei de romance épico/medieval/capa_e_espada, mas esse é um prato cheio. Foi um casamento maravilhoso: um livro intrigante, envolvente e uma série à altura com o selo de qualidade da HBO.
Comecei a ver a série. Gostei do primeiro episódio e resolvi dar uma espiada no livro. Foi o suficiente para ser pega de jeito. Não conseguia largar. E mal conseguia esperar pelos próximos capítulos.
Sabe o que foi mais legal? Comecei a me adiantar no livro e depois tinha o prazer de ver na série tudo que imaginei. Sim, claro que houve cortes e adaptações inevitáveis, mas até então, não houve nada que tinha sido omitido/alterado que tenha prejudicado de qualquer forma o conteúdo do livro.
E isso é só a ponta do iceberg. A guerra dos tronos e a 1ª temporada de The game of thrones dizem respeito apenas ao primeiro volume da saga Crônicas de gelo e fogo (A song of ice and fire) que até agora tem 5 livros, com mais 2 nos planos do autor. No Brasil, apenas 2 volumes estão traduzidos para o português de Portugal (A guerra dos tronos e A fúria dos reis publicados pela LeYa).
Eu consigo ler bem em inglês, mas não com a mesma voracidade e velocidade que em português, não sei o que será de mim enquanto não saírem esses volumes aqui.
Não vou perder tempo aqui falando do enredo, porque tem trocentos sites falando sobre isso. Se quiser saber mais sobre a série, tem o site oficial, recomendo ouvir o nerdcast 258, mas só até antes da zona de spoilers, não escute antes de ler o livro. Tem o blog do autor também. Um conselho: não se apegue a ninguém. George R.R. Martin não tem pena de ninguém. Outra coisa, não pense que você sabe o que vai acontecer, porque não sabe, ah, mas não faz idéia de como esse maluco pode virar a mesa quando você menos espera e, para mim, isso é dos atrativos do livro e da série: você perde o chão constantemente. Não existe essa clara e maniqueísta divisão entre bem e mal. Existe uma teia de interesses, intrigas, traições, amores, lutas, ódios mal resolvidos, e quando mais você prossegue, mais preso fica e não consegue se livrar. Os personagens são bem construídos e tão palpáveis, ainda mais porque você os vê na série. Isso cria uma relação muito próxima, o que torna ainda mais dura a dor da perda... mas enfim, deixe-me parar por aqui, senão vai escapar spoilers e faço questão que todos passem por esse sofrimento da mesma forma que eu. Juro, tinha horas que eu temia o que iria encontrar na próxima linha, não é o máximo? Enjoy!
Claro que há comparações com Senhor dos Anéis! O pobre do Tolkien não está mais vivo para uma revanche! Eu não consegui terminar o 1º volume de SdA e já estou no segundo de Crônicas de gelo e fogo... Tire suas conclusões!
Se você é um hardcore fan cheio da grana, compre sua espada aqui!
Se você lê/assiste Guerra dos tronos, qual(is) é (são) seu(s) personagem(ns) favorito(s)?
Eu particularmente gosto de uma infinidade deles, porque cada um tem seu atrativo, mas se tivesse que escolher só um agora, fico com Danaerys Targaryen. Em segundo lugar, Tyrion Lannister.
Esqueci de dizer na primeira publicação que se trata de uma série muito sangrenta e com muitas cenas de nudez ou sexo (acho que deve ser quase um requisito para passar na HBO), então se tiver o estômago fraco e/ou excesso de pudores, faça um esforço e assista a série mesmo assim =D.
A 1ª temporada terminou domingo passado (19/06) deixando um gosto de quero mais. A série foi bastante fiel ao livro (na medida do possível), mesmo no ponto em todos desejavam que não fosse (relativo a um acontecimento chocante, do qual muitos expectadores não conseguirão se recuperar). Algumas coisas foram alteradas sem que houvesse prejuízo para a trama. Outras, como a mudança do desfecho da história de Tyrion e a total omissão da história da espada 'bastada' (posso falar isso aqui, só que leu o livro vai saber) fizeram falta. Houve entretanto, adições que achei desnecessárias. Como não li o segundo livro todo ainda, pode ser que encontre esses "relacionamentos suspeitos" entre certos personagens mais adiante, mas por enquanto os achei dispensáveis e apelativos.
A 2ª temporada já está nos planos, começa a ser gravada em 25 de julho e estreia na primavera de 2012. Enquanto isso, vamos matando a curiosidade com os livros!
Atualização:
A 1ª temporada terminou domingo passado (19/06) deixando um gosto de quero mais. A série foi bastante fiel ao livro (na medida do possível), mesmo no ponto em todos desejavam que não fosse (relativo a um acontecimento chocante, do qual muitos expectadores não conseguirão se recuperar). Algumas coisas foram alteradas sem que houvesse prejuízo para a trama. Outras, como a mudança do desfecho da história de Tyrion e a total omissão da história da espada 'bastada' (posso falar isso aqui, só que leu o livro vai saber) fizeram falta. Houve entretanto, adições que achei desnecessárias. Como não li o segundo livro todo ainda, pode ser que encontre esses "relacionamentos suspeitos" entre certos personagens mais adiante, mas por enquanto os achei dispensáveis e apelativos.
A 2ª temporada já está nos planos, começa a ser gravada em 25 de julho e estreia na primavera de 2012. Enquanto isso, vamos matando a curiosidade com os livros!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
24: The Unaired 1994 pilot
Em tempos de concurso, os posts ficam assim mesmo: objetivos que nem ementa de julgado.
Correspondente Anônimo. Contribuição. 24h. Episódio piloto ambientado em 1994. Hilário. Coitado do Jack Bauer. Risos. Aprovado.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Jogo duro
Agora nossas noites de domingo são brindadas com mais um reality show whatever. Jogo Duro é um 'desafio' em que os participantes se submetem a tudo para arrecadar a maior quantia de dinheiro possível (é pouca por sinal, só trinta mil conto..., dá nem para comprar a casa própria... no Bairro de Fátima). A cada fase dois participantes são eliminados, o que ficar por último no ambiente - o ganancioso - e quem arrecadar menos dinheiro. Fiquei curiosa e assisti porque, durante o comercial, antevi o que os participantes iriam enfrentar e quis ver. Almoxarifados com teias de aranhas, pombos voando, insetos, ratos, jardim com fios que davam choques elétricos, um labirinto dentro de uma caldeira em a temperatura aumentava cada vez mais, uma sala em que a água começava a subir, enquanto as cobras dançavam serelepes, esse tipo de coisa.
Primeira reclamação: Paulo Vilhena. Que apresentador mixuruca, sem sal, enrolado, sem um pingo de carisma e com a maior cara de mendigo, com todo respeito (aos mendigos).
Segunda reclamação: O prêmio é muito pobre: até 30 mil reais... Funciona assim, o prêmio final acumulado é composto pelo valor arrecado pelos participantes em cada prova. Nos dois episódios que eu vi, não chegaram muito perto de 30 mil (a Globo está ficando avarenta a essa altura do campeonato?)
Terceira reclamação: Neste último domingo, o público decidiu o vencedor. Não gostei. Deveria continuar sendo determinado o vencedor pelo desempenho. Mas, como o povo brasileiro adora achar que tem algum poder de decisão quando digita um 0300 no telefone, o formato do programa foi mudado.
Segunda reclamação: O prêmio é muito pobre: até 30 mil reais... Funciona assim, o prêmio final acumulado é composto pelo valor arrecado pelos participantes em cada prova. Nos dois episódios que eu vi, não chegaram muito perto de 30 mil (a Globo está ficando avarenta a essa altura do campeonato?)
Terceira reclamação: Neste último domingo, o público decidiu o vencedor. Não gostei. Deveria continuar sendo determinado o vencedor pelo desempenho. Mas, como o povo brasileiro adora achar que tem algum poder de decisão quando digita um 0300 no telefone, o formato do programa foi mudado.
Jogo duro é um topa tudo por dinheiro dark e sinistro. Continuo assistindo a despeito das minhas reclamações, porque as provas são cada vez mais surpreendentes e o programa não tem enrolação (ainda..., mas com essa participação do público...). Gostaria que os vencedores dos programas fossem reunidos para disputar entre si em um programa especial.
Vale dizer, que as mulheres estão com tudo. Enfrentando os ratos, sapos e baratas, gritando, mas pegando dinheiro ainda sim.
Por falar em dinheiro, essa é a base do programa: a ganância (ou a necessidade desesperadora, escolha a sua opção). Ao que uma pessoa é capaz de se submeter para conseguir dinheiro? Diversas coisas, inimagináveis coisas. E você? Encararia o "Jogo Duro"?
Vale dizer, que as mulheres estão com tudo. Enfrentando os ratos, sapos e baratas, gritando, mas pegando dinheiro ainda sim.
Por falar em dinheiro, essa é a base do programa: a ganância (ou a necessidade desesperadora, escolha a sua opção). Ao que uma pessoa é capaz de se submeter para conseguir dinheiro? Diversas coisas, inimagináveis coisas. E você? Encararia o "Jogo Duro"?
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Séries: The Mentalist
Lisbon e Patrick JaneMeu caso de amor com essa série me levou ao extremo de fazer este post. Sempre via as chamadas na Warner, e batia aquela curiosidade de assistir um episódio, só para ver como era. Mas a preguiça foi maior. Até que eu vi uma cena do primeiro episódio:
Enfim, resolvi dar uma chance, bem ao fim de uma semana e meia eu assisti a todos os episódios, só não compulsivamente porque estava escrevendo a maldita (e que estou terminando) monografia.Para quem precisa de legendas segue a transcrição do diálogo:
-Gosto da estória do marido. Contrata prostitutas para ter um álibi. Voa para casa, mata a esposa e voa de volta. O clássico, elaborado, inteligente e estúpido plano.
-Já viu a pontuação dele nos torneios?
-Não, mas já ganhou algum?
-Chega em segundo ou terceiro.
Se o colocar com o numero "1" e 18 buracos a frente, na noite anterior ele começa a tremer.
É um festeiro. Não tem nervos para matar a esposa. Não foi ele.
-Está sugerindo abandonar nosso suspeito numero um, porque nunca ganhou um torneio nacional?
-Não, não, não, só estou querendo puxar assunto.
-Como faz isso?
-Telecinesia.
-Você assopra.
-Essa é outra maneira de fazer.
-Sr. Jane, tenho uma pergunta, relacionada a sua carreira anterior...
-Manda
Quando se encontrava com outros videntes... videntes de verdade, eles notavam que você apenas... fingia?
-Não existe tal coisa como videntes verdadeiros.
-Eu não concordo. Minha prima é vidente.
-Sua prima é honesta, desonesta ou ambos?
-Ei, vai com calma.
-Não, ele tem direito à sua opinião. Embora errada. Ela tem poder.
- Obrigado.
-Pode se comunicar com o outro lado.Já a vi fazer isto.
-Ela fez você falar com alguém que morreu?
-Sim.
-Alguém que você ama e ainda sente muita falta.
-Sim.
-Queria que fosse real, então se tornou.
-Não.
-Está tão seguro de ter a razão. Videntes não sabem de tudo.
-500 anos atrás, rádio era como mágica.
-Exatamente.
-Em 500 anos será totalmente normal comunicar com o outro lado.
-O outro lado? Seu pai é um treinador de futebol, certo?
-Como soube disso?
-É óbvio pelo seu comportamento... O ponto é, não é verdade que papai sempre dizia, "vida é como futebol"? Quando soa o apito final, o jogo termina. Pronto. Não tem mais nada. Não tem outro lado. Isso é tudo. Lagostas, pães e kits de primeiros socorros... E depois é... nada mais.
-Que homem pobre e triste. O Reino de Deus é um real lugar.
-Certo, depois, quando Rigsby pedir para ir ao seu quarto... Diga sim.
-Me desculpe?
-Sei que você planeja rejeitar, muito educadamente, primeira semana no trabalho.
-E quer deixar claro que é só trabalho, mas, por que não?
-Tenho certeza que Rigsby é um excelente amante.
-Durão, mas justo. Certo? Certo?
-O Reino de Deus é um lugar real Sr. Jane, e você tem uma alma imortal.
-Espero muito que esteja errada.
Patrick Jane (Simon Baker)é um ex-vidente/vigarista que saiu dessa vida depois que um evento drástico ocorreu em sua vida (esclarecido no primeiro episódio) . Ele trabalha com a CBI (California Bureau Investigation) no cargo de "consultor". Assim como Monk e Shawn (Psych), Jane tem uma capacidade de percepção incrível (e era isso que usava para saber coisas sobre as pessoas) aliada a um raciocínio lógico primoroso e capacidade de dedução, ajuda os agentes Teresa Lisbon (Robin Tunney), Wayne Rigsby (Owain Yeoman), Kimbal Cho(Tim Kang) ( a.k.a Cho Business - veja o episódio 14) e Grace Van Pelt (Amanda Righetti) a resolver os casos de homicídios.
O que me chamou a atenção na série de drama policial, além das características que eu mencionei antes, foi o carisma que o personagem principal emana, sem falar no charme (sem ciúmes, Correspondente Anônimo). Primeiro, ele está sempre com um largo sorriso no rosto, é uma simpatia só. Sempre de terno, e, ai... colete, eu acho o máximo. Pena que ele usa um sapato totalmente whatever (mas isso desde os tempos das vacas gordas enquanto vidente). Ele chega e conquista todo mundo, e deixa todo mundo desconfortável por conseguir ler tão claramente as pessoas ao seu redor (que inveja, eu queria ser assim). O restante dos personagens não ficam atrás. Rigsby e Van Pelt devem ser o segundo casal em toda minha vida de séries que eu desejei que ficasse juntos (o primeiro foi Ned e Chuck em Pushing Daisies), a tensão entre eles é maravilhosa (veja o episódio 18). Lisbon é a âncora de Jane e impede que ele faça coisas muito mais loucas do que ele costuma fazer. Cho só vive agarrado com livros supergrossos, e é meio na dele, é o principal responsável pelos interrogatórios, mas deu um show no episódio 14, é imperdível.
Bem, é isso. Ah, já ia esquecendo, claro, há um serial killer chamado Red John é que funciona como trama de ligação do episódios. Jane está em busca desse vilão perigoso.
Agora sim. Se ficaram com vontade, assista nas quintas à noite na Warner Channel 21h.
The mentalist - IMDB
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Séries
Houve um tempo em que eu não tinha tv por assinatura e era confinada aos canais abertos (Globo, SBT, Band , Cultura, Record, etc). Mas então a Sky chegou em minha vida e tudo mudou. Era tanto canal que zapear virou quase um esporte e eram tantas opções que se passava mais tempo escolhendo do que assistindo. Com um tempo, alguns programas me chamaram mais a atenção, mas as séries tiveram um destaque especial e criou-se em mim uma nova necessidade: acompanhá-las. Como há uma infinidade de séries (e eu tenho mais o que fazer), tive que optar por algumas. Resolvi falar um pouco sobre elas aqui.
Séries que assisto religiosamente

Dexter - O rapaz é nada mais nada menos do que um serial killer que mata serial killer. O intrigante da série é que ela te faz gostar de quem deveria ser considerado the bad guy e até torcemos por ele. Pena que estão humanizando demais a personagem, se não tiveram cuidado vai perder a graça...

Heroes - Fã de superheróis como sempre fui não deixaria de ver uma série sobre pessoas comuns que descobrem ter poderes extraordinários. Essa série mudou o modo de abordar os personagens com superpoderes, mas está meio bagunçada, tem personagens demais e sentido de menos, mas o que eu posso fazer? Gosto de sofrer.

House MD - Série de Drama que se desenvolve em um hospital. Dr. Greg (para os íntimos) House é o que se chama no interior de jumento batizado. Sim, ele é rude, agressivo e você o odeia no início, mas a relação depois passa a transitar entre o amor e ódio. Ele trabalha com uma equipe de três médicos fazendo diagnósticos de doenças bizarras, quase matando o paciente na maioria das vezes antes de encontrar a cura. A doença e o paciente são apenas o plano de fundo para o desenvolvimento da trama e do drama pessoal de cada personagem.

Lost - Resisti durante duas temporadas inteiras. Não queria aderir ao que eu achava ser uma modinha. Durante a terceira temporada, o irmão do Correspondente Anônimo vinha assistir os episódios aqui em casa e entre uma passada e outra para cozinha, assisti algumas partes e fiquei curiosa. Decidi dar uma chance. Hoje sou totalmente perdida por Lost (desculpe o trocadilho infame).

The Big Bang Theory - Série mais recente da minha lista. Sheldon e Leonard são dois físicos ultranerds que juntamente com Raji e Howard (igualmente nerds, este último meio estranho, que o diga Penny) se metem em "altas confusões" tentando se integrar a sociedade comum. Bem, Sheldon nem tanto. Ele entende todas as convenções sociais, simplesmente não dá muita importância a elas.
Séries que assisto esporadicamente (mas gostaria de ter mais tempo para vê-las com calma)
C.S.I - Série investigativa policial. Acho que foi a primeira série que assisti na vida. Mas ai Grissom começou com uns xamegos com Sarah e ficou chato, depois ele saiu (snif) e eu também.
Friends - nem preciso me estender em comentários. É uma das minhas séries de humor preferidas. Adoro Joey e Chandler.
Monk - Adrian Monk é um detetive no mínimo diferente. Tem memória fotográfica e uma capacidade de dedução incrível. Até ai tudo bem, mas ele tem Transtorno Obsessivo Compulsivo! Não aperta a mão de ninguém sem limpá-la depois, detesta coisas assimétricas e não sossega enquanto não as conserta. Tem medo de coisas absurdas como leite e só toma água de uma marca específica.
Psych - Shawn Spencer é um vidente falsificado. Usando de suas habilidades de observação e dedução, descola uma graninha trabalhando para a polícia. É um cara sem muita noção e isso faz a série engraçada e interessante.
Two and a Half Men - Charlie é o típico pegador (para não dizer cafajeste) , compõe jingles, tem sua personal stalker, Rose. Adam, irmão dele, separou-se da esposa e veio morar com o filho Jake, na casa do irmão e com isso mudou sua rotina e sua vida. Ótima série de comédia. Mesmo criador de The big bang theory.
Séries que assisto religiosamente
Dexter - O rapaz é nada mais nada menos do que um serial killer que mata serial killer. O intrigante da série é que ela te faz gostar de quem deveria ser considerado the bad guy e até torcemos por ele. Pena que estão humanizando demais a personagem, se não tiveram cuidado vai perder a graça...
Heroes - Fã de superheróis como sempre fui não deixaria de ver uma série sobre pessoas comuns que descobrem ter poderes extraordinários. Essa série mudou o modo de abordar os personagens com superpoderes, mas está meio bagunçada, tem personagens demais e sentido de menos, mas o que eu posso fazer? Gosto de sofrer.
House MD - Série de Drama que se desenvolve em um hospital. Dr. Greg (para os íntimos) House é o que se chama no interior de jumento batizado. Sim, ele é rude, agressivo e você o odeia no início, mas a relação depois passa a transitar entre o amor e ódio. Ele trabalha com uma equipe de três médicos fazendo diagnósticos de doenças bizarras, quase matando o paciente na maioria das vezes antes de encontrar a cura. A doença e o paciente são apenas o plano de fundo para o desenvolvimento da trama e do drama pessoal de cada personagem.
Lost - Resisti durante duas temporadas inteiras. Não queria aderir ao que eu achava ser uma modinha. Durante a terceira temporada, o irmão do Correspondente Anônimo vinha assistir os episódios aqui em casa e entre uma passada e outra para cozinha, assisti algumas partes e fiquei curiosa. Decidi dar uma chance. Hoje sou totalmente perdida por Lost (desculpe o trocadilho infame).
The Big Bang Theory - Série mais recente da minha lista. Sheldon e Leonard são dois físicos ultranerds que juntamente com Raji e Howard (igualmente nerds, este último meio estranho, que o diga Penny) se metem em "altas confusões" tentando se integrar a sociedade comum. Bem, Sheldon nem tanto. Ele entende todas as convenções sociais, simplesmente não dá muita importância a elas.
Séries que assisto esporadicamente (mas gostaria de ter mais tempo para vê-las com calma)
C.S.I - Série investigativa policial. Acho que foi a primeira série que assisti na vida. Mas ai Grissom começou com uns xamegos com Sarah e ficou chato, depois ele saiu (snif) e eu também.
Friends - nem preciso me estender em comentários. É uma das minhas séries de humor preferidas. Adoro Joey e Chandler.
Monk - Adrian Monk é um detetive no mínimo diferente. Tem memória fotográfica e uma capacidade de dedução incrível. Até ai tudo bem, mas ele tem Transtorno Obsessivo Compulsivo! Não aperta a mão de ninguém sem limpá-la depois, detesta coisas assimétricas e não sossega enquanto não as conserta. Tem medo de coisas absurdas como leite e só toma água de uma marca específica.
Psych - Shawn Spencer é um vidente falsificado. Usando de suas habilidades de observação e dedução, descola uma graninha trabalhando para a polícia. É um cara sem muita noção e isso faz a série engraçada e interessante.
Two and a Half Men - Charlie é o típico pegador (para não dizer cafajeste) , compõe jingles, tem sua personal stalker, Rose. Adam, irmão dele, separou-se da esposa e veio morar com o filho Jake, na casa do irmão e com isso mudou sua rotina e sua vida. Ótima série de comédia. Mesmo criador de The big bang theory.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Reflexões
Desapego
Não chego a ser uma pessoa excessivamente materialista, mas tenho um prazer especial de guardar recordações, em sua maioria em forma de pilhas e pilhas de papel.
Minha mãe me pediu para que eu fizesse uma triagem nessa montanha de celulose para que jogasse a maior parte fora. Que sofrimento!
Comecei a folhear os papéis! O material de filosofia trouxe de imediato lembranças do meu primeiro semestre neste curso, do trabalho que fiz sobre Liberdade. Eu defendia a corrente do determinismo. Bons tempos aqueles! Depois encontrei o meu primeiro caderno do curso de Direito. Minhas primeiras noções. Toda a minha ingenuidade ante aquele campo de conhecimento totalmente novo. Não posso jogar isso fora! É minha história!
Mas se não me desfizesse de algumas coisas, nós não teríamos mais espaço para viver (que exagero!) Assim, já que não posso amontoar papéis, decidi amontoar arquivos: isso, estou escaneando e depois juntando os papéis descartados em grandes sacolas que irei enviar para reciclagem. É a tecnologia a serviço do homem!

Lost
A quinta temporada começou e com ela a loucura que é acompanhar essa série. Se você é daquelas pessoas que escuta os lostmaníacos falando e diz: É boa essa série? Sabe que eu nunca assisti?, Acredite você vai receber todas as quatro temporadas existentes, mais material extra, livros, sites, o escambal. Mas antes de começar a assistir é preciso refletir sobre algumas coisas:
Que tipo de expectador você é?
Se você é do tipo ansioso, que não gosta de mistérios que fiquem sem solução no final do episódio NÃO ASSISTA LOST
Se você é um pouco distraído e não pega todos os detalhes NÃO ASSISTA LOST
Se você é daqueles que querem saber tudo sobre todos os detalhes de tudo que aconteceu em cada episódio, mas tem um emprego e filhos para sustentar NÃO ASSISTA LOST
LOST não é uma simples série, é uma experiência! Assim, caso decida assistir esteja preparado para arcar com as consequências.

Livros - manias
Não sei vocês, mas tenho uma relação atribulada com livros. Eles me atraem de uma maneira irresistível: preciso folheá-los, ler o primeiro capítulo, etc. É ai que eles me lançam o feitiço: uma vez começado, tenho que terminar o livro. Não importa se ele seja ruim, preciso terminá-lo e quanto mais tempo demoro, pior fica, pois se eu não conseguir entender o enredo a partir de onde parei, tenho que começar tudo de novo (Ai, Espírito das Leis!). Outro problema é que detesto fechar o livro sem ter terminado de ler o capítulo. Parar no meio da página, nem pensar! Sempre uso marcadores, nunca uso as orelhas dos livros para tal e tenho horror a que faz e ódio mortal de quem os faz com meus livros! Não empresto livros que eu ainda não tenha lido. Surpertição que desenvolvi quando meu "Universo numa casca de noz" veio destruído (até hoje não o li...) Até hoje só fiquei com um livro emprestado e não consegui devolver. A dona desapareceu da minha vida. (Yáskara, me liga, please!) Não empresto os livros alheios para outras pessoas sem permissão. Não os coloco perto de comida, líquido, fogo, não saio com eles em dia de chuva (ou ameaça). Se tiverem a capa de papel brilhante (entenda como aquele que fica cheio de digitais e gordura dos dedos) eu os cubro com plástico, protege a capa do livro por muito mais tempo, sem falar que incentiva o dono a te emprestar mais, afinal, que maior prova de cuidado você pode dar? Ai ai, livros! Minha vida e minha perdição!
Não chego a ser uma pessoa excessivamente materialista, mas tenho um prazer especial de guardar recordações, em sua maioria em forma de pilhas e pilhas de papel.
Minha mãe me pediu para que eu fizesse uma triagem nessa montanha de celulose para que jogasse a maior parte fora. Que sofrimento!
Comecei a folhear os papéis! O material de filosofia trouxe de imediato lembranças do meu primeiro semestre neste curso, do trabalho que fiz sobre Liberdade. Eu defendia a corrente do determinismo. Bons tempos aqueles! Depois encontrei o meu primeiro caderno do curso de Direito. Minhas primeiras noções. Toda a minha ingenuidade ante aquele campo de conhecimento totalmente novo. Não posso jogar isso fora! É minha história!
Mas se não me desfizesse de algumas coisas, nós não teríamos mais espaço para viver (que exagero!) Assim, já que não posso amontoar papéis, decidi amontoar arquivos: isso, estou escaneando e depois juntando os papéis descartados em grandes sacolas que irei enviar para reciclagem. É a tecnologia a serviço do homem!

Lost
A quinta temporada começou e com ela a loucura que é acompanhar essa série. Se você é daquelas pessoas que escuta os lostmaníacos falando e diz: É boa essa série? Sabe que eu nunca assisti?, Acredite você vai receber todas as quatro temporadas existentes, mais material extra, livros, sites, o escambal. Mas antes de começar a assistir é preciso refletir sobre algumas coisas:
Que tipo de expectador você é?
Se você é do tipo ansioso, que não gosta de mistérios que fiquem sem solução no final do episódio NÃO ASSISTA LOST
Se você é um pouco distraído e não pega todos os detalhes NÃO ASSISTA LOST
Se você é daqueles que querem saber tudo sobre todos os detalhes de tudo que aconteceu em cada episódio, mas tem um emprego e filhos para sustentar NÃO ASSISTA LOST
LOST não é uma simples série, é uma experiência! Assim, caso decida assistir esteja preparado para arcar com as consequências.
Livros - manias
Não sei vocês, mas tenho uma relação atribulada com livros. Eles me atraem de uma maneira irresistível: preciso folheá-los, ler o primeiro capítulo, etc. É ai que eles me lançam o feitiço: uma vez começado, tenho que terminar o livro. Não importa se ele seja ruim, preciso terminá-lo e quanto mais tempo demoro, pior fica, pois se eu não conseguir entender o enredo a partir de onde parei, tenho que começar tudo de novo (Ai, Espírito das Leis!). Outro problema é que detesto fechar o livro sem ter terminado de ler o capítulo. Parar no meio da página, nem pensar! Sempre uso marcadores, nunca uso as orelhas dos livros para tal e tenho horror a que faz e ódio mortal de quem os faz com meus livros! Não empresto livros que eu ainda não tenha lido. Surpertição que desenvolvi quando meu "Universo numa casca de noz" veio destruído (até hoje não o li...) Até hoje só fiquei com um livro emprestado e não consegui devolver. A dona desapareceu da minha vida. (Yáskara, me liga, please!) Não empresto os livros alheios para outras pessoas sem permissão. Não os coloco perto de comida, líquido, fogo, não saio com eles em dia de chuva (ou ameaça). Se tiverem a capa de papel brilhante (entenda como aquele que fica cheio de digitais e gordura dos dedos) eu os cubro com plástico, protege a capa do livro por muito mais tempo, sem falar que incentiva o dono a te emprestar mais, afinal, que maior prova de cuidado você pode dar? Ai ai, livros! Minha vida e minha perdição!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
De volta ao trabalho
Janeiro... tempo de férias para a maioria das pessoas, mas não para o pessoal da TV.
Depois de um pequeno hiatus para as festividades de natal e ano novo, as emissoras estão retornando com episódios inéditos, novas temporadas e novas séries também. Confira aí as datas para não esquecer (de baixar, se você for como eu.)
Novos Episódios
Gossip Girl - 5 de Janeiro
One Tree Hill - 5 de Janeiro
The Big Bang Theory - 12 de Janeiro
House M.D. - 19 de Janeiro
Grey's Anatomy - 8 de Janeiro
CSI - 15 de Janeiro
CSI Miami - 12 de Janeiro
CSI NY - 14 de Janeiro
Criminal Minds - 14 de Janeiro
NCIS - 6 de Janeiro
Friday Night Lights - 7 de Janeiro
Law and Order - 7 de Janeiro
Law and Order SVU - 6 de Janeiro
Bones - 15 de Janeiro
30 Rock - 8 de Janeiro
The Office - 15 de Janeiro
90210 - 6 de Janeiro
Supernatural - 15 de Janeiro
Without a Trace - 6 de janeiro
Cold Case - 4 de Janeiro
Desperate Housewives - 4 de Janeiro
Brothers and Sisters - 4 de janeiro
E.R. - 8 de Janeiro
Two and half Men -12 de Janeiro
Tem algumas que ja começaram semana passada, mas em minha defesa:
1º eu tava viajando
2º eu não assisto muitas delas
Novas Temporadas
Scrubs - 6 de Janeiro
Nip/Tuck - 6 de Janeiro
Damages - 7 de Janeiro
Big Love - 7 de Janeiro
Flash Point - 9 de Janeiro
24 Horas - 11 e 12 de Janeiro
American Idol - 13 e 14 de Janeiro
Battlestar Galactica - 16 de Janeiro
The L World - 18 de Janeiro
Lost - 21 de Janeiro
Medium - 2 de Fevereiro
Reaper - 17 de março
Novas Séries
Castle - 9 de Março - Richard Castle (Nathan Fillion) é um bem sucedido escritor de livros de mistério que agora tem que ajudar a polícia de NY a capturar um assassino que está imitando os crimes descritos em seus livros.
Cupid - 24 de Março - Refilmagem da série de 93 criada por Rob Thomas onde um homem acreditar ser um cupido enviado a Terra para reunir 100 casais sem o uso de mágica para retornar ao Olimpo. (eu lembro vagamente da primeira versão)
The Unusuals - 8 de Abril - A série segue os passos de Casey Schrager (Amber Tamblyn), uma detetive da divisão de narcóticos, que acaba arranjando uma posição na divisão de homicídios graças a sua devorção a honestidade.
Harper's Island - 15 de Abril - Série de 13 episódios que conta a história de um grupo de parentes e amigos que chegam à ilha para celebrar um casamento e acabam sendo assassinados um por um.
Lie to Me - 21 de Janeiro - Dr. Cal Lightman (Tim Roth) é um expert em detecção de mentiras. A série acompanha Lightman e sua equipe adentrando o mundo do crime para descobrir a verdade, qualquer q ela seja.
Dollhouse - 13 de Fevereiro - A mais nova série de Joss Whedon, estrelando a atriz de Buffy, a caça-vampiros e Tru Calling, Eliza Dushku. Entre no mundo da organização secreta Dollhouse que aluga seres humanos cujo as mentes foram limpas de memórias e as informações desejadas pelos clientes foram impressas no lugar.
Kings - 19 de março - Ian McShane estrela como Rei Silas nessa nova e moderna versão do conto do Rei David.
Fontes: IMDB - TV.com
Depois de um pequeno hiatus para as festividades de natal e ano novo, as emissoras estão retornando com episódios inéditos, novas temporadas e novas séries também. Confira aí as datas para não esquecer (de baixar, se você for como eu.)
Novos Episódios
Gossip Girl - 5 de Janeiro
One Tree Hill - 5 de Janeiro
The Big Bang Theory - 12 de Janeiro
House M.D. - 19 de Janeiro
Grey's Anatomy - 8 de Janeiro
CSI - 15 de Janeiro
CSI Miami - 12 de Janeiro
CSI NY - 14 de Janeiro
Criminal Minds - 14 de Janeiro
NCIS - 6 de Janeiro
Friday Night Lights - 7 de Janeiro
Law and Order - 7 de Janeiro
Law and Order SVU - 6 de Janeiro
Bones - 15 de Janeiro
30 Rock - 8 de Janeiro
The Office - 15 de Janeiro
90210 - 6 de Janeiro
Supernatural - 15 de Janeiro
Without a Trace - 6 de janeiro
Cold Case - 4 de Janeiro
Desperate Housewives - 4 de Janeiro
Brothers and Sisters - 4 de janeiro
E.R. - 8 de Janeiro
Two and half Men -12 de Janeiro
Tem algumas que ja começaram semana passada, mas em minha defesa:
1º eu tava viajando
2º eu não assisto muitas delas
Novas Temporadas
Scrubs - 6 de Janeiro
Nip/Tuck - 6 de Janeiro
Damages - 7 de Janeiro
Big Love - 7 de Janeiro
Flash Point - 9 de Janeiro
24 Horas - 11 e 12 de Janeiro
American Idol - 13 e 14 de Janeiro
Battlestar Galactica - 16 de Janeiro
The L World - 18 de Janeiro
Lost - 21 de Janeiro
Medium - 2 de Fevereiro
Reaper - 17 de março
Novas Séries
Castle - 9 de Março - Richard Castle (Nathan Fillion) é um bem sucedido escritor de livros de mistério que agora tem que ajudar a polícia de NY a capturar um assassino que está imitando os crimes descritos em seus livros.
Cupid - 24 de Março - Refilmagem da série de 93 criada por Rob Thomas onde um homem acreditar ser um cupido enviado a Terra para reunir 100 casais sem o uso de mágica para retornar ao Olimpo. (eu lembro vagamente da primeira versão)
The Unusuals - 8 de Abril - A série segue os passos de Casey Schrager (Amber Tamblyn), uma detetive da divisão de narcóticos, que acaba arranjando uma posição na divisão de homicídios graças a sua devorção a honestidade.
Harper's Island - 15 de Abril - Série de 13 episódios que conta a história de um grupo de parentes e amigos que chegam à ilha para celebrar um casamento e acabam sendo assassinados um por um.
Lie to Me - 21 de Janeiro - Dr. Cal Lightman (Tim Roth) é um expert em detecção de mentiras. A série acompanha Lightman e sua equipe adentrando o mundo do crime para descobrir a verdade, qualquer q ela seja.
Dollhouse - 13 de Fevereiro - A mais nova série de Joss Whedon, estrelando a atriz de Buffy, a caça-vampiros e Tru Calling, Eliza Dushku. Entre no mundo da organização secreta Dollhouse que aluga seres humanos cujo as mentes foram limpas de memórias e as informações desejadas pelos clientes foram impressas no lugar.
Kings - 19 de março - Ian McShane estrela como Rei Silas nessa nova e moderna versão do conto do Rei David.
Fontes: IMDB - TV.com
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