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sábado, 15 de agosto de 2015

Eu uso: Kindle

Aviso!!! Esse post não é patrocinado! Eu comprei meu próprio Kindle e não tenho nenhuma vinculação ou apoio da Amazon.

Depois de muito tempo pesquisando e adiando a compra, optei pelo Kindle em sua versão mais básica.

Apresentação e características técnicas - site da Amazon.com.br

Em um primeiro momento, a dúvida era: Eu preciso de um e-reader? Se posso ler no celular ou no tablet que já tenho, porque ter um dispositivo dedicado apenas à leitura?

Depois de usar um e-reader por pouco tempo, já consigo indicar diversas vantagens de ter um dispositivo exclusivo para ler:

1. Longa duração da bateria - lembra antigamente quando a gente carregava a bateria do celular apenas uma vez por semana? Bom demais, né? Que bom poder ler durante o dia todo sem se preocupar em achar a tomada mais próxima.
2. Leve e confortável - com menos de 200 gramas e com espaço para boa pegada com uma ou duas mãos, o e-reader é bem menos incômodo de segurar por muito tempo que o celular (não tem lugar para segurar, tem que pegar pelas bordas) e bem mais leve que o tablet.
3. Sem distrações - nada de receber chamadas no meio do capítulo mais legal, ou se distrair com as notificações e mensagens dos aplicativos.

Se eu não tivesse comprado, talvez estivesse continuasse satisfeita lendo no celular, mas uma vez que se prova o gostinho do um bom e-reader, não dá para largar.

Em segundo lugar: Por que o Kindle? Entre Kobo, Lev, e tantos outros por que escolhi o Kindle?

Uso o aplicativo do Kobo no celular e no tablet e gosto muitíssimo e sempre achei que fosse natural que, ao comprar um e-reader, eu optaria pelo da Kobo. Quando testei bem superficialmente o Kobo mini que o Correspondente Anônimo tem e também na Livraria Cultura não bateu amor a primeira vista.
Quando C.A. estava prestes a viajar para States cogitei aproveitar a oportunidade e comprar um e-reader. Procurei comparativos na Internet e gostei bastante do da Tatiana Feltrin.



Ela está testando as versões do e-reader com luz.  Foi bem esclarecedor e assim como ela, conclui que o Kindle era a melhor escolha.

O que levei em consideração:

1. Velocidade - dos três, o Kindle é o mais rápido para ligar e para passar as páginas também.
2. Notas e destaques - é o mais prático e fácil de todos para fazer destaques (o que eu gosto muito)

Mesmo com tudo isso, ainda não comprei meu Kindle. Ainda achava o preço salgado - estava de olho na versão com luz.
Ai recebi uma promoção por email: Kindle por R$219,00 e mais R$20,00 para gastar com e-books e frete grátis.
Era o meu sinal.  Comprei a versão básica mesmo, sem luz, acho que o custo-benefício para minhas necessidades é suficiente. Se precisasse constantemente ler no escuro sem incomodar ninguém, a escolha natural seria o dispositivo com luz, não é o meu caso.

Agora deixe-me contar como todas as minhas expectativas foram superadas nos primeiros momentos com meu Kindle em mãos.
Ah, adquiri duas unidades. Sim, comprei um para minha mãe e ela não teve nenhuma dificuldade de ligá-lo e utilizá-lo a primeira vez sem minha ajuda.

Fácil de configurar - em poucos instantes ele já estava pronto para usar. Vem com um e-manual que apresenta todos os recursos do Kindle para o usuário aproveitá-lo ao máximo.

Área de transição de páginas - uma das coisas que mais gostei. Você pode segurar o e-reader com qualquer das mãos e vai conseguir passar as páginas ou acessar o menu sem nenhum problema.





Construtor de vocabulário - com um simples toque, selecione a palavra desejada e veja a definição. Se estiver conectado na internet, dá para visitar a página da Wikipédia sobre o assunto. Mas não é só isso, cada palavra que você consultou fica no Construtor de vocabulário, mesmo que você exclua o livro. Ela fica inserida na frase do livro em que você marcou.






Envio de conteúdo por e-mail - cada dispositivo tem um endereço de e-mail que você pode utilizar para enviar seus documentos pessoais para o seu Kindle. O arquivo ficará disponível na nuvem de armazenamento com capacidade de 5Gb a que você, usuário do Kindle, tem direito. De lá, você pode baixá-lo para quaisquer de seus dispositivos Kindle.

Conexão com o computador - bem fácil, o Kindle aparece como um dispositivo USB comum, é só transferir o arquivo e ejetar o e-reader e pronto. Se você não tem carregador, dá para carregar o e-reader conectado ao computador também.

Loja Kindle - Comprar livros pelo site ou pelo Kindle é fácil e rápido também. Acho que para os pagos, para comprar direto do Kindle tem que habilitar a função compra com 1 click.
Comprando pelo site, você pode configurar o dispositivo padrão (se você tiver mais de um - por exemplo, se usar o aplicativo no celular ou tablet) e ele envia direto para o indicado e quando ligar o dispositivo na internet, sincroniza automaticamente.

Mas nem tudo são flores em relação ao Kindle. Que custo era mandar um adaptador de tomada, minha gente? Não, tem que comprar separado e pagar R$79,00. Menos mal que a maioria dos carregadores de celular é compatível.
Quer proteger meu Kindle com uma capinha legal? Se prepare para desembolsar mais da metade do leitor (R$119,00!!!). Absurdo!

Nada não, o meu está bem guardadinho dentro de uma capinha tipo luva da Samsung enquanto não encontro outra opção mais em conta. Fora isso, o Kindle é mara!

E agora? Abandonar os livros físicos?  Jamais! Totalmente fora de cogitação. O e-reader é mais um instrumento de acesso à leitura, mas de forma alguma substitui, para mim, o prazer de ler e ter o livro nas mãos e expô-lo orgulhosamente na minha estante. Quando pego um livro nas mãos e o folheio, mesmo que rapidamente, vem à memória diversas lembranças do que estava acontecendo não só no livro, mas na minha vida durante a leitura. É uma sensação muito gostosa. Existe uma história de como aquele livro veio parar nas minhas mãos, ele guarda em sua capa e em suas folhas as aventuras e desventuras por que já passou. Um e-book, depois de lido, é apenas mais um arquivo, não tem qualquer materialidade que lhe confira a vida próprio que o livro de papel tem.

Até a próxima!


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

One phone to rule them all

Desde os primórdios da telefonia móvel até agora, o celular passou por uma evolução vertiginosa. Se há alguns anos atrás, entre o lançamento de um novo celular e outro tinha alguns anos de intervalo, hoje somos sufocados por enxurrada de novos modelos a cada semana.
Mesmo se você não é um consumista desenfreado que troca de celular como quem troca de roupa, chega um momento em que seu telefone se torna obsoleto para as funções que você deseja utilizar e chega a hora de adquirir um novo. Mas hoje em dia, um celular não fica todo obsoleto, normalmente é um de seus itens, tais como, seu armazenamento interno, processador, câmera, conexão de internet móvel, etc., que fica ultrapassado. Só que aí, você compra um novo para atualizar apenas um desses elementos e se desfaz de um produto que, em grande parte, ainda continua totalmente funcional.
Imagine esse descarte de eletrônicos a nível mundial e vamos ser afogados por outra enxurrada, a de resíduos, ou seja lixo eletrônico.
Pensando nisso, surgiu a idéia do Phoneblok, um aparelho celular modular, que pode ser montado de acordo com as necessidades do usuário e que pode ser atualizado apenas naquele item que ficou obsoleto.
Não é demais?




Eu achei simplesmente incrível! Esse sim será o Um Celular. 
Mais informações em www.phonebloks.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ser ou não ser um pirata, eis a questão

Convenhamos e sejamos bem sinceros, quem aqui usa Windows? Hmm, muito bem um grande número de pessoas creio eu. Quem aqui usa Windows original? Complicou né, certamente vai ter gente que nem sabe se o seu sistema operacional é original ou não. Continuando, quem aqui usa somente software originais? Ah, agora pegou pesado hein, será que isso existe?

Talvez os mais puristas vão dizer que usam Linux e que por este ser um sistema operacional de código aberto seus programas também são, mas essas mesmas pessoas sabem muito bem que um software GPL geralmente fica devendo e muito a um pago e mesmo no Linux existem os programas pagos.

Chegamos então ao X da questão, ser ou não ser um pirata? Sem dúvida todo mundo tem aquele discurso já pronto de que o governo isso ou que político tal é um ladrão e blá blá blá, bonito de se ouvir, a gente até pensa o quanto as pessoas são éticas. Mas a realidade é outra. Ou você acha que estar usando aquele Windows com a mesma serial de N milhões de pessoas espalhadas no mundo não seria definido como roubo? Ou aquele programa que você já pegou completo sem nenhuma restrição?

Duvido que exista alguém que tenha passado a vida toda sem utilizar absolutamente nada que não tenha sido uma cópia ou um produto pirata, e isso não se restringe ao mundo do software, mas aos aparelhos Xing-Ling, CDs, DVDs, filmes, perfumes etc, etc, etc. A punição do crime que cometemos só muda devido às leis que são ou não aplicadas, mas não deixamos de ser culpados. Todos somos ladrões, sim todos, somos ladrões de direitos autorais, intelectuais, tecnológicos...

Outro discurso já pronto que existe na cabeça de praticamente todo mundo (até parece que foi programado: se discurso 01 falhar executar discurso 02) é "Se fosse em um valor aceitável certamente eu pagaria". Ah, por favor, quem é que iria pagar por algo que se pode ter de "graça" com as mesmas funcionalidades que o original? A não ser que você queira ter o material completo, ou seja, caixas, manuais, artworks, suporte da empresa, enfim. Mas a grande maioria não está nem um pouco se importando com isso. Caixa? Jogamos fora. Manuais, pra quê se nunca serão lidos? Artworks? Eu lá preciso ver as idéias malucas que essa equipe teve até lançar o produto? Suporte? Hahaha quem precisa disso quando se tem o Google?

Até poderia ficar aqui citando N motivos para justificar que todos somos piratas por mais que ainda vá ter gente que diga o contrário, o ponto chave que quero chegar é a hipocrisia que existe ao redor desse assunto, é muito fácil criticar o país, o governo, os políticos por suas atitudes, difícil é olhar para si e ver que você também faz o mesmo se não até pior, quem sabe? Afinal, quem não se vangloria por ter faltado ao trabalho inventando uma desculpa, arrumando um atestado, não ter pago uma dívida, pois nunca chegou cobrança, etc. Uma vez Bill Gates disse: "Antes de tentar mudar o mundo comece limpando o seu quarto". Sabe que ele tinha mesmo toda a razão?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Nostalgia

Eu adoro novas tecnologias, isso não é novidade para ninguém que me conhece, mas também sou uma apaixonada por coisas antigas. Lembrei de umas fotos que tirei no Museu da Imagem e Som em Limoeiro do Norte e gostaria de compartilhar algumas com vocês.


Olha só como esse rádio tem estilo. O rádio foi o primeiro meio de comunicação em massa e ainda hoje, com toda a tecnologia, ainda tem o seu lugar reservado e vem se adaptando às novas tecnologias também.

Essa foi a primeira vez que eu vi um Telejogo pessoalmente. O joystick (que não aparece nessa foto) é muito parecido com outra velhar... digo antiguidade: o Atari.

Esse computador aqui veio direto de Lost, faltava só a tela preta e o cursor verde. 04 08 15 16 23 42

Em uma época em que pen drives com capacidades inimagináveis (que o digo o Sr. Aluízio, hein) são vendidos a preço de banana, eu me pergunto: como a gente conseguia viver com disquete?

Daqui a pouco, nós veremos um acervo de fotos como as acima mostrando Iphones, Tvs de plasma, Supercomputadores, etc. Na velocidade de desenvolvimente que estamos hoje, temos que ter cuidado para não tornar o próprio ser humano obsoleto.

Agradecimentos especiais ao Correspondente Anônimo pela câmera e pela companhia na visita.

sábado, 2 de maio de 2009

Navegador


Sempre fui meio conservador no que diz respeito a mudar de hábitos incorporados. Coisa de velho, acho. Como a maioria dos computadores já vem com o navegador Explorer instalado, nunca havia experimentado outro. Aliás, só me dei conta de que existiam outros quando um grande amigo meu me via usando o Explorer e dizia "por que tu não experimenta o Mozilla?". 

Como uso o Google como ferramenta de pesquisa, não teve como fugir do apelo do Google Chrome, tava lá estampado me chamando. Depois que pesquisei um pouco as opiniões e vi a demonstração no YouTube, resolvi experimentar. E não é que eu estou gostando? Ele tem um layout simples e bacana e, dentre outras pequenas vantagens que oferece, se você por exemplo digitar um termo diretamente na barra de endereços (sem precisar abrir uma página de pesquisa), ele já vai dando sugestões dos termos mais pesquisados lá mesmo. Fora isso, quando você abre o navegador, ele já mostra no canto direito as últimas páginas mais acessadas como forma de atalho e, diferente do Explorer (mas tal qual o Mozilla), novas janelas são abertas numa aba acima, como numa agenda telefônica (pra quem nunca viu no Mozilla). Enfim, espero que ele não dê tantos erros quanto o Explorer. Abaixo estou postando a matéria publicada na Revista Info (Editora Abril). Até a próxima!

GOOGLE CHROME BETA

"O novo beta, dizem os engenheiros, é cerca de 25% a 35% mais rápido que a versão estável para carregar páginas e processar scripts. Isso acontece porque o código fonte do software foi aprimorado e ganhou mais compatibilidade com os padrões atuais da internet.

O navegador também apresenta novos recursos que estarão somente na próxima versão do programa. Entre eles estão o zoom das páginas web e o que reajusta a tela do PC quando uma aba é arrastada para o desktop. Outros dois recursos implementados no beta são o de scroll automático e autocompletar.

Esse não é o único beta do Chrome disponibilizado para download. Recentemente, a empresa lançou uma versão da segunda geração do software para os desenvolvedores de aplicações e entusiastas testarem."


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Estou ficando velha mesmo!


Ai ai, não adianta! Não dá para fingir, nunca dá. A idade chega e a tecnologia que muda numa velocidade alucinante só piora as coisas.
Vi a propaganda de um celular da LG, mais especificamente o LG KC910.



Um telefone com câmera de 8 megapixels... ai ai. Eu sou do tempo em que celular era luxo e ter uma tela colorida era a última novidade. Só não cheguei a ver e manusear aquelas tijolões, mas os antigos Motorollas e Ericsons da vida passaram pelas minhas mãozinhas curiosas.
Quando eu penso que a Agenda eletrônica era meu sonho de consumo ou que na minha época internet era luxo e um lixo porque era discada. Passei três horas para baixar "Hurricane" dos Scorpions do bom e velho Napster. Eita poeira.
Lembro que certo dia, desenterrei (literalmente, já que tinha uma grossa camada de poeira em cima dele) um LP (isso mesmo, aquele bolachão de vinil, um charme só) do A-Ha (é o novo!), dum show que eles fizeram no Brasil (você deve estar se perguntando onde estacionou o seu DeLorean...) , abri-o emocionada, afinal fazia tempo que não via um daqueles e meu primo perguntou sério: "Que CD estranho é esse? Isso toca?". Sorri e tentei explicar como pude que estranho objeto era aquele e que ele toca sim.
Minha geração já começou a manusear o computador no colégio, mas com objetivos simples como saber que aquilo existia e que era coisa de outro mundo. Lembro de umas aulas de religião que eu tive com o software da Bíblia... Certo dia minha mãe me dizia que outro primo meu de seis anos estava pedindo para entrar em site... Um conhecido meu, professor, disse que ensina informática a crianças dessa faixa etária e todas elas tem Orkut (apesar de ser necessário ser maior de 18 anos para ter um perfil) e passam todo o tempo livre lá, editando seus BuddyPokes.
Nesses tempos de pedofilia isso é assustador...
Voltando para minha nostalgia, nasci na volta da democracia ao país, passei pelo Plano Real, inflações, Guerra do Golfo, fim da Guerra fria, dando um pequeno salto, pelo 11 de setembro, é muita coisa! E ainda descobri que a WikiPédia tem uma página do dia 11 de dezembro, dia do meu aniversário... De repente deu vontade de reunir os meus fatos históricos, aqueles que mudaram o meu mundo.

"Se, um dia, acontecesse que a vida de uma pessoa fosse escrita, do começo ao fim, com toda a sua rede de implicações, daí surgiria uma epopéia tão rica quanto toda a história do mundo."
Herman Hesse

Que viagem! Tudo isso por causa de um celular...

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